Depois do Drive Thru, da Vitrine Virtual e do delivery, clientes de shopping center ganham coworking

 

 

 

Depois do Drive Thru, da Vitrine Virtual e do delivery, clientes de shopping center ganham coworking

Ventura Shopping de Descontos, de Curitiba, cria espaço para atender quem não dispõe de infraestrutura para estudar e trabalhar, ou precisa resolver alguma situação emergencial

A pandemia do novo coronavírus tem revolucionado os serviços do varejo. Aplicativos, lockers, drive thru, vitrines virtuais, delivery e vários outras comodidades passaram a ser oferecidas aos clientes para aumentar as vendas, mantendo a segurança que o momento exige. Agora, uma outra novidade lançada pelo Ventura Shopping de Descontos, de Curitiba, beneficia os consumidores - principalmente aqueles que não dispõem da estrutura necessária para trabalhar ou estudar. É um coworking equipado com cadeiras, mesas e internet WiFi, disponibilizado de forma gratuita aos clientes.

Dados do levantamento "TIC Domicílios 2019", realizado pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic), aponta que aproximadamente 30% dos lares no Brasil não têm acesso à internet. "Essa é uma triste realidade e um grande desafio para pessoas que precisam estudar, trabalhar ou, até mesmo, procurar um emprego de forma remota", destaca a gerente de marketing do Ventura Shopping, Daniela Leal, idealizadora do projeto.

Além de ajudar quem não dispõe de infraestrutura, o espaço também atende aos consumidores que estão fazendo compras e precisam resolver algum problema do trabalho, participar de uma reunião ou atualizar as demandas do dia.

“Sabemos que, nos dias de hoje, o shopping é um life center. Por isso, pensamos nessa solução de oferecer um espaço para trabalho ou estudo com o intuito de facilitar ainda mais a vida de nossos clientes. Esperamos que seja útil e ajude quem mais precisa, além de ser uma grande inovação para o mercado”, avalia Daniela.

O coworking foi desenvolvido em parceria com a Sorama Móveis, que possui loja no shopping e aplicou um projeto sob medida para o empreendimento. O espaço está localizado no setor azul e segue todas as medidas de distanciamento social e de segurança recomendadas pelos órgãos de saúde.

 

 

 

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Inovações e adaptações no varejo beneficiam consumidor

 

 

 

Inovações e adaptações no varejo beneficiam consumidor

Frente aos desafios encontrados no setor, shopping centers oferecem praticidade, disponibilidade e novas opções de entrega

Diante da pandemia e necessidade de distanciamento social, novos modelos e formas de atrair o consumidor estão surgindo e se aprimorando para facilitar a vida dos consumidores do setor de varejo. Seja por ações digitais, compras por meio de totens e apps, lockers, drive thru, delivery e compras presenciais em formatos diferenciados, a pandemia trouxe uma nova realidade que exigiu adaptações por parte dos shopping centers e dos lojistas. As novidades são uma forma de recuperar o tempo perdido enquanto as operações estavam suspensas, alavancar as vendas e facilitar a vida de quem vai às compras, presencialmente ou não.

Na última semana, a Prefeitura de Curitiba decidiu ampliar o horário de funcionamento dos shoppings (das 12 às 22h), já que os empreendimentos têm se mostrado seguros e rigorosos com as medidas sanitárias. O Palladium Shopping Center é um dos exemplos de empreendimentos que ampliaram os cuidados e criaram novos canais de vendas e logística. Entre as novidades, estão os armários inteligentes de autoatendimento, chamados de "lockers". Os clientes realizam a compra com os lojistas do shopping de forma online e a retirada do produto acontece no armário, com total segurança e sem contato direto com o atendente. Outra alternativa de alavancar as vendas é feita por meio da ação “Fechado com Você”, um canal de vendas ao vivo e online, que divulga ofertas de produtos exclusivos das lojas do empreendimento do Grupo Tacla.

De acordo com a Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce), 56% dos shoppings em todo o País estão realizando vendas no formato drive thru. Já nas entregas via delivery, a adesão é de 81% dos empreendimentos, desde o início da pandemia.

