Confira cardápio de entregas do Sale Pepe para o final de semana

 

 

 

Confira cardápio de entregas do Sale Pepe para o final de semana

A cada semana o Sale Pepe Restaurante apresenta um cardápio diferente de pratos para serem retirados no local ou então entregues. Os pedidos podem ser feitos até quinta-feira e a entrega é realizada na sexta-feira. Nesta semana, o variado menu traz desde mignon suíno, cubos de peito de frango ao molho de damascos, massas e sobremesas.

Ao mesmo tempo, a casa continua aberta exclusivamente para o almoço, de segunda-feira a sexta, das 11h30 às 15h. Nesta faixa do dia, serve os PFs da Mayara. São pratos servidos feitos. A cada dia da semana, três opções de principais, além de salada e sobremesa. O preço é de R$ 24,90 por pessoa.

Encomendas

O Sale Pele lançou uma linha de pratos para serem finalizados na casa do cliente. Confira o cardápio da semana:

- Empadão de palmito R$ 35

- Empadão de frango R$ 35

- Lasanha de carne R$ 35

- Lasanha de queijo R$ 35

- Lasanha de frango R$ 35

- Conchiglione recheado de queijo ao molho de camarão R$ 35

- Rondeli de ricota com espinafre R$ 35

- Mignon à parmegiana – R$ 50

- Escalopes de Mignon ao funghi – R$ 50

- Cubos de peito de frango ao molho de damascos - R$ 35

- Peito de frango à parmegiana - R$ 40

- Mignon suíno com creme de alho- poró - R$ 40

 

Sobremesas:

- Cocada mole R$35,00

- Paçoca de colher R$35,00

- Bolo de fubá -40,00

- Bolo de chocolate com brigadeiro - 40,00


Sale Pepe Restaurante

Funcionamento: exclusivamente no almoço, das 11h30 às 15h.

Encomendas: (41) 3223-552 ou 98879-0482.

Endereço: Rua XV de Novembro, 818 – Centro, Curitiba – PR

Instagram: @salepepebuffet

 

 

 

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Emporium Handmade migra para a web para ajudar empreendedores a driblar efeitos da pandemia

 

 

 

Emporium Handmade migra para a web para ajudar empreendedores a driblar efeitos da pandemia

A 19.a edição da Emporium Handmade já estava marcada para o mês de abril, no Clube Morgenau, quando a organização e os mais de 140 expositores foram surpreendidos pelos efeitos da pandemia de coronavírus. Depois do impacto, a reação. Pouco mais de um mês depois, a feira pioneira no gênero em Curitiba lança uma plataforma on-line de exposição e vendas para contemplar pequenos empreendedores e artistas que sofrem diretamente as consequências da quarentena e da estagnação do comércio. A participação na feira virtual, que será realizada neste final de semana (25 e 26 de abril), é inteiramente colaborativa e gratuita.

No site www.emporiumhandmade.com o consumidor pode conhecer e adquirir produtos originais de pequenos criadores das mais variadas manufaturas: beleza, moda, acessórios, decoração, pets, papelaria, ingredientes e comidas artesanais, entre outros. Oficinas, shows e contação de histórias – que fazem parte da programação paralela da feira – também terão transmissão ao vivo nas plataformas digitais num total de dez atividades por dia.

“Esta foi uma forma que encontramos de não deixar que os nossos parceiros se sentissem desamparados e pudessem contar com um local seguro para vender seus produtos. Sabemos que essa não será a solução total do problema, porém, sempre acreditamos na força da união. E a união é mais do que necessária neste momento”, afirma a criadora da EMP, a turismóloga Meroly Felizardo.

Meroly, que deu à luz há pouco mais de um mês para sua segunda filha, organizou uma pequena rede de colaboradores em trabalho remoto para organizar o negócio. “Essa plataforma é uma extensão do na nossa proposta original que sempre levou em conta o caráter humano e coletivo. Fizemos e faremos sempre a Emporium com e para as pessoas”, complementa a empreendedora.

Desde o início, faz parte do espírito da Emporium Handmade dar visibilidade a pequenos negócios que têm nas manualidades seu principal ativo. Sustentabilidade e ética nas relações complementam o tripé de sucesso do evento que reúne milhares de pessoas a cada edição. As feiras, realizadas sempre aos sábados e domingos, são grandes confraternizações entre os expositores e público, que tem a chance de conversar e comprar diretamente de quem fabrica.

Serviço:

EMPORIUM HANDMADE feira virtual – www.emporiumhandmade.com.br

@emporiumhandmade

facebook/emporiumhandmade

Dias 25 e 26 de abril

 

 

 

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Aula a distância. E agora?

 

 

 

Aula a distância. E agora?

