Startup cria comunidade para debater o futuro da construção civil após crise do Coronavírus

 

 

 

Startup cria comunidade para debater o futuro da construção civil após crise do Coronavírus

Objetivo é reunir empresas e profissionais para discutir sobre o futuro da construção civil, que estavam se preparando para uma retomada em 2020

Nos últimos dias, o Brasil e o mundo só falam de um assunto: a COVID-19, o novo Coronavírus. O Governo decretou estado de emergência e a maior parte do comércio, escolas e empresas decidiram paralisar as atividades, como forma de evitar o contágio do vírus entre as pessoas. E com a construção civil não seria diferente. Depois de cinco anos em crise, 2020 era o ano da retomada no setor, que vibrava com a taxa Selic em baixa, no patamar de 4,5% ao ano, a menor porcentagem desde 1999.

Mas, e agora? Como ficará o futuro do ramo com a crise na saúde?

Para discutir e debater este assunto a Celere – startup e consultoria de eficiência em construção civil, criou a comunidade reaCELERE, com o objetivo de unir e ajudar os envolvidos do setor imobiliário, através de conexões de clientes e parceiros da startup, além de pessoas relevantes do setor ou interessados que queiram aderir ao movimento. “Queremos entender o que as incorporadoras e construtoras de diversas localidades estão tomando de medidas, assim como trazer notícias e conteúdo de especialistas. Vamos formar uma comunidade para trocar experiências e compartilhar lições aprendidas”, afirma Raphael Chelin, engenheiro civil e co-fundador da Celere.

Quer fazer parte da comunidade? Na próxima quarta-feira, dia 1º de abril, a partir das 16 horas, será realizada a primeira live para discutir o tema pelo perfil no instagram @celereconsultoriadeengenharia.

 

 

 

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Barion cria novos canais de venda para atender a demanda de Páscoa

 

 

 

Barion cria novos canais de venda para atender a demanda de Páscoa

Com a expansão do Covid-19, a marca lança alternativas para que o consumidor não deixe de comemorar a data

A situação mundial atual está mexendo não só com a rotina diária das pessoas, mas também com as datas comemorativas. Com a proximidade da Páscoa, por exemplo, as fábricas de doces se encontram diante de um desafio e buscam criar novas formas de atendimento para atender o consumidor em tempos de isolamento.

A pandemia de COVID-19 que vem se espalhando por diversos continentes obrigou o mundo a repensar o seu modus operandi. Dia após dia, escritórios, estabelecimentos comerciais e fábricas têm buscado alternativas para se adaptar a essa nova realidade que afeta, inclusive, os feriados dos países atingidos pelo vírus. Uma das datas mais celebradas ao redor do mundo, a Páscoa é um bom exemplo disso. Com a proximidade do feriado, celebrado este ano no dia 12 de abril, as indústrias fabricantes de ovos de chocolate e doces comemorativos estão tendo que se reinventar. É o caso da Barion, tradicional fábrica paranaense reconhecida nacionalmente por seus produtos. Diante das necessidades exigidas pelo avanço do coronavírus no país, a marca reformulou todos os seus processos e criou novos canais de venda para atender a demanda de seus clientes.

“Desde o dia 20 de março, estão no ar os nossos novos canais de atendimento ao consumidor. São eles: o Televendas, que funciona por meio de telefone fixo e whatsapp, o Drive-Thru, montado em nosso estacionamento para os clientes que desejarem buscar seus produtos na loja sem ter contato físico, a Loja Online, onde o consumidor pode realizar sua compra sem sair de casa, além do Delivery, que pode ser solicitado pelos aplicativos de entregas Rappi, IFood e James Delvery”, explica Fernanda Barion, Gerente de Marketing da Barion. De acordo com ela, os procedimentos dentro da fábrica também foram alterados para assegurar a saúde dos colaboradores. “Estamos aferindo a temperatura de todos os colaboradores que precisam trabalhar presencialmente. Aqueles que ficam alocados na linha de produção estão usando máscara durante o serviço. Além disso, aumentamos a rotina de limpeza, especialmente nos locais de maior contato, com higienização constante, reorganizamos o distanciamento entre as pessoas na linha de produção e no refeitório, aumentamos a oferta de álcool em gel, e estamos trabalhando com capacidade reduzida”, comenta Fernanda. Ainda segundo a gerente de marketing da empresa, outras medidas também já foram tomadas, como a implementação de trabalho remoto para alguns setores e a restrição de entrada de fornecedores.

