Live do espetáculo circense “O show não pode parar” é alegria garantida para a criançada

 

 

 

Live do espetáculo circense “O show não pode parar” é alegria garantida para a criançada

Próximo Faz de Conta acontecerá sábado (25), às 16h, no Instagram do Shopping Estação e no YouTube do Circo Mahallo

O Faz de Conta do Shopping Estação deste sábado (25), além de divertir as crianças, vai retomar a tradição do circense com o espetáculo “O show não pode parar”, do Circo Mahallo. A programação cultural segue no formato online e desta vez terá transmissão simultânea pelo Instagram e pelo YouTube.

Diretamente do picadeiro a artista Marina Prado e o Palhaço Ribity, vão levar para a casa do público o Circo Tradicional de Lona. As crianças vão se encantar com a locução, a entrada dos artistas, números de sapateado, música ao vivo, esquetes circenses clássicas, acrobacias e muita magia.

O Faz de Conta, que tem curadoria do Muralzinho de Ideias, será transmitido ao vivo, às 16h, no Instagram do Shopping Estação e no canal do YouTube “Circo Mahallo”. Para conhecer mais sobre o trabalho dos artistas é só acessar: instagram.com/mahallopa e instagram.com/marina_prado_curitiba.

Serviço:

Live Faz de Conta

O show não pode parar – Circo Mahallo

Quando: 25/4 (sábado)

Horário: 16h

Quanto: gratuito

Onde: Instagram do Shopping Estação (www.instagram.com/shopping_estacao) e canal do YouTube Circo Mahallo

Curadoria: Muralzinho de Ideias

 

 

 

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23 de abril – Dia Mundial do Escoteiro

 

 

 

23 de abril – Dia Mundial do Escoteiro

Escoteiros do Brasil celebram com atividades especiais para serem feitas em casa

Os Escoteiros do Brasil organizaram sugestões de atividades para diferentes faixas etárias para serem feitas em casa em homenagem ao Dia Mundial do Escoteiro, celebrado neste 23 de abril. A Semana Escoteira, que já é uma tradição, tem como objetivo promover o Escotismo, divulgar sua proposta educativa e celebrar a fraternidade escoteira. “Neste ano vivemos um momento diferente, em que todos devem manter distanciamento social, e torna-se ainda mais importante realizar a Semana Escoteira, destacando nosso ideal e nosso propósito de construir um mundo melhor”, destaca Rafael Macedo, presidente dos Escoteiros do Brasil.

A instituição organizou uma proposta de atividades com orientações que podem ser feitas por todos os membros do Movimento Escoteiro. A ação envolve desde lobinhos e escoteiros, até seniores, pioneiros e pais. As sugestões de atividades foram separadas por faixa etária e o registro delas pode ser feito por meio de fotos, vídeos e depoimentos e encaminhado para os dirigentes de cada grupo até o dia 25 de abril.

O Escotismo, fundado pelo britânico Robert Stephenson Smyth Baden-Powell, em 1907, é um movimento mundial, educacional, voluntário, apartidário e sem fins lucrativos. Esse movimento busca o desenvolvimento de crianças e jovens, por meio de um sistema de valores que prioriza a honra, baseado na Promessa e na Lei Escoteira, e por meio da prática do trabalho em equipe e da vida ao ar livre, estimulando que os jovens assumam seu próprio crescimento e tornem-se um exemplo de fraternidade, lealdade, altruísmo, responsabilidade, respeito e disciplina.

Além da Semana Escoteira, os Escoteiros do Brasil lançaram dentro de sua plataforma de atividades online diversos materiais para serem utilizados por crianças, jovens e adultos, escoteiros ou não, durante o período de isolamento social por conta do coronavírus. “Sabemos da importância de gerar oportunidades educativas e de lazer para as crianças, que nesse momento encontram-se privadas da interação social, da escola e das atividades de lazer ao ar livre. As atividades sugeridas pelos escoteiros são uma maneira de integrar as famílias nesse período atípico de toda a sociedade”.

As atividades online estão disponíveis para download gratuito na plataforma online dos Escoteiros do Brasil no site escoteirosonline.org.br. As ações de promoção de atividades educativas para famílias fazem parte do projeto Escoteiros Online, lançado pela instituição no mês de março com o objetivo de oferecer iniciativas de educação não-formal para crianças e jovens. Junto das atividades, semanalmente estão sendo realizadas transmissões ao vivo nas redes sociais da instituição, além de ações com parceiros institucionais como a WWF, UNICEF, CONJUVE e LiveLab.