Os investimentos e adaptações dos canais de vendas nos empreendimentos trazem mais opções para o consumidor. “É importante para nós estarmos inseridos nas novas formas de consumo e, principalmente, nos preocuparmos com a segurança. Agora é possível realizar compras de forma online e retirá-las por meio de drive thru, delivery e lockers. E, ainda, o shopping está aberto e seguindo todas as medidas sanitárias e de segurança exigidas pelo Ministério da Saúde”, comenta a gerente de marketing do Palladium Curitiba, Cida Oliveira.

Entre as ações adotadas estão o uso obrigatório de máscaras no interior do empreendimento, pontos de álcool em gel estão distribuídos por todo o mall, assim como a aferição de temperatura na entrada do shopping. Além disso, a intensificação na limpeza e desinfecção dos ambientes e das superfícies de contato, dentre outras medidas.

Para o administrador financeiro da loja Dooplex do Palladium Shopping Center Curitiba, Matheus Dalcuchi, todas essas mudanças beneficiam o consumidor, que pode optar pelo melhor formato de compra e de entrega. “É importante que o shopping esteja caminhando com as tendências de varejo, no fim, quem sai ganhando com tudo isso é o cliente. Com os shoppings abertos por mais tempo, a expectativa é começar a recuperar as vendas com mais ofertas e condições especiais de pagamento e entrega”, ressalta.

 

 

 

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Grupo IPO anuncia o IPO Plástica, centro especializado de cirurgia da face e corporal

 

 

 

Grupo IPO anuncia o IPO Plástica, centro especializado de cirurgia da face e corporal

Novo segmento de atuação agrega ao Hospital IPO com mais de 40 profissionais capacitados para procedimentos cirúrgicos em todas as áreas

Um dos setores da Medicina que mais cresce no Brasil – 25% ao ano, de acordo com o levantamento mais recente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) – os procedimentos cirúrgicos da face e do corpo passarão a ter um centro exclusivo no Grupo IPO: o IPO Plástica, com mais de 40 profissionais e sob coordenação da Dra. Elen Carolina David João de Masi e do Dr. Fabio Maniglia, ambos otorrinolaringologistas e cirurgiões da face.

Oficialmente, a iniciativa passou a funcionar no dia 5 de agosto, com um site oficial e ficha técnica dos profissionais, incluindo ainda informações complementares sobre os procedimentos. De acordo com Maniglia, observou-se dentro do Grupo IPO a necessidade ampliar a atuação no segmento, devido ao aumento da demanda e, também, como forma de orientar a população.

“O Hospital IPO já é reconhecido por ser especializado em procedimentos da face, como a rinoplastia e a otoplastia”, diz Maniglia. “Agora, complementamos com profissionais especialistas que também realizam procedimentos corporais como implante de prótese, lipoaspiração, abdominoplastia e outras cirurgias”.

Orientação à população com lives e vídeos

Paralelamente ao novo site – que dará detalhes sobre o portfólio dos cirurgiões, assim como funcionam os procedimentos – o IPO Plástica também terá uma atuação presente nas redes sociais.

Semanalmente, assim como já ocorre com o projeto IPO conecta, os profissionais irão postar conteúdos pelo Instagram para esclarecer temas que geram dúvida ao público. Da mesma forma, vídeos gravados também irão ao ar no YouTube.

“Trazer essa proximidade junto ao público é fundamental para esclarecer pontos sensíveis. Antes, a única forma de conhecer mais do trabalho de um médico era ir à instituição e saber mais.

Agora, de casa, o paciente já pode tirar suas dúvidas e marcar uma consulta com muito mais conhecimento do que busca no procedimento cirúrgico”, afirma Maniglia, que vê na ação uma forma de trazer, também, um público de todo o Brasil para o IPO Plástica.

