Ekôa Park reabre para turismo com novas atrações e medidas de segurança contra a Covid-19

 

 

 

Ekôa Park reabre para turismo com novas atrações e medidas de segurança contra a Covid-19

Localizado dentro da maior área contínua remanescente de Mata Atlântica, parque ganhou novas instalações artísticas e de entretenimento, com experiências imersivas, circuitos de atividades e opção de cestas de picnic ao ar livre

Em agosto, o Ekôa Park voltou a receber turistas após 4 meses de suspensão das atividades, devido à pandemia do novo coronavírus. Agora, o parque oferece uma experiência imersiva na natureza, com novas atrações e medidas regulamentadas pelo município para que as pessoas possam voltar para a natureza em segurança. Com o aval do Ministério Público e da Prefeitura, a cidade de Morretes está recebendo turistas, que precisam agendar a visita previamente, com cadastro no site morretesdestinocerto.com.br.

Além das atrações como arvorismo, tirolesa, trilhas com diferentes níveis de dificuldade, túnel sensorial pela mata, rapel e voo cativo de balão, o parque traz em sua reabertura novas atividades artísticas e de entretenimento. Uma delas é o cilindro humano, que agora substitui a tradicional bolha humana, promovendo diversão com maior circulação do ar e conforto. As opções de trilhas guiadas foram aperfeiçoadas, trazendo histórias sobre as expedições indígenas que aconteciam no local, além de uma imersão na natureza, com conhecimentos sobre a fauna e a flora da região.

Na gastronomia, o Oka Restaurante também teve modificações, com a transição do buffet para pratos a la carte e cestas de picnic para as famílias consumirem ao ar livre. As cestas trazem opções de sanduíche de barreado, caprese vegetariana, caponata de bananeira com pasta de gorgonzola, sanduíche vegano com pão de fermentação natural e sem glúten, além de quiche de cogumelo ou palmito, brownie, salada de macarrão com cogumelo e frutas da estação.

Segundo a diretora do Ekôa Park, Tatiana Perim, o empreendimento está com novas propostas de atividades para que as pessoas voltem a sentir - mesmo durante a pandemia - os benefícios da natureza, principalmente como uma forma de trazer o bem-estar quebrando a rotina agitada do dia a dia. “Em função do momento que estamos vivendo, reabrimos o parque com toda a segurança, oferecendo novas atrações, respeitando o distanciamento e as medidas de segurança, mas com a imersão na natureza ao mesmo tempo. Na parte gastronômica, por exemplo, as pessoas pedem sua cesta no restaurante e podem escolher um dos lugares incríveis do parque, afastado de todos, para fazer uma refeição deliciosa, com produtos naturais e ingredientes da região”, explica.

O parque também investe fortemente em conceitos artísticos como forma de imersão na natureza. A Alameda das Artes foi construída inspirada na Serra da Graciosa, atravessando todo o parque, com instalações que tem o intuito de despertar e provocar novas percepções a respeito da relação do homem com a natureza. As novas atrações criam cenários lúdicos, associados a elementos naturais, para promover a reflexão do público sobre o distanciamento da natureza, a desconexão com a tecnologia e o poder dos sonhos e da imaginação.

Os turistas podem visitar o Ekôa Park de sexta a domingo e nos feriados, das 9 às 17 horas, na Estrada da Graciosa, no quilômetro 18,5. Todas as visitas precisam ser agendadas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., para depois seguir as regras da Prefeitura de Morretes e se cadastrar no site morretesdestinocerto.com.br para gerar um QR code, que deverá ser apresentado nas barreiras sanitárias. Dentro do Ekôa é obrigatório o uso de máscara e o distanciamento mínimo de dois metros entre as pessoas. O limite de visitantes é de 100 pessoas por dia.

Os ingressos custam a partir de R$ 60 a inteira e R$ 30 a meia-entrada, com opções de pacotes e atividades avulsas para toda a família. Mais informações estão disponíveis no site ekoapark.com.br.

