Curso online ensina a técnica para aplicar o Cone Hindu

 

 

 

Curso online ensina a técnica para aplicar o Cone Hindu

Tradicional terapia chinesa é indicada para pessoas com problemas no aparelho auditivo ou respiratório

A terapeuta Silvana Fortaleza ministra no dia 6 de junho um curso livre de Cone Hindu. A técnica terapêutica de origem chinesa é indicada para pessoas com problemas no aparelho auditivo ou respiratório, como otite, sinusite e alergias respiratórias, mas também recomendada para quem busca o equilíbrio emocional e sensorial. Destinado a terapeutas e interessados com experiência anterior em terapias alternativas, o curso será online permitindo a participação de alunos de todo o Brasil.

A instrutora explica que a técnica é usada para fazer a desobstrução do ouvido, o que contribui para a melhoria física e sensorial do paciente. Durante o curso, os alunos irão conhecer quais os materiais necessários para aplicar o Cone Hindu e o protocolo durante o procedimento. “Trata-se de uma técnica muito antiga e conhecida principalmente nos países de origem asiática para promover o bem-estar, pois além das condições físicas, o Cone Hindu contribui para a melhoria energética”, comenta a terapeuta.

As inscrições são feitas pela internet e o investimento dá direito ao acesso à sala de aula online, no aplicativo Zoom, além da apostila explicativa e certificado de participação. As aulas acontecem em tempo real e é fundamental a presença virtual do aluno no horário marcado.

O terapeuta Elvis Kmiecik, que fez o curso presencial com Silvana Fortaleza, disse que o conteúdo é muito produtivo e didático.

A psicóloga aposentada Silvia Regina Pavani Lemos recorreu à técnica para auxiliar a neta, Beatriz, 10 anos, que estava com dificuldades para ouvir. Segundo ela, com apenas duas sessões de Cone Hindu a menina recuperou completamente a audição. “Hoje eu recomendo para todas as pessoas que eu conheço”, afirma.

Silvana Fortaleza

A instrutora Silvana Fortaleza é especialista em orientação parapsicológica social e institucional, terapeuta em Reiki e Cone Hindu, facilitadora e practitioner em Barras de Access.

Serviço:

Curso online de Cone Hindu

Data: 6 de junho, das 9h às 11h

Local: Plataforma Zoom

Inscrições: https://whats.link/conehinduonline

Investimento: R$ R$ 150

 

 

 

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Instituto realizará doações para abrigos de cães

 

 

 

Instituto realizará doações para abrigos de cães
Aumento de número de animais abandonados nas ruas cresceu com a pandemia do Covid-19

A chegada da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), mudou a realidade de muitas cidades no Paraná. Em Curitiba, por exemplo, o número de cães abandonados aumentou em grandes proporções desde o início dos casos na cidade.

Os números reais desse crescimento são impossíveis de serem confirmados, visto a quantidade significativa de abrigos na cidade. “Nesse período, infelizmente, nós estamos vendo de forma mais acentuada os problemas da causa animal, como a superlotação dos abrigos, a falta de recursos financeiros, noções de administração, entre outros”, destacou a médica veterinária Luciana Galeb.

Como parte da solução do problema, o Instituto Cão Companheiro lançou o Fundo Emergencial de Amparo à Causa Animal, que tem como objetivo dar subsídios aos abrigos, entidades e protetores. “Sabemos que a missão dessas pessoas e organizações é desafiadora e não podíamos ficar de braços cruzados, por isso decidimos iniciar esse projeto”, enfatizou Luciana.

Levantamento realizado mostrou que em média um abrigo de cães com uma população de 100 animais consome diariamente 50 quilos de ração. Em trinta dias, o consumo deste único local é de 1,5 toneladas. Existem mais de 40 abrigos de cães que estão distribuídos em Curitiba e Região Metropolitana.

Segundo a veterinária a ação trará um pouco mais de alento aos animais. “Essas ações trarão resultados positivos a médio e longo prazo. Ofereceremos um bem-estar a esses animais visto que além das rações serão doados também medicamentos, vacinas e outros itens de primeira necessidade”.

O Instituto realizará as captações e doações junto a entidades privadas e pessoas físicas que queiram doar e repassará aos abrigos que estão cadastrados.

Para organizar de maneira mais objetiva, o ICC seguirá alguns passos

1º – Seleção da Entidade/Abrigo e Levantamento de Documentos

2º – Visitação e Aplicação do Questionário de Gestão de Abrigo e Bem Estar Animal

3º – Início do FUNDO – Recebimento de Recursos / Gestão

4º – Entrega do Recurso – Ação Assistencial

 

 

 

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Colégio Positivo promove semana de combate à Dengue

 

 

 

Colégio Positivo promove semana de combate à Dengue

Instituição de ensino convoca mais de 20 mil alunos para uma série de ações para discutir a doença que já matou mais que a Covid-19. Paraná é o estado com maior número de casos de Dengue no Brasil

Enquanto muito se fala do novo coronavírus, outras doenças avançam no Paraná. O boletim da dengue divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesa) no dia 12 de maio apresenta uma estatística preocupante: no período epidemiológico compreendido entre 28 de julho de 2019 e 9 de maio de 2020 foram registrados 167.707 casos confirmados da doença no estado - destes, 132 pessoas já morreram. O relatório mostra ainda que, em uma semana, houve um acréscimo de 10.289 novos casos, com 10 óbitos. Na atualização feita pela Secretaria, a lista de cidades paranaenses em epidemia aumentou de 223 para 228. No ranking nacional, o Paraná é o estado com maior número de casos e também de incidência de dengue (casos por 100 mil habitantes) no Brasil.

