Parceria ente SEDECON e Instituto Êxito de Empreendedorismo oferece mais de 300 cursos gratuitos

 

 

 

Parceria ente SEDECON e Instituto Êxito de Empreendedorismo oferece mais de 300 cursos gratuitos

Acordo contribuirá ainda mais para o estímulo ao empreendedorismo local e auxiliará na formação de novos empreendedores

O Instituto Êxito de Empreendedorismo firmou convênio com a Prefeitura Municipal de Bauru, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Renda, com o objetivo de auxiliar na formação de novos empreendedores locais, bem como apoiar o aperfeiçoamento daqueles que já possuem seu próprio negócio. As capacitações serão oferecidas através da plataforma online do Instituto, que possui mais de 300 cursos gratuitos. O acordo foi publicado em 30 de julho de 2020, no Diário Oficial da cidade.

“Estamos muito felizes com essa parceria. Bauru é a cidade mais populosa do Centro-Oeste paulista e desejamos proporcionar uma verdadeira transformação no empreendedorismo de lá”, afirmou o presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, Janguiê Diniz. “Acreditamos que a única maneira de transformar o nosso país é por meio da educação empreendedora, e tudo isso só será possível se unirmos forças em prol do seu desenvolvimento”, finalizou.

De acordo com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico da cidade, a expectativa é que os empreendedores do município possam aplicar os conteúdos adquiridos na plataforma em seus próprios negócios, possibilitando a disseminação de boas práticas e a imersão de novos interessados no universo empreendedor.
Em detrimento da parceria, os mais de 300 cursos gratuitos da plataforma virtual estarão disponíveis aos beneficiários. Basta acessar o site da Instituição (www.institutoexito.com.br), realizar o cadastro e, a partir daí, navegar em todo o conteúdo disponível.

Os usuários também terão acesso a mentorias online, realizadas pelo aplicativo Toolzz Mentor, por grandes nomes do empreendedorismo e sócios do Instituto, como: José Roberto Marques, presidente do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC); Janguiê Diniz, fundador do grupo Ser Educacional; Antônio Carbonari Netto, fundador do grupo Anhanguera Educacional; Carol Paiffer, presidente da Atom; João Appolinário, fundador e CEO da Polishop; Ricardo Bellino, empreendedor serial; Bruno Pinheiro, fundador da Be Academy; Gustavo Caetano, CEO da Samba Tech; João Kepler, fundador e presidente do Fundo de Investimentos Bossa Nova; Fábio Coelho, presidente do Google Brasil, entre outros.

 

 

 

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Na contramão da crise, empresas de tecnologia mantêm contratações durante pandemia

 

 

 

Na contramão da crise, empresas de tecnologia mantêm contratações durante pandemia

Com novo formato de seleção e adequações no departamento de Recursos Humanos, instituição paranaense já realizou 37 admissões e segue com vagas abertas

O mercado de trabalho foi diretamente atingido pela chegada da pandemia da Covid-19. Com o cenário instável, empresas e colaboradores assumiram posições de cautela na hora de tomar decisões. De acordo com a pesquisa “Gestão de Pessoas no Cenário da Pandemia de Covid-19”, feita pelo Instituto Locomotiva, com o apoio da Acesso Digital e do Grupo Cia de Talentos, 96% dos entrevistados declararam que os funcionários da empresa em que trabalham estariam com alguma preocupação sobre perder o emprego.

Além do medo de demissões, a pesquisa também revela que 89% dos colaboradores do setor de RH esperavam um impacto nas contratações das companhias durante a pandemia. De acordo com a responsável pelo processo de recrutamento e seleção do Instituto das Cidades Inteligentes (ICI), Cristiane Ferreira, algumas mudanças foram identificadas pelo setor. “Muitas empresas que são referências em recrutamento e seleção relatam mudanças na conduta dos interessados em vagas. As pessoas em geral estão mais atentas aos riscos de uma troca de emprego, além de considerar mais os benefícios oferecidos pela instituição”, explica.

Apesar das perspectivas negativas das pesquisas, o Instituto das Cidades Inteligentes é uma das empresas que manteve sua rotina de contratações com adaptações para o momento atual. “Antes, realizávamos as entrevistas presencialmente, agora elas são exclusivamente remotas. Os testes que antes aconteciam na sede do ICI, agora também são aplicados de forma virtual”, ressalta Cristiane.

Desde o início da recomendação de isolamento social, em meados de março, o ICI realizou 37 novas admissões de funcionários. No momento, há vagas abertas para analista de produto, analista desenvolvedor Java, assistente administrativo PcD, analista desenvolvedor Delphi, analista desenvolvedor .Net C# e especialista em inovação. Todos os detalhes das oportunidades podem ser conferidos em carreiras.ici.curitiba.org.br.