Nos últimos dias, tenho recebido muitas mensagens de colegas professores pedindo ajuda para utilizar a tecnologia para o planejamento de suas aulas. “Como posso gravar um vídeo?”, “Qual o melhor programa ou aplicativo?”, “Como prender a atenção dos estudantes em uma live?”, “Como fazer uma live?”

Enfim, inúmeras dúvidas que estão chegando para que eu possa auxiliá-los de alguma maneira. Sim, esse cenário é atual, estamos em meados de abril e em plena quarentena nos resguardando da pandemia do coronavírus que assola nosso país e o mundo. Esses tipos de pedidos de ajuda esporadicamente chegavam a mim e, normalmente, surgiam na própria sala de aula, em disciplinas relacionadas ao uso de tecnologias ou vinham de algum colega mais próximo. Mas, e agora? Como dar aula a distância se não estou preparado para isso?

Presenciar essas mudanças aumenta minha crença na importância de formar professores para o uso das tecnologias na educação. Dedico minha pesquisa acadêmica a esse tema por pelo menos quatro anos e venho sustentando essa teoria de que professores precisam ter em sua formação inicial o contato com a educação a distância ou buscar em uma formação continuada esse conhecimento.

No entanto, nessas últimas semanas, participar dessa disrupção na educação, em que professores têm que readequar sua prática para dar aulas, mudar suas estratégias e metodologias, traz a certeza da importância da formação do professor para o uso das tecnologias. Parece tão simples ligar o celular, conectar a câmera e gravar uma aula, “Você vai conseguir se virar sozinho, é fácil, não é possível que não entenda”. Mas sabemos que não é fácil e nem simples, pois somos capazes de perceber que nos exige um mínimo de conhecimento e de expertise.

As escolas estão se adaptando à nova demanda, as políticas públicas estão abrindo portarias para a legislação educacional, a educação a distância está mais presente do que nunca. Professores estão gravando aulas e ensinando de suas casas, os alunos aprendendo de suas casas. O MEC driblou a LDB e autorizou as escolas de educação infantil e ensino fundamental a substituir aulas presenciais por aulas a distância. Grupos de professores e especialistas estão se unindo para disseminar conhecimento, com dicas, lives e encontros de como dar aula em vídeo.

Vemos que medidas estão sendo tomadas, há uma transformação na educação que está mexendo com todos e percebemos que o trabalho virtual requer capacidades que não foram alcançadas para este novo contexto.

Formar professores oriundos de outra geração para atuação no contexto atual evidencia-se como uma das problemáticas para a equipe gestora. Este cenário ainda é repleto das tendências educacionais, que se configuram com a incorporação de novas roupagens para as temáticas de necessidade constante de inovação nas práticas pedagógicas, com discursos de ambientes enriquecidos com tecnologias.

Talvez os professores não tenham tido a oportunidade de realizar uma formação específica para atuar na EAD. Quando são convidados para ministrar disciplinas na EAD, percebemos que apresentam uma certa resistência com a atuação nessa modalidade e com a utilização das tecnologias educacionais. São profissionais que possuem uma vasta experiência no ensino presencial, mas que nunca atuaram nesse campo.

São docentes formados em licenciaturas, mas que não cursaram uma disciplina da grade curricular de seu curso de formação inicial, que visasse a utilização das tecnologias educacionais como base a utilização de ambientes virtuais ou como recurso para o ensino de diversas disciplinas a distância.

Consequentemente, deparam-se com esse conhecimento em uma formação continuada, fator este gerador de preconceitos com esta modalidade.

Diante desses fatos, concluímos que são novos tempos e precisamos nos reinventar. Depois que tudo passar, será o momento para dar mais valor à EAD e buscar por formações complementares para auxiliar com a tecnologia, com a inovação e estar preparado para essas transformações.

Mariane Regina Kraviski é mestre em Educação e Novas Tecnologias e professora da Escola Superior de Educação do Centro Universitário Internacional Uninter

 

 

 

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Instrumentistas se apresentam para auxiliar arrecadação de cestas básicas em condomínio de Curitiba

 

 

 

Instrumentistas se apresentam para auxiliar arrecadação de cestas básicas em condomínio de Curitiba 

O miniconcerto tem a intenção de levar a solidariedade e o aconchego da cultura e da arte, mostrando que ninguém está sozinho mesmo nos momentos mais difíceis e, ao mesmo tempo, convocar os condôminos a doarem cestas básicas para aqueles mais necessitados

As instrumentistas Simone Ritzmann Savytzky (violino), Ana de Geus (teclado) e Adriane Ritzmann Savytzky (violoncelo) farão uma apresentação musical espontânea na próxima segunda-feira (27.04), às 12h, no condomínio The Royal Plaza, no Ecoville. O evento será apenas para moradores que poderão prestigiá-lo por meio de suas sacadas.

