Méqui venderá edição limitada do molho especial do Big Mac

 

 

 

Méqui venderá edição limitada do molho especial do Big Mac

A partir de 1º de setembro será possível matar a saudade de Méqui com um dos itens mais cobiçados da rede: o icônico molho especial do Big Mac, que passa a ser vendido separadamente em frascos de 190g ou potes de 23g. Além disso, a marca também lança uma edição especial do sanduíche, o Duplo Big Mac, que leva quatro hambúrgueres em sua composição.

Essa é a primeira vez que o molho especial será vendido nos restaurantes do país. Anteriormente, um lote especial com 100 fracos foi vendido durante uma campanha do McDia Feliz. Para esta ação, apenas uma quantidade limitada de cada opção foi produzida e distribuída pelos restaurantes em todo o território nacional.

“Sabemos que nossos consumidores estão com saudade de frequentar nossos restaurantes e dos bons momentos que estão atrelados ao Méqui. Por isso, decidimos atender um dos principais pedidos que recebemos: oferecer a possibilidade de adquirir o famoso molho especial do número 1. Assim, o público pode apreciar esse ingrediente no restaurante ou em casa, adicionando ainda mais sabor aos sanduíches ou aos seus acompanhamentos preferidos”, destaca João Branco, CMO do McDonald’s Brasil.

Os consumidores poderão adquirir o molho em duas opções de combos do Duplo Big Mac:

• McOferta Média com Pote 23g: McFritas, bebida, Duplo Big Mac e pote de 23g – R$ 29.90

• McOferta Média com Frasco 190g: McFritas, 4 unidades de McNuggets, bebida, Duplo Big Mac e frasco 190g – R$ 34.90

Para comunicar a novidade, a marca prepara uma campanha nacional que vai abordar a saudade de Méqui e o amor dos consumidores pelo Número 1, o Big Mac.

Para acompanhar as novidades do Méqui, acesse www.mcdonalds.com.br.

 

 

 

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As empresas e o desafio da recuperação

 

 

 

As empresas e o desafio da recuperação

*José Pio Martins

A debilidade financeira das empresas é progressiva à medida que a suspensão das atividades e o isolamento social vão aumentando o tempo de duração. O caso de um empreendedor que comprou uma loja em shopping center, fez reforma no início do ano, adquiriu estoque, abriu as portas em fevereiro com expectativa de sucesso e desde a metade de março até hoje foi obrigado a fechar as portas é exemplo dramático de um negócio rumando à falência e levar junto a poupança de uma vida inteira.

Conto esse caso, verdadeiro, porque ele simboliza uma situação que, em diferentes proporções, atingiu milhões de empresas brasileiras, de todos os portes: micros, pequenas, médias ou grandes. Duas marcas típicas desta pandemia são a ignorância científica sobre o vírus e a incerteza sobre o fim do isolamento. Todo o cenário é grave e, com poucas exceções, debilitou as finanças de empresários, empregados, autônomos, estudantes e famílias.

Toda organização econômica – seja ela uma empresa com fins lucrativos, instituição filantrópica, clube social, condomínio, hospital, igreja, escola ou qualquer unidade que reúne fatores de produção (matérias-primas, trabalho, capital e iniciativa empreendedora) – é uma empresa. Podem mudar os objetivos, os propósitos e a finalidade lucrativa ou não, todas têm problemas técnicos e científicos similares. Em larga medida, a vida de uma família tem problemas parecidos com os das empresas.

Nas organizações que vão à falência, como também nas finanças pessoais, em geral o fracasso é resultado de uma sequência de problemas e erros. É raro ver uma empresa bem-sucedida trilhar o caminho do fracasso em tempo curto. Quase sempre, é uma longa estrada de equívocos. Neste ano de 2020, a exceção à regra tem causa na pandemia, no isolamento social, na proibição de abrir as portas do negócio, na parada brusca das atividades e na perda ou redução de receita e renda familiar.

A surpresa e a agressiva transmissão do vírus jogaram o mundo em uma freada profunda, sem chance de planejamento e preparação. A incapacidade de prever o fim do isolamento e as incertezas decorrentes continuam danificando os negócios, as empresas e os trabalhadores, pois a queda nas receitas, na produção e nos salários pegou a todos, pessoas jurídicas e pessoas físicas. Começando o segundo semestre, quem conseguiu se manter respirando tem o desafio de encontrar a estratégia adequada e executá-la com eficiência para tentar se reerguer. Proponho que pensemos em um plano com quatro eixos.

Eixo 1 – Ambiente Externo. Desenhar o ambiente externo à organização ou à família, listar como o cenário era antes e como está agora, fazer comparação e identificar as diferenças entre o antes e o depois da pandemia. É importante ter um diagnóstico bem elaborado para entender o quadro geral do ambiente externo e seus agentes principais: o cliente, o fornecedor, o concorrente, o governo, o mercado e as perspectivas econômicas.

