Por que emitir moeda em tempos de pandemia?

 

 

 

Por que emitir moeda em tempos de pandemia?

Françoise Iatski de Lima*

Recentemente, o ministro da Economia admitiu que o Banco Central (BC) poderá emitir moeda e colocar em circulação novas cédulas e moedas para enfrentar a crise financeira e social causada pela pandemia do novo coronavírus. Isso não significa que o governo irá imprimir mais cédulas e moedas e simplesmente colocar em circulação, mas sim permitir que o BC compre títulos emitidos pelo TN e faça um crédito em valor equivalente em conta única da instituição, gerando moeda por meio eletrônico. A ideia é o TN usar o recurso para pagar dívidas por meio de transferências.

Somente o BC pode emitir moeda e somente o TN pode emitir títulos e pagar as despesas do Governo Federal. No entanto, o BC não pode emprestar dinheiro ao TN. E devemos lembrar que o objetivo na compra ou venda de títulos públicos federais é regular a oferta de moeda e ou a taxa básica de juros da nossa economia, a chamada Selic. Outra questão a ser observada é a existência do Sistema de Metas de Inflação. Como não é possível determinar a quantidade e o preço do dinheiro da economia ao mesmo tempo, o BC deve regular a Selic. Assim, o BC compra e vende títulos, regulando a quantidade de dinheiro para manter a Selic próximo ao que foi definido pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Dadas as explicações, o melhor a se fazer no momento é financiar os gastos extraordinários da pandemia e permitir o financiamento do Tesouro pelo BC. E claro, a redução de juros e a mudança na legislação poderão viabilizar essa medida. Opositores afirmam que existe o risco de descontrole inflacionário, como aconteceu nas décadas de 80 e 90. No entanto, observamos que a contração da economia poderá ser tão nefasta que o risco de inflação se torna pequeno devido à falta de demanda na economia. Além disso, a autoridade monetária tem espaço para expandir a base monetária e refazer a economia.

A taxa de juros deve mesmo diminuir, dando possibilidades ao TN de vender os Títulos ao BC que, então, entregaria moeda ao TN, que financiaria seus gastos. No longo prazo, pode acontecer uma recompra desses títulos, o que seria mais favorável que um novo endividamento.

A competência do Governo de emitir moeda traria benefícios sociais, apropriados para reintegrar as pessoas ao ciclo econômico. Alguns governos como dos Estados Unidos e Japão, já emitiram moeda para proteger suas economias, garantindo que a população mais vulnerável fosse amparada pelo Estado. No nosso caso, garantiríamos o auxílio emergencial de R$ 600,00 a brasileiros de baixa renda por três meses.

É por meio da renda gerada no sistema que as pessoas consomem em lojas, que, por sua vez, compram da indústria e esta última encomenda da agricultura. Isso faz parte da recomposição do ciclo mercantil que, dado diversos entraves, tanto econômicos como políticos, está acontecendo de maneira lenta. Ressalto ainda, que esta não é apenas uma crise na saúde, é uma crise também econômica, em que sofrem os mais vulneráveis, e que deve ser enfrentada com uma intervenção muito mais firme do Estado.

*Françoise Iatski de Lima, mestre em Desenvolvimento Econômico, é professora dos cursos de Economia e Relações Internacionais da Universidade Positivo

 

 

 

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Oferta tecnológica e redução da taxa Selic movimenta mercado imobiliário

 

 

 

Oferta tecnológica e redução da taxa Selic movimenta mercado imobiliário

Consumidor que busca investir em residência própria, opta por empreendimentos que oferecem sistemas de automação

O isolamento social que o brasileiro vem vivenciando desde o final de março deste ano altera diretamente o comportamento do consumidor. Entre essas implicações está a dependência da tecnologia, a redução de custos e a valorização da casa onde reside.