Escoteiros do Brasil

Os Escoteiros do Brasil são a única organização do país reconhecida e certificada pela Organização Mundial do Movimento Escoteiro. É responsável por dirigir e acompanhar as práticas escoteiras adotadas no Brasil. Ao todo, são mais de 110 mil escoteiros, reunidos em 1533 Unidades Escoteiras locais, em 722 cidades espalhadas em todo o território nacional.

Ferramenta de educação não formal, o Escotismo ultrapassa as barreiras e se firma como um movimento educacional por proporcionar aos jovens desenvolvimento em diferentes áreas, de forma sempre contemporânea e variada. O Movimento Escoteiro é uma organização do terceiro setor, sem fins lucrativos, que atende crianças, adolescentes e jovens por meio de um programa educativo próprio, presente há mais de 100 anos no Brasil. Saiba mais em https://www.escoteiros.org.br

https://www.facebook.com/EscoteirosDoBrasilOficial

https://www.instagram.com/escoteirosdobrasil

 

 

 

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Colégio promove debate on-line sobre Saúde Pública

Colégio promove debate on-line sobre Saúde Pública

O evento “Águias pelo Mundo” será aberto a toda comunidade. Faça sua inscrição!

Nessa sexta-feira, dia 24 de abril, às 15h30, os professores e alunos do Ensino Médio do Colégio Santo Anjo da cidade de Curitiba, irão protagonizar uma aula-debate com o tema “Saúde Pública – os contornos biológicos, sociais e históricos do sistema de saúde brasileiro”.

É o evento Águias pelo Mundo que terá a sua primeira edição 100% on-line, com professores e estudantes abordando esse tema de alta relevância social, cada um em sua casa, mas conectados de forma tecnológica.

E para aumentar o impacto gerado por essa explanação de argumentos baseados em dados históricos e científicos, o colégio decidiu abrir Águias pelo Mundo para toda a comunidade.

Basta se inscrever, gratuitamente e acessar o link que será enviado por e-mail, no dia e horário agendados para o debate.

O “Águias pelo Mundo” é uma aula especial preparada pelo Ensino Médio do Colégio Santo Anjo, para que os alunos possam ouvir e também expor os seus argumentos sobre temas de relevância social que podem ser cobrados em provas de vestibulares e Enem.

O objetivo é fazer um aprofundamento nas temáticas, estimular o pensamento crítico dos alunos e desenvolver, ainda mais, a capacidade de elaboração argumentativa com base em dados e fatos históricos.

Serviço:

Aula-debate Águias pelo Mundo

Tema: Dia: 24 de abril de 2020

Horário: 15h30 às 17h

Link para inscrição: https://forms.gle/HKcDn4SH2VJvwwdX6

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Falta de acessibilidade dificulta ingresso de surdos no ensino superior

 

 

 

Falta de acessibilidade dificulta ingresso de surdos no ensino superior

Brasil tem aproximadamente 10 milhões de surdos

Nesta semana, comemoram-se o Dia Nacional da Educação de Surdos (23/04) e o Dia Nacional da Libras — Língua Brasileira de Sinais (24/04), a língua oficial dos surdos no Brasil. As datas relembram a importância de dar atenção às dificuldades e barreiras enfrentadas por essas pessoas. De acordo com dados de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são quase 10 milhões de surdos no país — o equivalente a 5% da população.

Há poucos dados e pesquisas sobre o número exato de surdos que estudam e chegam ao mercado de trabalho. Segundo a coordenadora do Serviço de Inclusão e Atendimento aos Alunos com Necessidades Educacionais Especiais (SIANEE) do Centro Universitário Internacional Uninter, Leomar Marchesini, o número é baixo devido à falta de comunicação para alunos surdos, que usam uma língua diferente dos demais alunos. ‘‘Nem todas as instituições de nível superior colocam intérpretes de Libras em suas aulas, o que é fundamental para os surdos’’.

Para Leomar, a grande dificuldade na inclusão de surdos no mercado de trabalho também é a comunicação. O fato de usarem uma língua de sinais, diferente da língua usada por colegas e chefes, cria uma barreira que afeta seu desempenho. Segundo ela, muitas vezes, os surdos sequer compreendem claramente as expectativas de seus chefes em relação ao seu trabalho. ‘‘A surdez é uma deficiência invisível, o que faz com que muitas pessoas achem os surdos iguais a todos os demais, sem necessidades de apoio e métodos diferenciados no trabalho e nas instituições de ensino. Entretanto, a inclusão de surdos é a que representa o maior desafio, pois existem grandes diversidades culturais e de percepção do mundo, que precisam ser conhecidas, respeitadas e valorizadas. Cursos de Libras nas empresas e de português para surdos são essenciais’’, explica.