 

 

 

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O dia da vergonha

 

 

 

O dia da vergonha

Daniel Medeiros *

No dia 17 de junho de 1936, os membros do Supremo Tribunal Federal - na época chamado de Corte Suprema - decidiram não tomar conhecimento do pedido de habeas corpus impetrado pelo advogado Heitor Lima em favor de Maria Prestes, conhecida nos livros de História como Olga Benário, recolhida na Casa de Detenção, grávida, para que ela não fosse deportada para a Alemanha e que pudesse responder por seus alegados crimes aqui mesmo no Brasil.

Heitor Lima havia tido sucesso na defesa dos tenentes envolvidos no levante do Forte de Copacabana, em 1922. Luís Carlos Prestes, companheiro de Olga e principal liderança do Partido Comunista do Brasil, fora um dos principais nomes do tenentismo, embora não tivesse participado desse primeiro levante. Ele quem pediu ao doutor Heitor para cuidar do caso de Olga.

Quais eram as acusações contra ela? Ser "perigosa à ordem pública e nociva aos interesses do país", conforme dispunha o art. 113, §15, da Constituição de 1934. Quem era o acusador? O Estado, na figura do Ministro da Justiça, Vicente Rao, responsável pelo fechamento da Aliança Nacional Libertadora, presidida por Luís Carlos Prestes, e pela redação da Lei de Segurança Nacional, de caráter antidemocrático e repressor.

É preciso lembrar que, em 1936, o país estava sob Estado de Guerra, medida prevista no artigo 161 da Constituição, o que implicava a suspensão das garantias constitucionais que pudessem “prejudicar direta ou indiretamente a segurança nacional”. Some-se a isso um decreto que Vargas havia baixado em março de 1936, dois meses após a prisão de Maria Prestes, suspendendo a garantia constitucional do habeas corpus em face de “comoção intestina grave, articulada em diversos pontos do país desde novembro de 1935, com a finalidade de subverter as instituições políticas e sociais”. Referia-se à Intentona Comunista, tentativa de golpe liderada por Prestes e que teve a participação efetiva de Olga Benário.

O relator do caso no Supremo, ministro Bento de Faria, votou pelo não conhecimento do pedido. Mais do que isso: sequer atendeu a solicitação de tomar conhecimento do exame para comprovar a “alegada gravidez” da impetrante. A decisão foi acompanhada pela maioria dos ministros. Ou seja: o Supremo Tribunal Federal ignorou o pedido de uma mulher presa, grávida, alemã, judia, para não ser deportada para a Alemanha de Hitler, onde leis antissemitas estavam em vigor e, portanto, não havia como garantir sua integridade física e mesmo por sua vida. Olga morreu numa câmara de gás em 23 de abril de 1942.

O mais relevante nessa história é que o pedido de habeas corpus feito pela defesa de Maria Prestes não pedia a sua libertação, mas que ela fosse julgada no Brasil. Não havia como negar a participação dela na Intentona. Ela não negava. Mas, como bem lembrava o advogado em sua petição, "a paciente impetra habeas-corpus, não para ser posta em liberdade; não para neutralizar o constrangimento de qualquer processo; não para fugir ao julgamento dos seus atos pelo judiciário: mas, ao contrário, impetra habeas-corpus para não ser posta em liberdade; para continuar sujeita ao constrangimento do processo que contra ela se prepara na polícia; para ser submetida a julgamento perante os tribunais brasileiros. Em suma: o habeas-corpus é impetrado a fim de que a paciente não seja expulsa”.

Outro argumento usado pelo doutor Lima foi de que, o fato de Olga estar grávida, implicava que a pena de expulsão afetaria uma pessoa inocente, concebida no Brasil e, portanto brasileira, sobre a qual não poderia caber essa pena. Disse assim o advogado: "Se a lei considera na gestante duas pessoas distintas, a mãe e o nascituro; se a Constituição estatui que nenhuma pena passará da pessoa do delinqüente […] – se a expulsão é uma pena; se tal pena alcançará em seus efeitos o filho da expulsanda, embora ainda não nascido: segue-se que o decreto de expulsão, além de ferir o preceito constitucional protetor da maternidade, ofende ainda o princípio da personalidade da pena. […] Maria Prestes sustenta que o seu filho é brasileiro, foi concebido no Brasil, quer nascer e viver no Brasil. Como brasileiro, tem o direito de não ser expulso do Brasil”.

De nada adiantaram esses apelos à razão, aos princípios do Direito, ao bom senso e à compaixão por uma mulher grávida. A Corte fechou seus ouvidos ao risco de morte de uma mulher e sua filha para atender a um decreto do aspirante a ditador, subordinando-se às circunstâncias ideológicas de um momento em vez dos imperativos permanentes do Direito e da Moral. E votou e despachou sem dores na consciência, mandando-a às favas, como mais tarde, em outra ditadura, outro Ministro também o fez.