A loja de fábrica continua funcionando normalmente, mas com a adoção de novas práticas que visam garantir a segurança de todos. “Estamos realizando diversas iniciativas para proteger nossos clientes e funcionários. Aumentamos a periodicidade da limpeza, disponibilizamos álcool em gel em diversos pontos da loja, realizamos marcações na fila para que cada uma das pessoas fique a, no mínimo, 1 metro e meio de distância da outra, mantemos portas e janelas sempre abertas e estamos restringindo o fluxo de pessoas no interior da loja para evitar qualquer tipo de aglomeração”, explica. “Estamos nos reinventando para garantir que os brasileiros possam manter a tradição de Páscoa mesmo em tempos difíceis como o que estamos vivendo”, finaliza Fernanda.

Os pedidos feitos nos novos canais de venda da Barion devem ser realizados até o dia 11 de abril.

Serviço:

Novos canais de televendas Barion:

- Televendas: (041) 3888-6185 e (41) 98838-9137 (Whatsapp)

- Loja online: lojabarion.com.br.

- Delivery/Aplicativos de entrega: Rappi, IFood e James. (basta baixar os aplicativos e procurar por Barion).

- Drive Thru e Loja de Fábrica: R. Carmen Zanon, 1736 - Colônia Faria, Colombo.

- Horários de funcionamento da loja e Drive Thru / Páscoa:

De seg à sáb, das 08h 30min às 20h, exceto no dia 11/04, quando a loja funcionará até às 22h;

Domingos, das 09h às 18h. No dia 12/04 a loja estará fechada.

 

 

 

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Alba Saúde doa sabonetes para comunidade no Complexo do Alemão

 

 

 

Alba Saúde doa sabonetes para comunidade no Complexo do Alemão

Rede de clínicas populares se une à corrente do bem no Rio diante do Covid-19

A atenção e cuidados com a saúde ficaram em evidência diante da pandemia do coronavírus no Brasil. Cuidados redobrados com a higiene, além do isolamento social estão fazendo a população mudar seu cotidiano, tendo consequências em vários aspectos sociais e econômicos. E neste cenário, a parcela mais carente acaba sofrendo as consequências de uma forma mais abrangente. Para possibilitar mais acesso à higiene, a Alba Saúde, em conjunto com um grupo de voluntários no Rio de Janeiro, fornecerá 1200 sabonetes à uma comunidade no Complexo do Alemão, no próximo sábado (28/03).

A rede de clínicas populares com 6 unidades no Rio e mais de 40 especialidades se uniu a essa corrente do bem para ajudar a minimizar os casos de coronavírus na cidade. “Uma das principais formas de se combater o vírus é através da boa higienização das mãos e sabemos que há muitas famílias que não conseguem ter acesso aos produtos de higiene com facilidade. Pode parecer simples, mas é bem comum isso acontecer, por isso, nos sensibilizamos e estamos fazendo essas doações a 300 famílias”, informa Paulo Granato, médico e diretor da Alba Saúde.

Um dos voluntários à frente da organização das doações é Raphael Brunet. Carioca, fotógrafo e diretor criativo, ele realiza projetos sociais levando doações para comunidades no Dia das Crianças e Natal e, por conta do impacto do Covid-19 em toda a sociedade, principalmente na economia, com o aumento do desemprego, sentiu a necessidade de se unir a mais voluntários e distribuir cestas básicas com mantimentos e agora produtos de higiene.

“É uma corrente do bem que tem o objetivo de auxiliar as famílias nesse momento complicado que estamos vivendo. Se cada um fizer um pouco, podemos enfrentar essa crise de uma forma mais humana e inclusiva. O amor sempre vence o medo”, finaliza Brunet.

 

 

 

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Pandemia cancela maior feira de ciências

 

 

 

Pandemia cancela maior feira de ciências do Brasil

Pela primeira vez em 18 anos, Febrace será realizada a distância. Trabalhos serão apresentados e julgados de forma on-line entre os dias 23 de março e 3 de abril

Promovida pela Universidade de São Paulo (USP), a 18ª edição da Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia 2020) foi cancelada pela primeira vez em 18 anos e os trabalhos serão julgados a distância. Entre os finalistas da maior feira científica pré-universitária do Brasil estão dois projetos paranaenses. A democratização do acesso ao absorvente por mulheres de baixa renda e a substituição de agrotóxicos por composto orgânico são os trabalhos que serão apresentados e julgados de forma on-line entre os dias 23 de março e 3 de abril.