Para alcançar a graduação, por exemplo, eles enfrentam as condições das universidades, muitas vezes desprovidas de núcleos de inclusão efetivos com a atuação de pessoas especializadas. De acordo com Leomar, uma instituição precisa estar preparada e disponibilizar tradutores, intérpretes de Libras competentes e qualificados, em todas as aulas e disciplinas do curso. “A Uninter é um bom exemplo. Nós fazemos todos os ajustes necessários, em todos os sentidos, capacitamos os professores, respeitamos os direitos dos surdos desde o vestibular com Libras e a correção de seus textos sob critérios diferenciados, compatíveis a uma segunda língua em aprendizagem, que para eles é a portuguesa’’, complementa.

Tiago Alves Carneiro Junior é um exemplo de superação dessas barreiras. No início de 2020, ele concluiu sua graduação em Direito na Uninter e foi o primeiro surdo a conquistar o feito. ‘‘Agradeço àqueles que me deram a oportunidade de realizar os meus sonhos e os sonhos de tantos outros que, muitas vezes, pensaram que não conseguiriam, mas que, graças ao SIANEE, estão estudando, buscando um desenvolvimento intelectual e profissional apesar de suas dificuldades’’, relembra.

O próximo desafio de Junior é o mercado de trabalho. ‘‘O Direito nos oferece um leque de possibilidades de atuação. Eu penso em me especializar, seguir carreira jurídica para ser um juiz, quem sabe um ministro do Supremo Tribunal Federal, mesmo sabendo que isso não é fácil’’, diz confiante.

 

 

 

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Tomografia não deve ser utilizada aleatoriamente para diagnosticar a Covid-19

 

 

 

Tomografia não deve ser utilizada aleatoriamente para diagnosticar a Covid-19

Especialista faz alerta sobre busca por tomografias, ressonâncias e radiografias pela população

Um dos maiores problemas da pandemia do novo coronavírus é a dificuldade de se detectar a doença, uma vez que não há testes disponíveis para todos. A divulgação errônea de que por meio de tomografias é possível verificar se a Covid-19 está presente em determinado paciente, ou até mesmo o estágio da doença, faz com que pessoas procurem médicos radiologistas para fazer tomografias computadorizadas, ressonâncias ou mesmo radiografias em busca de diagnósticos.

“A tomografia computadorizada ou a radiografia de um paciente com Covid-19 podem não mostrar a presença da doença, principalmente nos primeiros dias. As pessoas acham que estes exames podem diagnosticar o novo coronavírus, mas não é bem assim”, conta Camilo Dallagnol, médico especializado em Radiologia e Diagnóstico por Imagem do Plunes Centro Médico e com atuação na Precisão Diagnóstico por Imagem, ambos em Curitiba.

Ele explica que um paciente pode ter desde um quadro assintomático, passando por um resfriado e até uma pneumonia, que seria a forma mais grave da doença, e seria justamente neste último caso que os exames de radiografia e tomografia teriam seu papel.

“As alterações nos pulmões causadas pela Covid-19 costumam aparecer nas tomografias de pacientes com pneumonia após alguns dias do início dos sintomas, geralmente com um tipo de alteração que nós chamamos de vidro fosco. Depois podem aparecer outros tipos de alterações, como linhas e consolidações. Já as radiografias são menos sensíveis, ou seja, detectam menos a doença, principalmente nesses estágios iniciais, quando há presença de apenas vidro fosco”, detalha. Segundo o especialista, os exames de imagem podem dar indícios e apontar com grande suspeição o diagnóstico da Covid-19, mas não substitui os métodos laboratoriais, como sorologias e proteína c-reativa (PCR) para o diagnóstico definitivo.

Dallagnol também informa que o exame pode mostrar informações que não são fáceis de distinguir daquelas provocadas por outras doenças, como outros tipos de pneumonia. “Mesmo quando evidenciamos alterações nos exames de imagem, eles podem ser inespecíficos. Pode ser impossível diferenciar de uma outra doença, como uma pneumonia por influenza (gripe). Já cheguei a ver na mídia e em redes sociais pessoas utilizando o termo 'vidro fosco’ como um sinônimo da Covid-19, sendo que uma grande quantidade de doenças pulmonares podem apresentar este tipo de alteração", explica.

Segundo o especialista, a tomografia não pode ser utilizada indiscriminadamente e não substitui os métodos de sorologia e proteína c-reativa (PCR) no diagnóstico da infecção pelo novo coronavírus. “O que a tomografia traz são informações complementares sobre a pneumonia causada pela doença e que ajudam a presumir o diagnóstico enquanto ele não é confirmado pela PCR e ajudando a estimar a gravidade do caso”, finaliza.

 

 

 

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