 

 

 

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Produto recebe laudo comprovando eficácia no combate ao coronavírus

 

 

 

Produto recebe laudo comprovando eficácia no combate ao coronavírus

Hoje ler a seguinte informação “considerando que houve inativação de 99,99% da contaminação viral, pode-se concluir que o produto foi eficaz, e, portanto, recomendamos o uso como agente virucida para os vírus do grupo Coronavírus a partir de 5 minutos de contato”, é ter esperanças enquanto não se tem uma vacina ou protocolo de tratamento .

O Higienizador Preventivo recém lançado produto da indústria paranaense Nano4you recebeu na última semana, o laudo do Instituto de Biologia da Unicamp, comprovando sua eficácia contra os vírus testados: Coronavírus cepa MHV-3 gênero Betacoronavirus (mesmo gênero das espécies SARS-1-CoV, SARS 2- CoV, MERS e outros). Além desse laudo, o produto ainda possui a avaliação da ASR – Analytical & Scientific Resarch (ASR 0073.0056.20) e do LCQPq (Laboratório Controle de Qualidade e Pesquisa).

“Desenvolver um produto que realmente ajudará a população na higienização de ambientes contra o coronavírus foi, sem dúvida alguma, uma contribuição da Nano4you. Ainda mais um produto inodoro e não tóxico”, enaltece Fabiano Polak, diretor científico da Nano4You. “O HP dissolve a cápsula de gordura que envolve o vírus, dando ao ambiente uma limpeza e higienização adequada”, explica. O produto, além de não ser tóxico, possui PH neutro, não promovendo corrosão de material ou queimadura na pele.

A aplicação do produto é simples. Pode ser utilizado em superfícies como pisos em geral, mesas, bancadas, paredes, metais, madeiras, plásticos, borrachas, tecidos, vidros e etc. O produto deve ser aplicado diretamente sobre a superfície, espalhando uniformemente com um pano limpo, sem necessidade de enxague. Já no caso de tecidos roupas, uniformes, todos os tipos de calçados, tapetes, cortinas, sofás e estofamentos deve-se pulverizar uma camada somente, e simplesmente deixar secar. Em máquinas, equipamentos, ferramentas, utensílios esportivos, lazer ou profissional de qualquer natureza o ideal é aplicar e espalhar com pano ou esponja.

O produto pode ser encontrado em embalagem pump Spray (500ml), já pronta para uso. Já nas demais embalagens, o produto pode ser diluído em até 40 partes iguais de água.

Hoje o produto já é encontrado em algumas redes supermercadistas, e também a compra pode ser realizada online, pelo site www.mmnacional.com.br com a sugestão de preço de R$59,90 o galão de 5litros, que diluído em água, faz 200 litros e corresponde ao investimento de R$0,29 por litro de Higienizador Preventivo.

 

 

 

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A indicação de Kamala Harris e o papel do vice-presidente dos EUA

 

 

 

A indicação de Kamala Harris e o papel do vice-presidente dos EUA

A escolha do vice-presidente nos regimes republicanos é uma decisão que envolve: a capacidade de atrair um perfil de eleitores complementar ao eleitor tradicional do presidente; a característica da coalização partidária, que a chapa presidencial está inserida; o potencial de sucessão presidencial.

A primeira variável que condiciona a escolha do vice é a força eleitoral que essa indicação estabelece para a chapa presidencial. É a primeira, porque tudo depende da vitória da dupla na disputa. No caso de Harris, o perfil que essa candidata incorpora para a campanha de Biden é notória. Mulher. Primeira possível vice-presidente. Negra. Procuradora. A dupla Biden-Harris dialoga com o eleitor branco e o eleitor negro. Com homens e mulheres. Com a versão moderada dos democratas e a versão mais progressista desse mesmo partido.

A segunda característica que influencia a escolha do vice-presidente é a característica da coalizão partidária. Em sistemas multipartidários, essa relação é percebida com mais nitidez, dado que presidente e vice pertencem a siglas partidárias distintas. No caso de sistemas bipartidários, como é o caso do norte-americano, o peso dessa escolha implica uma relação intrapartidária. A disputa estabelecida ao longo das primárias, e que já estabelece os candidatos com maior potencial eleitoral, é um indicador que condiciona o capital eleitoral que pode ser incorporado na composição entre presidente e vice. No caso de Harris, apesar das divergências criadas com Biden durante as primárias, o capital eleitoral adquirido por essa candidata democrata, após a onda de protestos antirracistas, que convulsionaram a sociedade americana, impulsionou seu nome para a vice presidência. Senadora, negra, procuradora, democrata, mulher.