O evento é considerado um “vestibular das feiras científicas pré-universitárias”, segundo explica a coordenadora de Pesquisa Científica e Empreendedorismo do Colégio Positivo, Irinéia Inês Scota. Para a 18ª edição da feira, 66 mil estudantes desenvolveram trabalhos de pesquisa científica e tecnológica, que foram submetidos diretamente ou se destacaram em uma das 123 feiras regionais promovidas pelas instituições afiliadas. Toda a crescente agenda de eventos valorizando a produção científica pré-universitária demonstra o impacto positivo de oportunizar o contato com a pesquisa aos estudantes desde os primeiros anos do ensino, a fim de criar um ambiente favorável à inovação. “Quem participa e toma gosto pela pesquisa no Ensino Básico se empodera, rompe os limites da sala de aula para interferir no mundo. Aprende muito cedo a lidar com dados, a trabalhar com metodologia, a analisar resultados e a persistir com o estudo quando algo dá errado até chegar a uma conclusão. Isso muda a mentalidade e faz toda diferença na vida”, defende a coordenadora.

Distribuição de itens para saúde íntima via unidades de saúde e presídios

Os três anos de Ensino Médio no Colégio Positivo Internacional serviram para que o estudante João Henrique Hofmeister, hoje calouro do curso de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo, aprimorasse seu projeto de Distribuição de itens para a saúde íntima feminina nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e de presídios femininos no município de Curitiba. A pesquisa na área de Ciências Sociais, segundo ele, veio do interesse por olhar para todos os lados da sociedade, em especial, “aqueles sem condições mínimas de vida no mundo”. “Lembro bem de ver a propaganda do governo durante o carnaval sobre distribuição gratuita de preservativos e foi aí que surgiu a ideia de desenvolver o projeto, inspirado nessa distribuição já existente”, afirma.

Ele conta que, ao pesquisar sobre o tema, se deparou com o fato de as pessoas nunca terem cogitado esse tipo de distribuição simplesmente por ignorarem a diferença que isso faz na vida de uma mulher. “Diversas pessoas nem sequer imaginam como é a situação vivida pela mulher que não tem condições de bancar itens básicos de higiene. Meninas em idade escolar perdem dias de aula por conta disso. E as improvisações geram diversas infecções e doenças que custam mais caro aos governos do que distribuir o absorvente”, explica. Tais dados ele comprovou na pesquisa, com a orientação do professor Eduardo Berkenbrock Lopes.

Também foi na insistência de melhorar o projeto que João chegou ao modelo de absorvente reutilizável para a viabilidade financeira da sua solução. “Hoje em dia, no mercado, está na faixa dos R$ 30 reais, porém, como pode ser usado por até 5 anos, torna o produto bem mais barato do que os descartáveis”, explica. A implementação da produção desses absorventes nos presídios também passa pelos caminhos apontados na pesquisa de João. Para ele, chegar à Febrace pode servir como meio de “abrir portas para uma mudança de pensamento da população sobre esse tema e também uma mudança na atual política social adotada pelo governo brasileiro”.

AgroAtóxico

As estudantes Sarah Bernard Guttman e Luiza Fontes Bonardi começaram em 2018, quando estavam no 9º ano do Ensino Fundamental, a pesquisa de um produto orgânico que fosse capaz de substituir os agrotóxicos. “Nossa motivação veio de um cartaz alertando para o fato do Brasil ser o país que mais consome agrotóxicos no mundo. Na hora, veio a ideia de fazer algo para mudar isso”, recorda Sarah, hoje estudante do 2º ano do Ensino Médio. Dentre as preocupações das estudantes envolvendo o meio ambiente e a saúde, elas também levaram em conta o prejuízo para os agricultores que têm contato direto com todos os pesticidas.

Até chegar ao AgroAtóxico, a orientadora Suellyn Homan conta que houve uma série de pesquisas com plantas medicinais que desempenhassem o mesmo papel de um agrotóxico. “Para nossa surpresa, nos testes iniciais, o produto foi tão bom que estimulou o crescimento das plantas. Mas decidimos mudar a formulação, pois utilizamos própolis, um ingrediente que acabava encarecendo o produto”, revela.