Economizar é a palavra do momento. Em casa, as pessoas apertam as contas evitando gastos desnecessários. Nessa proposta, os empreendimentos mais modernos lançados pelas construtoras colaboram com esse momento que vivemos e que provavelmente mudará nosso modo de agir. Exemplo é o empreendimento Bosc Eco Residence, da Incorporadora Piemonte que está em fase final da construção. O residencial trouxe a Curitiba, conceitos de sustentabilidade e tecnologia, o empreendimento contempla placas fotovoltaicas que proporciona ao condomínio uma redução em até 90% da conta de luz da área comum, consequentemente reduzindo a taxa de condomínio.

Segundo Rafael Medeiros, Gerente de Engenharia Construtora e Incorporadora Piemonte, o Bosc Eco Residence contempla toda uma estrutura para implantação de sistema de aspiração central, que torna a limpeza por meio de aspirador mais fácil e cinco vezes mais potente que um aspirador normal, com redução de barulho e praticidade para o morador.

“O investimento em tecnologia, não apenas nas diversas fases da construção, mas também no empreendimento finalizado, é premissa da Construtora e Incorporadora Piemonte”, salienta Rafael. “A tecnologia hoje deixa de ser um luxo e passa a ser uma necessidade que as pessoas buscam. As inovações e tecnologias oferecidos pela Piemonte, geram economia de energia, facilitação na vida das pessoas e aumenta a eficiência do dia a dia do morador”, enfatiza. “Além disso, com o sistema de personalização e as variedades de plantas oferecidos pela Piemonte, o cliente recebe sua unidade do seu jeito e pronta para morar, evitando assim, transtornos com obras pós entrega como retirada de paredes, instalação de piso, e rebaixo de gesso”, complementa.

Com o isolamento social, não apenas a população intensificou e otimizou a tecnologia, mas como também as empresas. No caso da Construtora e Incorporadora Piemonte, as visitas ao imóvel, como as vendas e assinatura de contrato estão sendo realizadas online. “O portfólio virtual dos empreendimentos, oferecem todas as informações necessárias sobre o imóvel, dando a possibilidade de um tour virtual dos apartamentos decorados, com a segurança que o cliente merece nos dias de hoje e com a proteção necessária”, comenta José Paulo Campos Filho, gerente de vendas. Segundo ele, com mais tempo em casa, os clientes podem observar melhor cada ambiente, tirar as dúvidas e planejar o investimento com auxílio dos corretores, seja por whatsapp, chat, email ou chamadas de vídeo.

“Já as assinaturas dos contratos são feitas por meio de uma plataforma digital, com o Certificado ICP-Brasil, que dá toda a segurança e validade para a transação, onde tem-se o carimbo do tempo, ou seja, todas as informações adicionais como dia, hora, em que a assinatura foi realizada, bem como o rastreamento de todos os documentos originais necessários para a realização do negócio”, explica Simone Mocelin, gerente de crédito e contrato.

Investir agora?

Uma pesquisa realizada pela Brain Inteligência Estratégica, consultoria especializada no setor imobiliário, estima que, mesmo diante do atual cenário de pandemia, muitas pessoas mantêm o desejo de comprar um imóvel ainda este ano. Divulgado no mês passado, o levantamento ouviu 600 pessoas com idade média de 41 anos e concluiu que 53% dos entrevistados pretendem fechar contrato com incorporadoras nos próximos meses. A pesquisa foi desenvolvida entre os dias 20 e 27 de março junto a 600 pessoas e 362 empresas.

Alguns fatores publicados na última semana ecoam positivamente para o mercado imobiliário. O Comitê de Política Monetária (COPOM) cortou a taxa básica de juros (Selic) em 0,75 ponto percentual, de 3,75% para 3% ao ano, uma nova mínima histórica. Outra novidade anunciada para o setor é a extensão do prazo de carência para seis meses para financiamento de imóveis novos, assumidos pela Caixa Econômica Federal, somando o montante de R$ 43 bilhões destinados ao crédito imobiliário.

Hoje o investimento em imóveis é uma excelente opção para proteção do dinheiro. Segundo José Paulo, comprar um imóvel hoje é uma alternativa segura de investimento. “O momento é propício, não somente pelos valores dos imóveis, mas pela facilidade em financiamento junto as incorporadoras”, finaliza. 