O terceiro motivo que impulsiona a escolha do vice, o potencial de sucessão presidencial, é diretamente percebido pela histórica relação entre antigos vice-presidentes, como futuros presidentes. Alguns números demonstram isso nos últimos anos. Do presente ao passado, o atual candidato Joe Biden, foi o vice do presidente Barack Obama. O vice-presidente Al Gore, perdeu por pouco, em uma disputa eleitoral acirrada com o presidente republicano George W. Bush. O pai de George W. Bush, vice de Ronald Reagan, ocupou a presidência no início dos anos 1990. Essa lista continua nos anos 1980 com Gerald Ford, antigo vice presidente de Richard Nixon, ao longo dos anos 1970. Ou seja, a vice presidência é uma porta de entrada eleitoral para a presidência.

Em suma, a escolha de Kamala Harris para o cargo de vice-presidente dos EUA na candidatura democrata, ilustra um conjunto de elementos que influenciam o processo de escolha de vice-presidentes em regimes republicanos: a capacidade de atrair eleitores, a coesão partidária, e o potencial sucessório.

André Frota é mestre em Ciência Política. Professor de Relações Internacionais e de Geociências, vinculado à Escola de Gestão Pública, Jurídica, Política e de Segurança, bem como à Escola Superior de Educação do Centro Universitário Internacional Uninter

 

 

 

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Uma vitória histórica: a lei 14.038/20 e a regulamentação da profissão de historiador

 

 

 

Uma vitória histórica: a lei 14.038/20 e a regulamentação da profissão de historiador

Foi com grande alegria que os profissionais da área de História receberam, no último dia dezoito de agosto, a notícia da aprovação da lei 14.038/20, que regulamenta a profissão de historiador. Trata-se de uma longa reivindicação que vem sendo discutida desde muitos anos e que, recentemente, tornou-se polêmica em virtude do veto presidencial ao projeto desta lei (PL 368/2009), de autoria do senador Paulo Paim. Após consulta pública, o Senado Federal aprovou este projeto de lei por unanimidade o qual, contudo, esbarrou no veto do Poder Executivo em abril deste ano. A justificativa foi a de que o projeto seria inconstitucional e feria o livre exercício da profissão.

Equivocadamente, setores da sociedade passaram a considerar a regulamentação da profissão uma tentativa de controle ideológico e cerceamento à liberdade de expressão, evocando o artigo 5º da Constituição Federal, inciso XIII, que garante o “livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão”. No entanto, o mesmo artigo é claro ao afirmar que o exercício da profissão é livre, desde que “atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer”.

Longe de limitar a liberdade de expressão, regulamentar a profissão de historiador significa reconhecer que a produção do conhecimento histórico não pode ser obra de amadores ou aventureiros, sob o risco de se processarem graves dados à memória histórica. Fazer História (com H maiúsculo) significa dedicar-se ao estudo do passado com amparo científico, seguindo princípios longamente estabelecidos pela comunidade acadêmica e que dão validade às análises resultantes dos processos de investigação. Sendo assim, o trabalho do historiador é orientado por regras e princípios que o tornam algo diverso de simples opiniões ou de um mero acúmulo de informações. O historiador, como qualquer cientista, formula hipóteses, ampara-se em evidências (as chamadas fontes históricas) e usa métodos específicos de análise e tratamento de fontes cujo intuito é afastá-lo do perigo de distorções históricas ou de produzir análises meramente especulativas. Partindo do cruzamento de evidências, da investigação dos limites e valores de suas fontes e de um incessante trabalho de crítica e leitura, o historiador refuta ou comprova suas hipóteses para, então, redigir os resultados de pesquisa. Estes, para que sejam validados, precisam passar pela aprovação da comunidade científica, em bancas de mestrado, doutorado e pareceristas de revistas indexadas. É um trabalho longo e exaustivo demais para ser resumido a meras opiniões.