Eixo 2 – Estrutura Organizacional. Fazer um raio X da estrutura econômica e financeira da organização (ou família) sobre ativos, passivos, estrutura de capital, financiamentos, potencial de vendas, produtividade, geração de caixa, processo operacional, margem de lucro (ou de poupança, para as famílias). Com esses elementos identificados, é importante elaborar orçamento com base zero (como se a empresa nascesse hoje), de forma realista e compatível com as condições do mercado onde atua.

Eixo 3 – Estratégias de Recuperação. Se uma pessoa é atropelada e dá entrada em um hospital, o médico adota um protocolo: primeiro, salvar a vida; segundo, salvar o órgão; terceiro, salvar a função.

Ou seja, a prioridade é salvar a vida do paciente para, em seguida, salvar os órgãos e, depois, salvar as funções. É mais ou menos a mesma coisa para salvar as finanças de uma organização empresarial ou familiar. A estratégia deve incluir as principais medidas e operações capazes de recuperar o negócio e sobreviver.

Eixo 4 – Plano de Ação. Na sequência dos eixos anteriores, elaborar um plano com as ações necessárias, descrição operacional de cada uma, responsável, data de início e data de conclusão. Para cada ação, o responsável deve ter um roteiro de tarefas e seguir o caminho de executar, avaliar, revisar, corrigir, concluir. Mas, importante: é preciso trabalhar e executar tudo com método, disciplina, ordem e rigor nas fases de diagnóstico, de planejamento e de execução.

É um momento difícil e não há milagres nem caminho curto. Reerguer uma organização abalada pela crise, assim como superar uma crise financeira familiar, é um processo árduo e trabalhoso, que exige sensibilidade para entender a realidade, inteligência para planejar e eficiência para executar. Por fim, vale um exercício intelectual que responda a uma pergunta: o que aprendemos com essa crise?

*José Pio Martins, economista, reitor da Universidade Positivo

 

 

 

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Assessora responsável pelo projeto de Reforma Tributária do Governo Federal dará palestra para executivos financeiros no Paraná

Assessora responsável pelo projeto de Reforma Tributária do Governo Federal dará palestra para executivos financeiros no Paraná

Convidada especial do IBEF-PR, Vanessa Rahal Canado irá discutir os principais aspectos da proposta em webinar na próxima quinta-feira (20)

Há mais de um ano sendo discutida por deputados e senadores, a proposta de Reforma Tributária no Brasil já passou por diversas modificações e ganhou recentemente mais um novo capítulo. Com tantas idas e vindas, somente no mês passado o governo federal conseguiu apresentar a primeira parte de sua proposta por meio do Projeto de Lei (PL) nº 3.887/2020. Antes mesmo da pandemia, muitas empresas já sofriam as consequências do sistema tributário no país que, diante de tanta complexidade, necessita de uma simplificação ou unificação dos tributos cobrados das organizações.

Com objetivo de debater os principais aspectos propostos no PL 3.887/2020 e esclarecer as dúvidas dos profissionais da área, o Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Paraná (IBEF-PR) convidou a Assessora Especial do Ministro de Estado da Economia e responsável pelo Projeto de Reforma Tributária do Governo Federal, Vanessa Rahal Canado para abordar o tema em um webinar na próxima quinta-feira, dia 20 de agosto, às 18h30.

O assunto considerado prioritário para a retomada da economia brasileira também contará com a contribuição do diretor tributário do Grupo O Boticário, Gustavo Bizinelli, e do vice-presidente Tax South América da Volvo do Brasil, Augusto Flores, que debaterão o tema na perspectiva do setor de varejo e da indústria. O impacto da reforma tributária no setor de serviços também será discutido no evento. Hadler Martines, sócio da PwC Brasil e membro do comitê tributário e empresarial do IBEF- PR, conduzirá o assunto. O debate será mediado pelo Sócio na Gaia, Silva, Gaede & Associados e Coordenador do Comitê Tributário e Empresarial do IBEF-PR, Frederico Rodrigues da Cunha.

A atual proposta do governo federal pretende extinguir o PIS e a Cofins e substituir pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Para o setor de serviços, a carga passaria da faixa entre 3,65% e 9,25%, para 12%, pois possui uma base de créditos reduzida. De acordo com Martines, a criação da CBS irá simplificar, fazendo com que as empresas gastem menos tempo para fazer o pagamento e recolhimento de tributos. Porém, um possível aumento da carga tributária pode diminuir a competitividade das empresas brasileiras em um momento em que a concorrência global de investimentos está cada vez maior, na medida em que a crise econômica decorrente da Covid-19 afetou países do mundo todo.

"Falaremos sobre o desafio de se fazer uma reforma tributária, que é essencial para dar mais oportunidades às empresas brasileiras, mas tomando muito cuidado em não se aumentar a carga tributária, tendo em vista especialmente a crise econômica que estamos passando. As empresas já estão trabalhando com margens reduzidas, custos elevados e muitas até com prejuízos”, explica o sócio da PwC Brasil.