Sobre o relator Bento de Farias - que depois tornou-se presidente da Corte Suprema, pode-se ler ainda hoje no site do STF: “As notáveis obras, repletas de ensinamentos que publicou, denotam sua alta cultura jurídica e são consideradas por todos os jurisconsultos fontes primorosas da ciência do Direito”.
Sem dúvida, ainda temos muito o que aprender com a história para evitar que dias vergonhosos como esse se repitam. Como farsa, sempre como farsa.

Daniel Medeiros é doutor em Educação Histórica e professor de História no Curso Positivo

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Live In Drive In lança conceito inédito em shows com camarotes exclusivos para carros

 

 

 

 

Live In Drive In lança conceito inédito em shows com camarotes exclusivos para carros

Numa área de 100 mil metros quadrados, com espaço para 420 carros e uma mega estrutura que conta com dois telões de led de 100 metros quadrados cada, o "Live In Drive In", localizado no Bioparque, inaugura o maior espaço de entretenimento em tempos de pandemia do COVID-19, em Curitiba. O grupo de pagode Menos É Mais fará o primeiro show do novo espaço no dia 5 de setembro.

Com muito conforto e segurança, cada carro ficará num camarote cercado de 24 metros quadrados que contará também com mesa e banquetas onde as pessoas poderão assistir aos shows de fora do carro. Serão permitidas quatro pessoas por veículo. De uma área para a outra haverá um distanciamento de dois metros nas laterais e quatro metros à frente e atrás.

Considerado o grupo de pagode do momento, o Menos é Mais se apresenta pela primeira vez em Curitiba. Com origem em Brasília, ele ganhou destaque quando Neymar compartilhou um vídeo ouvindo o pagode deles em suas redes sociais, fazendo da banda a sensação do momento para os fãs do ritmo.

A venda dos ingressos será a partir do 14 de agosto pelo disk ingresso. Outras atrações confirmadas no Live In Drive In são; Marcelo D2, dia 18 de setembro, Sorriso Maroto 19 de setembro, Luana Prado, no dia 25 de setembro, Belo no dia 10 de outubro e Pixote no dia 24 de outubro. Em breve mais shows serão anunciados.

Sessões de Cinema como foco social

Com foco 100% social, o Live In Drive In espera arrecadar 30 toneladas de alimentos nas sessões de cinema que irá realizar. Para ter acesso aos filmes, é preciso fazer a reserva no disk ingressos e levar pelo menos três quilos de alimentos por carro nas sessões.

Os filmes serão exibidos em parceria com a Paris Filmes. Já estão confirmadas as sessões de Jogos Vorazes, Turma da Mônica, Jogos Mortais, a Bruxa, entre outros.

Serviço:

Bioparque – Avenida Salgado Filho, 7636 – Uberaba

Ingressos: Disk Ingressos

Site: www.liveindrivein.com

Instagram: @liveindrivein

 

 

 

 

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Calendário de eventos online cresce 25% em 2020, diz pesquisa

 

 

 

Calendário de eventos online cresce 25% em 2020, diz pesquisa

Pandemia é o principal motivo do crescimento; uma das entidades que se adequou foi a Amcham (Câmara Americana do Comércio)

Com a pandemia da covid-19, a maioria dos eventos presenciais foram cancelados para evitar aglomerações e os eventos online surgem como oportunidade para as empresas. Além de shows por meio das transmissões ao vivo, aderidos por muitos artistas, reuniões e outros eventos foram readequados para o novo momento.

De acordo com pesquisa realizada pelo site Feiras do Brasil, os eventos online cresceram e já representam 25% do calendário de 2020 no País. A publicação afirma que o segundo trimestre do ano foi o que teve mais destaque até o momento, tendo mais de 230 eventos realizados ou agendados de forma online.

No Paraná, segundo a pesquisa, foram 25 eventos online no período. Uma das instituições que precisou se adaptar por conta da mudança foi a Amcham Curitiba. A Câmara Americana de Comércio, que tem como um de seus principais pilares os encontros presenciais para networking entre seus associados, precisou se adequar à nova realidade. Para o gerente regional da instituição, Gustavo Silvino, essa é uma oportunidade para testar novos formatos. ‘‘A Amcham tem promovido seus eventos de forma online e se aprimorado ainda mais em fazer com que os associados, governo e sociedade se conectem cada vez mais mesmo nesse momento delicado’’, diz. ‘‘As discussões que pautam esses eventos, são quase sempre voltadas à possíveis soluções que as empresas e lideranças podem ter durante a pandemia e que os ajude a fazer com que seus negócios continuem funcionando e ajudando a sociedade’’, afirma.

Webinars

A Amcham Curitiba tem eventos online programados até setembro de 2020. Os webinars e seus temas podem ser conferidos no link https://www.amcham.com.br/calendario.

Além disso, a instituição oferece rodadas de networking, ciclos de mentorias voltados às pequenas e médias empresas e grupos de benchmarking. O aplicativo da Amcham Brasil, disponível para Android e iOS, também é uma das maneiras de ter ainda mais experiências e informações sobre a atuação da entidade e a programação de eventos.

 

 

 

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