Segundo Sarah, o AgroAtóxico consegue suprir o uso de agrotóxicos em pequenas e médias propriedades, mas ainda falta testar em larga escala. “Com os resultados que temos hoje, indicamos para pequenas plantações e hortas caseiras”, detalha. O objetivo da equipe é patentear a fórmula para entregar a solução para cooperativas e agricultores familiares. “Queremos distribuir esse conhecimento. Apresentar o projeto na Febrace vai ajudar a conseguir uma bolsa para darmos continuidade à pesquisa”, revela Sarah.

Mais informações no site febrace.org.br.

 

 

 

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Quatro dicas de preparação para processo seletivo de escolas técnicas

 

 

 

Quatro dicas de preparação para processo seletivo de escolas técnicas

O fim do Ensino Fundamental e a passagem para o Ensino Médio representa uma mudança importante na vida escolar dos adolescentes. Essa transição de ambiente deve ser feita de forma natural e com tomadas de decisões que podem refletir mais à frente, na vida acadêmica do estudante. Pensando nisso, muitos alunos buscam fazer o Ensino Médio em escolas que ofereçam também um direcionamento profissional, como escolas técnicas ou profissionalizantes.

No Brasil, é comum que essas instituições tenham processos seletivos para acesso dos estudantes. É o caso do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG) no qual João Victor Alvarenga da Silva (15), da Escola Municipal Vereador Nicanor Ataíde, e Ana Cristina Morais Peres (14), da Escola Municipal Vereador Paulo Franklin, do Vale do Aço (MG), foram aprovados. Os dois alunos, residentes do município de Coronel Fabriciano, que utiliza o Sistema de Ensino Aprende Brasil, foram aprovados na primeira chamada do curso Técnico Integrado em Edificações, na sede da cidade de Timóteo (MG).

Ana Cristina foi medalha de Bronze nas Olimpíadas Brasileiras de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) de 2017 e 2018. “Ela sempre foi uma boa aluna, aprende muito rápido”, comenta a mãe da aluna, Cleidiane Correia.

O diretor da Escola Municipal Vereador Nicanor Ataíde, Nilson Gonçalves de Almeida, afirma que João sempre se destacou entre os colegas. “Ele estudou na nossa escola desde a Educação Infantil e é um daqueles alunos que gosta de participar das atividades escolares. Além disso, ele foi um dos poucos a frequentar todas as aulas de reforço que ofertamos e sempre aproveitou muito bem os materiais, o que ajudou muito no desenvolvimento dele”, expõe.

Para aqueles que, assim como João Victor e Ana Cristina, querem se preparar para instituições que fazem processos seletivos para o Ensino Médio, a coordenadora pedagógica regional do Sistema de Ensino Aprende Brasil, Vanessa Fernandes, dá algumas orientações:

• Dedicação, organização e rotina

“Por ser um processo muito concorrido, o primeiro passo é se dedicar e acreditar que é possível alcançar o objetivo. Com isso, é preciso criar uma rotina de organização e estudos, ter boas horas de sono e alimentação saudável para ter concentração e atenção durante o dia. Ter hábitos de leitura, principalmente dos conteúdos que tem mais dúvidas e dificuldade, também são importantes”, explica Vanessa.

• Sempre sanar dúvidas

“O aluno deve se sentir confortável para questionar os professores sempre que necessário, nem que seja em um momento à parte da aula. Na maioria das vezes, o questionamento que um aluno tem é o de outros colegas também. O importante é não ir embora com dúvidas”, instrui.

• Participação da família

Para a pedagoga a participação da família é importante no processo de aprendizagem dos alunos. “Os pais devem sonhar com os filhos, acreditar e cobrar deles os estudos. A maioria deles precisa de um acompanhamento para criar essa rotina de estudos em casa, como forma de motivação - e isso, com certeza, reflete nos resultados”.

• Base forte

Algumas pessoas podem pensar que, por vir de escola pública, por exemplo, o aluno tem desvantagem nesses processos seletivos. A especialista afirma, porém, que os materiais e preparação dos professores em alguns municípios são suficientes para uma base completa. “Se antes nós tínhamos a geração ‘copia-e-cola’ e só decorávamos os assuntos, hoje, com as gerações Z e Alpha, nasceu um novo modo de ensino, um novo modo de aprendizagem, ou seja, um aprendizado mais dinâmico e interacionista. E a partir da interação, do construtivismo, o aluno se apropria mais do conteúdo e pode competir e conquistar vagas em qualquer instituição que desejar”, garante Vanessa.

 

 

 

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