 

 

 

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Com patrocínio de GPA e Nestlé, Endeavor busca empresas inovadoras e de alto crescimento para Programa Scale-up Alimentos e Bebidas

 

 

 

Com patrocínio de GPA e Nestlé, Endeavor busca empresas inovadoras e de alto crescimento para Programa Scale-up Alimentos e Bebidas

A Endeavor, organização global e sem fins lucrativos de fomento ao empreendedorismo, acaba de lançar a edição 2020 do Scale-up Alimentos e Bebidas, programa de aceleração que oferece aos empreendedores mentorias e conexões com os maiores nomes da indústria. Com patrocínio de GPA e Nestlé, a iniciativa busca 15 scale-ups que estejam prontas para crescer, escalar ainda mais seus negócios e construir soluções inovadoras. As inscrições podem ser feitas no site do programa até o dia 2 de julho: https://endeavor.org.br/scaleup/alimentos-bebidas.

No atual cenário de crise, conexões entre essas empresas podem ser uma das saídas para facilitar o acesso a mercado e clientes e manter o crescimento das scale-ups e, do outro lado, gerar velocidade na execução de projetos de inovação ou pivotagem do modelo de negócio das grandes corporações. Além disso, essa conexão contribui para que as scale-ups adaptem seus serviços e produtos, inclusive para atender às novas demandas e desafios dessas grandes empresas.

"Vimos o Open Innovation como uma forma de apoiar o ecossistema e os empreendedores nesse processo de crescimento e, de fato, garantir que os dois lados - tanto o empreendedor, quanto a corporação esteja crescendo, inovando e trabalhando juntos para ter resultados", afirma Ilana Nasser, diretora de Engajamento de Rede da Endeavor. "Estamos muito felizes por ter esses dois parceiros, GPA e Nestlé, ao lado da Endeavor - eles que já tiveram uma experiência prévia de sucesso com inovação aberta e vão agregar bastante, tanto um para o outro, quanto para a turma de empreendedores", complementa.Durante cinco meses de aceleração, os empreendedores selecionados de 15 empresas receberão o apoio dos mentores da rede Endeavor e de executivos do GPA e Nestlé - duas grandes empresas que reconhecem a importância de, além do trabalho e impacto que entregam hoje, também investirem no que vai gerar valor no futuro - apostando em um programa de aceleração como o Scale-Up Endeavor.

 

Em 2019, o impacto das conexões dos programas de inovação aberta, realizados pela Endeavor, resultou em mais de 200 scale-ups apoiadas, 240 executivos de grandes empresas impactados pelo contato com a cultura de inovação e agilidade, e mais de 80 negócios gerados entre as corporações e scale-ups. Entre as empresas aceleradas no programa de Alimentos e Bebidas em 2019 destacam-se a Desinchá, +Mu, Gold&Ko e Roots to go. Essa aceleração foi responsável, dentre os 80 negócios gerados no ano, por mais de dez parcerias entre os empreendedores da turma e os patrocinadores da edição de 2019.

"Com a Nestlé foram 8 parcerias de negócios, sendo que 5 permanecem ativas com excelentes resultados. Acreditamos que através deste novo programa vamos firmar parcerias para resolver desafios em tempo recorde, pois a inovação aberta nos coloca em contato com um grande leque de oportunidades. Estamos otimistas com os resultados", afirma Carolina Sevciuc, Head de Transformação Digital da Nestlé.

De um lado, segundo a Forbes Global 2000, mais da metade das 500 maiores companhias do mundo estão trabalhando com startups. Do outro, a maioria dos unicórnios (61,7%), listados pelo The Wall Street Journal, foi investida por, pelo menos, uma corporação. Programas de aceleração, como o Scale-Up da Endeavor, são um exemplo de como empreendedores podem trocar com quem vive desafios semelhantes e também como corporações podem exercer a prática de investir no ecossistema empreendedor com recursos, capital ou conhecimento.