O evento online acontecerá das 18h30 às 20h00, por meio da plataforma online Zoom, e recebe o patrocínio de gestão da PwC Brasil e do escritório Gaia Silva Gaede & Associados. A transmissão é gratuita e para participar é necessário inscrever-se antecipadamente.

Reforma tributária: momento de convergência

Dia: Quinta-feira, 20/08

Horário: Das 18h30 às 20h00

Evento online e gratuito, transmitido pela plataforma Zoom.

Inscrição: https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_sWmO7FT9Rx2O8a2KLsNavg

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Hospital de Clínicas faz testagem em massa dos profissionais com apoio dos Amigos do HC

 

 

 

Hospital de Clínicas faz testagem em massa dos profissionais com apoio dos Amigos do HC

Todos os servidores, residentes e terceirizados foram testados para Covid-19 com testes doados pelos Amigos do Hospital de Clínicas.

O Complexo Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná com o apoio dos Amigos do HC realizou a testagem em massa de seus servidores, residentes e terceirizados. Foram testados 2.661 servidores, 426 residentes e 670 funcionários terceirizados, totalizando 3.757 testes com o investimento de R$ 345 mil em recursos provenientes da Associação. A testagem em massa aconteceu entre 16 de junho e 25 de julho e demonstra a preocupação em zelar pela saúde dos trabalhados proporcionando mais segurança nos diversos ambientes de trabalho do hospital.

O trabalho de coleta de material para os testes foi realizado pela Unidade de Laboratório de Análises Clínicas (ULAC) do Hospital de Clínicas, com a participação dos residentes em Análises Clínicas com a coordenação da farmacêutica Regielly Caroline Raimundo Cognialli, do técnico Maurício Becher e da chefe do laboratório Marisol Domingues Muro. A coleta foi feita nos próprios locais de trabalho dos profissionais, evitando a circulação de pessoas pelo hospital.

Segundo o chefe da Divisão Diagnóstico e Terapêutico do Hospital de Clínicas, Dr. Railson Henneberg, a mobilização da equipe e o trabalho em conjunto com o apoio dos Amigos do HC possibilitou a testagem em massa. “O HC sempre foi pioneiro em suas ações e a testagem em massa durante a pandemia comprova essa vocação do hospital em ser referência, proporcionando maior segurança aos profissionais que estão na linha de frente de atendimento”, destaca.

Os casos positivos encontrados na testagem em massa foram encaminhados ao Serviço de Segurança do Trabalho do HC (SOST), onde é realizada a tele orientação médica, serviço criado para o atendimento do público interno do HC durante a pandemia. Após a avaliação médica, caso necessário, os profissionais realizaram o teste confirmatório para a Covid-19, por meio do PCR-RT.

Além da testagem em massa, é importante frisar que, desde o início da pandemia de Covid-19, os trabalhadores que apresentam sintomas da doença sendo encaminhados ao SOST e testados de acordo com o protocolo da instituição, garantindo a segurança dos profissionais e das equipes do HC.

 

 

 

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Startup Desintech apresenta plataforma que elimina Covid-19 dos calçados em apenas 10 segundos ao prefeito Rafael Greca

 

 

 

Startup Desintech apresenta plataforma que elimina Covid-19 dos calçados em apenas 10 segundos ao prefeito Rafael Greca

O empresário Marcio Bellesi esteve na prefeitura de Curitiba nesta terça-feira (18) para apresentar uma novidade ao prefeito Rafael Greca, o Desintech Shoes. O produto, desenvolvido pela startup paranaense Desintech, da qual Bellesi é investidor, é certificado pelo Laboratório de Virologia da Unicamp, e elimina 99,99% dos agentes virais presentes nas solas dos calçados em apenas 10 segundos. Durante o encontro o prefeito foi presenteado com uma plataforma Desintech Shoes, que têm lâmpadas ultravioleta com a tecnologia UV-C, reconhecida mundialmente no combate ao coronavírus. “Desejo que os empreendimentos floresçam em Curitiba e parabenizo a iniciativa da Desintech, que visa fomentar o comércio, gerando empregos e renda”, afirmou Greca.

Sobre o Desintech Shoes

A startup curitibana Desintech criou uma plataforma que elimina 99,99% dos agentes virais presentes nas solas dos calçados. Com a tecnologia UV-C, reconhecida mundialmente no combate a vírus e bactérias, a Desintech Shoes é a única do segmento a receber um laudo técnico atestando sua eficácia contra o coronavírus. Esse laudo foi emitido pelo Laboratório de Virologia do Instituto de Biologia da UNICAMP. A startup, que já recebeu aportes de investidores paraenses, espera comercializar 10.000 unidades ainda neste semestre. O próximo lançamento será a cabine de higienização de carrinhos e compras de supermercado, que também já foi avalizada e recebeu o mesmo laudo de eficácia da Unicamp.

 

 

 

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