 

 

 

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Redes sociais: espaço fértil para a indignação e a esperança

 

 

 

Redes sociais: espaço fértil para a indignação e a esperança

Diana Karam Geara e Francis Ricken

Há um inconformismo geral com o nosso cenário político atual, a indignação é generalizada e evidente em parcela significativa da população. Vivemos uma crise sanitária que, diante da má gestão do governo federal, potencializa todos os problemas sociais, que já eram graves. A mídia internacional, incluindo diversos meios de comunicação considerados conservadores, tem apontado o Presidente da República do Brasil como um dos piores gestores do mundo. Sim, já tivemos outras gestões questionáveis, mas nunca tão letais na história da democracia nacional.

O momento é de reflexão e é perfeitamente natural o comparativo com governos e representantes políticos que tiveram saídas mais audaciosas e concretas para a pandemia. E juntamente com a reflexão surgem as críticas, afinal, não temos saídas concretas do ponto de vista sanitário, de proteção à população e tão pouco da retomada do crescimento econômico pós pandemia. É absolutamente normal, dentro de modelos democráticos, que as pessoas exerçam sua liberdade e expressem seus posicionamentos, que nem sempre agradam aqueles que se encontram no poder.

Talvez o vetor mais utilizado para a propagação, divulgação e debate das questões que norteiam nossos espaços durante a pandemia seja a internet, em especial as redes sociais, que deixaram de ser meras ferramentas do cotidiano e passaram a ser nosso novo ambiente de sobrevivência e convivência. Vivemos uma era de grandes e rápidas mudanças, e isso não poderia ser diferente na política. A mesma rede social que elege e promove é capaz de rejeitar e criticar - ou seja, aquela classe política que aprendeu a usar as redes sociais em seu benefício, não consegue controlar o espaço virtual, e sofre as consequências de estar à frente do poder e ser incapaz de responder no espaço político com a mesma velocidade que responde um comentário em uma rede social. A política foi e é influenciada pelas redes sociais, mas a vida pública e a tomada de decisão não cabem em um “tweet” ou numa postagem.

Seguindo a ideia de que em solo fértil tudo cresce, desde erva daninha até árvore frondosa, observou-se nos últimos meses um movimento surpreendente de injeção de conteúdo intelectual, cultural e político fora dos tradicionais canais de comunicação. Este movimento, liderado por inúmeras pessoas comuns e influenciadores, são válvulas propulsoras para o surgimento de novas lideranças, de novas formas de participação na vida política, de novos formatos para debate. Em meio à nossa aflição política e da crise sanitária, vemos então esperança no protagonismo dos jovens influenciadores digitais que, em meio à pandemia, definiram por difundir, de forma criativa, conhecimento e debater política.

Além do aperfeiçoamento do uso das redes sociais, a autorreflexão, a organização, a conscientização, o amadurecido dos debates políticos, o empoderamento propiciado pela autonomia comunicativa das redes sociais gerou a ocupação dos espaços virtuais de forma livre e democrática. Pode ser apenas o início de uma nova onda de contestações, cooperação, articulações, empoderamento de minorias e despontar de novas lideranças, mas, é um bom início e um antídoto não só contra os valores e políticos que desejamos combater, mas também às decisões equivocadas que tanto nos afetaram.

*Texto inspirado pela obra do sociólogo espanhol Manuel Castells, Redes de Indignação e Esperança: movimentos sociais na era da internet.

Diana Karam Geara, mestre em Direitos Fundamentais e Democracia, é advogada sócia do Núcleo de Direito de Família e Sucessões do Escritório Prof. René Dotti

Francis Ricken, mestre em Ciência Política e professor da Escola de Direito e Ciências Sociais da Universidade Positivo (UP)

 

 

 

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Programa “Elas Empoderam Empreendendo” começa na segunda

 

 

 

Programa “Elas Empoderam Empreendendo” começa na segunda

Essa será a sexta turma da capacitação, totalmente gratuita e online; crescimento no número de inscrições estimulou o aumento das vagas e 41 mulheres irão participar dessa edição

Hoje, dia 17 de agosto, 41 empreendedoras iniciam um novo capítulo na história do seu negócio próprio. Todas elas foram classificadas para participar do Programa “Elas Empoderam Empreendendo”, uma iniciativa do Comitê de Empreendedorismo do Grupo Mulheres do Brasil, Núcleo Curitiba.