"Acreditamos na relação de benefício mútuo entre scale-ups e grandes corporações. No caso específico do GPA, a scale-up tem a oportunidade de escalar sua solução em uma empresa com mais de cem mil colaboradores, bem como trocar experiências com nossos executivos, impulsionando ainda mais o crescimento dos seus negócios. Para o GPA, além de identificar novas tendências e soluções disruptivas, a relação nos abre a possibilidade de identificarmos potenciais parceiros e maximizarmos nossa visão de ecossistema", afirma Otávio Thome, Head de Inovação do GPA.

 

 

 

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Covid-19: Estúdios de tatuagem se unem para “doar” tatuagens a profissionais da saúde

 

 

 

Covid-19: Estúdios de tatuagem se unem para “doar” tatuagens a profissionais da saúde

40 tatuadores irão sortear 160 tatuagens em formato de estetoscópio em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba

A INK Society, entidade que reúne sete estúdios de tatuagem e uma escola, acaba de lançar uma campanha em homenagem aos profissionais de saúde atuantes no combate à Covid-19. Com o nome de “Heróis da Saúde” a campanha possui um símbolo – um estetoscópio com um coração – que será transformado em tatuagem na pele de 160 profissionais. Serão 40 tatuadores e tatuadoras das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba envolvidos na ação, que acontecerá em forma de sorteio nas redes sociais. O lançamento da campanha no dia 12 de maio é para marcar o Dia Internacional da Enfermagem.

“O objetivo é demonstrar nosso agradecimento a médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, e todos os profissionais que estão na linha de frente da pandemia. Para isso, reunimos os estúdios da INK Society e faremos gratuitamente as tatuagens nos profissionais sorteados. Será tatuado o símbolo da campanha desenvolvido pelos nossos artistas e desta forma nossa homenagem ficará gravada para sempre”, conta Patrícia Guimarães, da INK Society.

Serão sorteadas 100 tatuagens em São Paulo, 30 em Curitiba e 30 no Rio de Janeiro. Para participar, profissionais da saúde atuantes no combate à pandemia devem comentar “Sou da saúde” no post oficial da campanha “Heróis da Saúde” nos perfis do Instagram dos participantes. Quem não é da área, pode homenagear marcando um profissional da saúde por vez. Os detalhes de participação na campanha estão descritos nos links abaixo, referente à ação de cada cidade.

Sorteio:

O sorteio acontecerá no dia 05 de agosto.

São Paulo (SP) – https://bit.ly/2WotFas

Estúdios participantes: Sampa Tattoo, LOI Tattoo, Shimada Tattoo e a escola Academia.Tattoo.

Tatuadores:

@brunasafeco

@danibittencourt.art

@darayua.tattoo

@dayanevelasvo_tattoo

@deadmermaid_tattoo

@drikalinastattoo

@fabitattoo

@gauluz

@hud.ink

@isis.the.bunny

@jacquecezarani_ink

@jess_abba_tattoo

@jonatas_gozzi

@luahetmanni

@moniquelobach

@m.p.ink

@m.oro

@ohanaalvestattoo

@pamelladornelles_ink

@phanny_tattoo

@tattooistbrisa

@tatuador_montenegro

@well.s.tattoo

Curitiba (PR) – https://bit.ly/3brDtFd

Estúdio participante: Hostel Tattoo Curitiba @hosteltattoocuritiba

Tatuadores:

@babyleona.ink

@danielsantostattoo

@dil.botanic.tattoo

@felipestones

@jemartins.tattoo

@jumendes.ink

@jxp.tattoo

@paulamariposa.tattoo

@petalacavalcanti

Rio de Janeiro (RJ) – https://bit.ly/2zAkGdC

Estúdio participante: Hostel Tattoo Rio de Janeiro @hosteltattoorio

Tatuadores:

@alvestattooist

@balbi_ink

@breseixas

@brunaballariny

@gabivitorinoink

@gk.tattoo

@karinavtattoo

@lolla_ink

Campanha está aberta para outros estúdios e tatuadores que queiram participar

“Queremos ampliar a ação para outras cidades e estados. Estamos abertos a receber tatuadores e estúdios de tatuagem que queiram aderir à campanha e, desta forma, aumentarmos o número de profissionais homenageados”, explica Patrícia.