Com o objetivo de conscientizar a comunidade acadêmica - mais de 20 mil alunos, além de pais e familiares, professores e colaboradores, o Colégio Positivo promove uma semana inteira com diversas ações para discutir o crescimento preocupante dos novos casos de Dengue, além de avaliar os métodos mais eficazes de controle. Os estudantes de todas as unidades terão trabalhos sobre o tema nas salas de aula virtuais durante a semana de 25 a 29 de maio. Além disso, o colégio lança, nesta semana, uma cartilha digital de combate à Dengue, com sintomas, sinais de alerta e diversas dicas de como evitar a doença.

Na terça-feira, dia 26, às 17h, a instituição realiza uma live nas redes sociais com o tema "Dengue: no meio de uma pandemia como fica a epidemia?". A transmissão conta com a participação dos professores de Geografia, Eduardo Lopes, e de Biologia, Guilherme Teitge, do Ensino Médio do Colégio Positivo, além dos convidados Flávio Feltrim e Natália Ferreira.

O professor e pesquisador Dr. Wilson Flavio Feltrim Roseghini é membro e coordenador do LaboClima/UFPR (Laboratório de Climatologia do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Paraná) e coordenador da câmara de adaptação às mudanças climáticas no Fórum Paranaense de Mudanças Climáticas. Já a cientista Natália Verza Ferreira é doutora em Genética e Biologia Molecular e diretora da Oxitec do Brasil - uma empresa britânica que desenvolveu, dentro do laboratório da Universidade de Oxford, um mosquito geneticamente modificado - e trouxe para o Brasil, para suprimir a população do Aedes aegypti - o mosquito da Dengue, Zika, febre amarela e Chikungunya.

Aberta à comunidade, a live pode ser acessada pelo Facebook do Colégio Positivo (facebook.com/ColegioPositivo.Oficial/).

 

 

 

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Advogados do Paraná avaliam utilização de audiência virtual para conciliações

 

 

 

Advogados do Paraná avaliam utilização de audiência virtual para conciliações

O procedimento especial foi regulado pelo TJ-PR no final de março, em função da pandemia, e está sendo implementado pelos Juizados Especiais para as audiências de conciliação

Uma pesquisa lançada na terça-feira (12) pela Comissão de Juizados Especiais da OAB-PR tem buscado saber a opinião dos advogados da Seccional sobre as audiências de conciliação realizadas de forma virtual. No dia 30 de março, o Tribunal de Justiça do Paraná publicou a portaria 3605/2020, que institui a utilização de ferramentas virtuais de comunicação para a realização das audiências de conciliação, em função da suspensão das audiências presenciais, por consequência da pandemia.

Nessa mesma linha, foi editada a Lei 13.994, sancionada em 24 de abril de 2020, permitindo que as audiências de conciliação aconteçam, independente da pandemia, por meio de ferramentas com transmissão de vídeo e som em tempo real. O modo de utilização ainda está sendo orientado aos advogados e, segundo a presidente da comissão Caroline Cavet, a pesquisa também busca compreender a experiência dos advogados quanto ao fórum de conciliação virtual, regulado por meio da Resolução nº 10/2018-CSJEs.

“O fórum de conciliação virtual foi implementado em 2018, mas com a pandemia teve maior divulgação e aderência. O objetivo da pesquisa é avaliar, de forma geral, como tem sido a experiência do usuário nas audiências de conciliação. Queremos saber como estão acontecendo, até para propor eventualmente alguma melhoria”, explica.

De acordo com a portaria, a audiência virtual poderá ocorrer por iniciativa do conciliador ou por solicitação da parte interessada. A realização deve ser através de ferramentas que permitam interação em grupo, no formato de reunião por vídeo conferência. “A parte que tiver interesse deve buscar o advogado para fazer essa manifestação e se não tiver advogado constituído, preencher formulário disponível no site do TJPR”, complementa Cavet.

Os advogados poderão participar da pesquisa até o dia 25/05, disponível no site da OAB-PR.