Essa será a sexta turma do curso de formação, totalmente gratuito e online. A capacitação é dirigida para as mulheres que escolheram o caminho do empreendedorismo para exercer sua profissão, em busca de renda e, sobretudo, da realização pessoal.

Lênia Luz, líder do Comitê de Empreendedorismo, explica que a capacitação amplia os horizontes das empreendedoras. O Programa voluntário é ministrado por facilitadoras que abordam diversos aspectos sobre gestão, marketing, liderança, questões jurídicas e planejamento, que fazem parte da rotina de quem comanda um negócio próprio. “O grande diferencial do Programa é que, em todos os módulos, as empreendedoras aprendem, na prática, como implementar melhorias, inovação e traçar metas e estratégias para o crescimento da empresa, aumentando a lucratividade e o posicionamento no mercado. É um curso “mão na massa”, totalmente voltado para a profissionalização dessas mulheres”, afirma.

O Programa Elas Empoderam Empreendendo atrai, cada vez mais, a atenção das mulheres que decidiram virar donas do próprio negócio, segundo Lênia Luz. “Alcançamos a marca inédita de 250 inscritas. Para se ter uma ideia, é o triplo das inscrições contabilizadas na última edição. Isso nos mostra que as empreendedoras estão realmente interessadas em se aprimorar com o objetivo de crescer e ter mais respaldo para enfrentar a crise econômica, que é um dos efeitos colaterais da pandemia. O aumento da procura pela nossa capacitação sensibilizou o Comitê e abrimos 41 vagas para essa edição. As turmas anteriores contemplaram 30 candidatas”, conta Lênia.

Todas as mulheres que tiveram a iniciativa de se inscrever na capacitação serão presenteadas pelas voluntárias com um encontro virtual no dia 17 de agosto. Na ocasião, Lênia Luz e mais três facilitadoras vão dar dicas para as empreendedoras que desejam tirar suas ideias do papel e colocar seu negócio em destaque, frente à concorrência. As 250 mulheres inscritas vão receber um email com todas as instruções sobre o evento do dia 17. As classificadas também serão informadas sobre o cronograma das aulas, que inicia no dia 18. Ao todo, serão 10 módulos. As aulas são realizadas sempre as terças-feiras, das 19 às 21 horas. No final, elas recebem um certificado.

Os temas abordados em cada um dos módulos são: Autoliderança e Empoderamento; Bem-estar; Parceria e sociedade; Marca, Divulgação, Redes Sociais e Inovação; Organização do Tempo e Processos; Precificação e Controle Financeiro; Modelo de Plano de Negócios (Canvas); Plano de Negócios em prática; Marketing Pessoal e Autoestima; e Comunicando seu Negócio.

O perfil das empreendedoras brasileiras

A última edição do levantamento da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizado com 49 nações, ajuda a desenhar um retrato das 24 milhões de empreendedoras brasileiras. Conforme o levantamento, por precisarem conciliar a maternidade, os afazeres domésticos e o trabalho, há uma desistência maior das mulheres que se colocam à frente do próprio negócio na comparação com os homens.

“Se no universo corporativo o preconceito contra a mulher é visto nas diferenças salariais e na baixa ocupação dos cargos de liderança, quando falamos de empreendedorismo feminino notamos que elas esbarram na dificuldade de conciliar os lados pessoal e profissional. O rendimento de muitas mulheres é inferior na comparação com os homens por conta da impossibilidade de se dedicarem integralmente ao próprio negócio. Como aponta a pesquisa da GEM, enquanto os homens dedicam, em média, 37,5 horas ao negócio, as mulheres trabalham 30,8 horas. A justificativa é simples: muitas delas precisam se desdobrar para dar conta da administração da empresa e dos cuidados com a casa e com os filhos”, observa Lênia Luz.

O Programa “Elas Empoderam Empreendendo” é uma iniciativa que, justamente, tenta reverter esse quadro e melhorar o rendimento das mulheres que escolheram trilhar a jornada do empreendedorismo.

 

 

 

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