O miniconcerto tem a intenção de levar a solidariedade e o aconchego da cultura e da arte, mostrando que ninguém está sozinho mesmo nos momentos mais difíceis e, ao mesmo tempo, convocar os condôminos a doarem cestas básicas para aqueles mais necessitados.

A apresentação visa amenizar o cenário provocado pela pandemia do COVID-19 e chamar a atenção para a importância de preservar vidas e histórias. Pretende ainda mostrar que a cultura tem uma função social para humanidade, sendo aliada para a saúde mental e estabilidade emocional, além de aliviar o estresse e trazer novos horizontes em momentos de restrições.

A iniciativa é da Ponticello Música para Cerimônias e Eventos com apoio do jornal O Morador e da NCA Comunicação e Editora Livros Legais, conduzidos pela jornalista Bebel Ritzmann.

Serviço:

Apresentação musical de Simone Ritzmann Savytzky (violino), Ana de Geus (teclado) e Adriane Ritzmann Savytzky (violoncelo)

Dia: segunda-feira, 27 de abril, às 12h

Local: Condomínio The Royal Plaza (Rua Francisco Juglair, 750), no Ecoville, em Curitiba

Apenas para os moradores do condomínio

 

 

 

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Coronavírus acelera mudanças na forma de educar e aprender

 

 

 

Coronavírus acelera mudanças na forma de educar e aprender

Isolamento social transforma completamente modelo de ensino e instituições aprendem com velocidade recorde a ensinar remotamente

“Após o coronavírus, o mundo não voltará a ser o que era”. A frase, de Átila Iamarino, biólogo e pesquisador, reverberou pelos lares brasileiros carregada de verdade. As mudanças no Brasil e no mundo já são perceptíveis e a Educação tem sido uma das áreas mais afetadas pela pandemia. Com escolas fechadas e isolamento social, professores e alunos de todo o mundo, de repente, se viram obrigados a utilizar os recursos digitais para manter o aprendizado.

Em cursos pré-vestibulares, que normalmente já têm uma rotina de aprendizagem mais exigente, os desafios e conquistas têm sido ainda maior. O Curso Positivo, com unidades em Curitiba, Ponta Grossa e Joinville, conseguiu, em menos de duas semanas, converter todo o processo de aulas para o modelo de aula remota. “Já vínhamos trabalhando com produção de vídeos e resolução de exercícios on-line para ampliar as opções dos alunos, mas, quando vimos a situação que estava se aproximando, montamos mais estúdios e criamos uma rotina de produção, juntamente com os professores, para atender toda a demanda de aulas e manter 100% da carga horária que oferecemos presencialmente”, conta o diretor do curso, Alceu Gnoatto.

Ninguém está sozinho

“Estamos passando para os alunos a experiência completa de ensino como se ele estivesse vindo ao curso. Temos, inclusive, o cuidado de gravar os professores lecionando nas salas que eles utilizam nas aulas presenciais, para que a vivência seja a mais próxima possível”, expõe Gnoatto.

Segundo o diretor, não tem como um aluno se sentir solitário nesse momento, com ritmo de estudos acelerado e respaldo de todos os profissionais para o que precisarem. “Os estudantes têm se esforçado e mantido a dedicação de sempre - e fazemos eles saberem que estamos aqui para o que precisarem. Ao fim de toda aula, os professores deixam uma mensagem. Temos orientadores para auxiliar nos estudos e atendimento psicológico para quem precisar. Além disso, criamos um email institucional para cada professor, para qual o aluno pode enviar mensagem a qualquer momento para pedir ajuda”, explica.

“É uma experiência completamente diferente, mas os professores estão conseguindo cumprir bem o que estava planejado e o Curso está disponibilizando tudo de uma ótima forma, seguindo o cronograma. Me sinto como se estivesse na sala. Os professores interagem com a gente, é um ótimo jeito de continuar estudando”, conta Ana Clara de Oliveira Andruszewicz, aluna do extensivo.

Transição digital e aumento de recursos

Ao todo, desde o início da quarentena, o Curso Positivo produziu, com aproximadamente 100 professores, mais de 500 videoaulas, 1.500 videos de resolução de exercícios e corrigiu mais de 10 mil redações via plataforma on-line exclusiva. Além disso, os alunos contam com assistência on-line, lives com conteúdo extra e os professores agora fazem o podcast Atualizando, que já conta com cinco episódios no Spotify, falando sobre os principais temas da atualidade que podem cair nos vestibulares.

O calendário escolar também permanece, com simulados on-line e revisão de conteúdo. “Nós passamos por um momento parecido, mas bem menor, em 2009, com a pandemia do H1N1 e aprendemos que não podemos deixar a preparação de lado. Porque o vestibular vai acontecer em algum momento, e quem passar por essa fase melhor vai estar com vantagem lá na frente”, esclarece Gnoatto, sobre o esforço coletivo para a continuidade das aulas.

 

 

 

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