 

 

 

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Empreendedor, o herói necessário

 

 

 

Empreendedor, o herói necessário

José Pio Martins*

A recessão econômica que iniciada neste primeiro semestre de 2020 será uma das mais graves dos últimos tempos. Primeiro, porque a queda do produto interno deste ano será brutal, em torno de 5% em relação a 2019. Em todos os países que foram afetados e tiveram que fazer isolamento social, o produto também caiu e seguirá caindo em relação aos anos anteriores. A redução do produto de um país exacerba vários flagelos sociais graves: aumenta o desemprego, reduz os salários médios, fecha fábricas, quebra lojas comerciais, gera perda de renda dos autônomos, aumenta a pobreza e a miséria, fomenta doenças psicológicas e perturbação social.

Ninguém sabe bem como será a reorganização da economia e a retomada da produção, da renda e do emprego. Porém, é certo que a recuperação não se dará na mesma velocidade da retração imposta pela crise. Gosto de usar esta metáfora: imagine uma pista de ciclismo com subida íngreme. O tempo gasto pelo ciclista para ir do início ao fim (a subida) é muito menor que o tempo gasto para voltar (a descida). Na economia, também é assim. O produto interno bruto (conceito mais técnico para o produto da nação) leva bem mais tempo para crescer do que o tempo que leva para cair.

O Brasil está diante de um desafio imenso, representado pela tentativa de sair da devastação econômica o mais rápido possível, na qual três atores serão especialmente essenciais: trabalhadores, empresários e governantes. Todos têm sua importância, porém, o empreendedor terá um papel mais relevante. Roberto Campos, com sua ironia fina de sempre, dizia que entre os muitos “ários” que há por aí, o mais importante é o empresário.

Operário, dizia ele, todos podemos ser. Funcionário (público), todos queremos ser, pois o emprego é estável e a aposentadoria é generosa. Missionário, é fácil ser, pois a mercadoria (a salvação da alma) é entregue na outra vida. Empresário, esse é difícil ser, e sua missão é descobrir oportunidades, investir, gerar emprego, produto e renda, e pagar impostos. A disposição e a capacidade para abrir um negócio, fazer investimentos, disputar mercados, enfrentar a concorrência e correr riscos é o que faz do empreendedor um animal raro e rigorosamente necessário.

O Brasil criou certa cultura antiempresarial e antilucro, nociva ao desenvolvimento. O empreendedor é um instrumento da produção, e a ele cabe acumular capital (bens de produção), zelar por sua conservação e expansão. Ilude-se quem crê que o dono do capital é livre para fazer o que bem quiser. O empresário detém a propriedade condicionado a satisfazer o consumidor, e deve ajustar suas ações aos interesses do mercado, sob o risco de ser superado pela concorrência e ter de fechar seu negócio. Se for eficiente, o lucro é o prêmio. Se for ineficiente, o prejuízo é o castigo, geralmente terminado em falência.

Quando a pandemia acabar e a normalidade for restabelecida, grande parte do empresariado retomará as atividades com suas empresas debilitadas, queda nas vendas, prejuízos acumulados, dívidas não pagas e o fluxo de caixa abalado. Reconstruir os negócios, reorganizar e reequilibrar as finanças serão tarefas árduas. Muitas empresas retornarão menores, com menos empregados e atividade encolhida. Mas outras novas surgirão.

Para os profissionais autônomos (médico, dentista, psicólogo, fisioterapeuta, cabeleireiro, professor particular e outros que perderam toda ou parte de sua renda), o problema é o mesmo. Eles se assemelham aos empreendedores, têm custos empresariais como aluguel, material, salário de auxiliares, também precisam conquistar clientes e terão de extrair de si o melhor como empreendedores e gestores de sua atividade.

A decisão de empreender e não depender de um emprego assalariado não deve ser tomada apenas em função desta crise, mas em função da realidade global. O mundo está mudando e recessões têm se repetido. Em 2007-2008, o mundo foi ferido pela crise financeira. No período 2014-2016, o Brasil inventou sua própria recessão. Agora, é a recessão do coronavírus. E outras recessões virão, agravadas pelo fato de a revolução tecnológica estar engolindo empregos.

O cenário econômico pós-pandemia será caracterizado por elevado desemprego, subemprego, governos imprimindo dinheiro, trilhões em dívidas individuais e governamentais, programas sociais subfinanciados, aumento da mentalidade assistencialista, milhões de jovens sem trabalho e com dívidas estudantis, robôs tomando vagas de humanos e demorada recuperação. Procurar trabalho assalariado será o caminho da maioria das pessoas, e é uma luta nobre. O problema é que muitos não encontrarão.

Haverá espaço para trabalhar por conta própria como autônomo ou abrir um negócio. Empreender, porém, exige aprendizado. É preciso se preparar. Mesmo quem tenha espírito de iniciativa e tino para os negócios deve entender que o assalariado não se transmuta automaticamente em empreendedor. Embora o mundo vá continuar necessitando de empregados, mais empreendedores serão necessários, pois são eles que criam empresas e vagas de emprego, e a lei deve vir para estimular, não para inibir, o espírito de iniciativa. Esse é o desafio!

José Pio Martins, economista, reitor da Universidade Positivo

 

 

 

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