A Campanha Heróis da Saúde é uma iniciativa da INK Society, com apoio do Inspiration Tattoo, da NoAR Comunicação e Electric Ink.

 

 

 

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Como cuidar e investir o dinheiro em tempos de pandemia

 

 

 

Como cuidar e investir o dinheiro em tempos de pandemia

Antes de tudo, é necessário entender a diferença entre uma pessoa que possui suas finanças em forma superavitária e uma pessoa que possui suas finanças em formato deficitário. “O dinheiro que você tem ou não tem está diretamente ligado à forma como você se preocupa e cuida dele”, explica o professor de Cenários Econômicos do Centro Universitário Internacional Uninter, Cleverson Pereira.

Pessoas cujas finanças estão em superávit são aquelas que, após receber suas receitas (salários, pró-labore entre outros rendimentos), pagam suas despesas pessoais (água, luz, telefone, alimentação, entre outras) e ainda sobra dinheiro. Logo, elas podem investir a sobra caso desejem.

Pessoas que possuem finanças em déficit são aquelas que, após receber suas receitas, não conseguem pagar suas despesas pessoais e, para resolver a situação devedora, pegam dinheiro emprestado. Logo, será necessário ajustar suas finanças para desenvolver um equilíbrio e, no futuro, mudar para um status superavitário.

Pereira listou quatro dicas importantes para quem quer cuidar e investir melhor o dinheiro em tempos de crise:

1. Pagar ou ajustar as dívidas

Se você recebeu um dinheiro e possui dívidas corrigidas por juros elevados, o primeiro passo é pagar e evitar contratar novas. Caso não tenha dinheiro para pagar, é muito importante procurar seus credores e propor ajustes e fluxos de pagamentos de seus compromissos com indicadores de correção justos e que se enquadrem dentro das possibilidades de pagamento do seu orçamento pessoal, ou seja, possíveis de serem pagos.

2. Comprar somente o necessário

O consumo consciente em tempo de crise é fundamental para a saúde do seu bolso, as receitas estão em redução e postos de trabalhos estão sendo fechados. Portanto não é a hora certa de comprar e principalmente se endividar a médio e longo prazos.

3. Conhecer e respeitar o seu perfil de investidor

Saber quais são os seus limites de exposição aos riscos de um investimento é fundamental para cuidar e respeitar de maneira inteligente o seu dinheiro. Os perfis conhecidos no mercado são:

- Conservador: que é avesso a riscos e prefere ganhos menores, porém deseja que seu dinheiro possua liquidez imediata;

- Moderado: tem a visão e o conhecimento de expor a riscos moderados, isto é, divide seu capital entre investimentos conservadores e arrojados;

- Arrojado: trabalha com a visão de exposição maior a riscos em seus investimentos para possibilidade de ganhos maiores. Sua visão deve ser de longo prazo e não contar com o dinheiro de forma imediata.

Em período de crise, como agora na pandemia da Covid-19, todos os perfis de investidores devem ser cautelosos nas decisões de investir, pois até aplicações conservadoras apresentaram perdas em seus resultados.

4. Aprender e praticar investimentos

Estudar e aprender é sempre fundamental em qualquer área de nossas vidas. No caso do dinheiro, que é fundamental para todas as famílias do mundo, é necessário sempre estar atualizado para encontrar caminhos que levem a resultados positivos e saber quando fugir de algumas aplicações que possam trazer prejuízos.

O especialista orienta “se seguir essas dicas, a crise pode ser uma oportunidade de mudar de patamar na sua vida financeira. Lembre-se: o dinheiro não leva desaforo”.

 

 

 

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