Em termos práticos, a lei significa o reconhecimento social e profissional dos historiadores e afeta todos os níveis, incluindo a Educação Básica. O artigo 4º da Lei 14038/20 prevê como uma das atribuições dos historiadores o exercício do “magistério da disciplina de História nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio”, assegurando o exercício deste ofício àqueles portadores de um diploma de curso superior, mestrado ou doutorado em História, desde que cumprida a exigência de licenciatura prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). Ainda de acordo com o mesmo artigo, entidades que prestam serviços em História precisarão manter, “em seu quadro de pessoal ou em regime de contrato para prestação de serviços, historiadores legalmente habilitados”, abrindo possibilidades de contratação para os profissionais do campo.

Por estes motivos, a regulamentação da profissão do historiador é uma vitória histórica. Em uma era de disseminação de negacionismos históricos disfarçados de revisionismo e verdades absolutas, é um alívio saber que o exercício da atividade está assegurado, a partir de agora, aos profissionais dotados das competências e habilidades técnicas que o ofício exige. A regulamentação do trabalho do historiador era uma necessidade urgente não apenas para a produção acadêmica e intelectual, mas fundamental para contribuir com a melhora da qualidade da educação ofertada em nosso país. A contratação de profissionais sem habilitação específica na área para ministrar conteúdos de História pode minar de forma permanente nossa relação com o passado, impedindo que possamos agir de forma mais consciente sobre nossa realidade presente e perspectivar o futuro de forma construtiva.

Maria Thereza David João é doutora em História Social e professora da área de Linguagens e Sociedade do Centro Universitário Internacional Uninter

 

 

 

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Perfil no Instagram se transforma em “respiro” para aliviar estresse

 

 

 

Perfil no Instagram se transforma em “respiro” para aliviar estresse

A designer Ale Nogueira e a jornalista Isabela França iniciaram, em dezembro de 2019, um projeto de transformação da Revista Mais em uma plataforma de notícias com foco na estética do belo e do inusitado. Com a pandemia e o consequente isolamento social, tiraram o pé do acelerador do projeto e mantiveram as publicações no Instagram.

O que elas não imaginavam era que o perfil da rede social criaria um grande engajamento de pessoas que buscavam na internet um espaço para fugir do cotidiano. “Sabíamos que o conceito da Mais era trazer coisas boas e bonitas para o público, pois já tínhamos tido a experiência da revista impressa, que circulou por sete anos”, explica a designer e idealizadora da revista, Ale Nogueira. Porém, o feedback que o perfil do Instagram obteve foi além disso.

“Notamos que as pessoas estavam ávidas por coisas leves. O noticiário pesado e amedrontador da pandemia e a necessidade de isolamento deixaram todos mais sensíveis e as nossas postagens passaram a ser um respiro neste cotidiano estressante”, conta. Com isso, a ideia foi ganhando outros contornos e cada vez mais se foca em trabalhos, serviços e produtos que tornam o mundo um lugar melhor e mais bonito.

Amigas desde a infância

Ale e Isabela são amigas desde o colégio. Escolheram áreas afins na faculdade e já trabalharam juntas em muitos projetos bem-sucedidos de comunicação. Fora do ambiente profissional, a dupla tem como marca registrada o bom gosto e a contemporaneidade. Apreciam bem estar, arte, design, arquitetura, moda, gastronomia, vinhos e viagens. Estas áreas de interesse comuns compõem o universo contemplado pela Mais.

Elas contam que todos os trabalhos que desenvolveram nestas áreas acabavam sendo feitos com muito prazer. “É bom trabalhar com o que se gosta”, dizem. Foi o que acabou acontecendo com o perfil da Mais no Instagram. “Como nós estávamos sensibilizadas e precisando de um ‘carinho’ fomos pouco a pouco colocando isso nas nossas publicações e percebemos que havia muito mais gente na mesma situação”, comentam. A ideia, agora, é que a plataforma digital da Revista Mais enfatize este viés, criando um círculo virtuoso de coisas boas e belas na linha do “gentileza gera gentileza”.

 

 

 

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