Contra a pandemia de fake news, o apoio da sociedade ao bom jornalismo

 

 

 

Contra a pandemia de fake news, o apoio da sociedade ao bom jornalismo

Na era da informação, não existe realidade social que não seja mediada. Ou seja, tudo o que nos chega sobre os acontecimentos de relevância pública passa por algum meio de comunicação. Quer seja institucionalizado, quer seja compartilhado por redes de contato. Além disso, se tem algo que a história contemporânea tem nos revelado, é que a informação é um dos principais bens de um povo em momento de crise. Assim, neste momento de pandemia, é importante fortalecer a legitimidade da imprensa como cão de guarda da sociedade e incentivar a cultura da responsabilidade no consumo da informação.

Naquilo que diz respeito aos meios institucionalizados como a imprensa e, nela, o jornalismo, cabe a responsabilidade de se pautar pelo interesse público e, na figura de uma instituição social, fazer a mediação entre o indivíduo e a sociedade, e entre todos e a informação. Aqui, neste ponto, o que mais temos visto no cenário midiático é uma cobertura séria, pautada pela rigidez da apuração e do trato com os dados.

De forma exaustiva, mas sem recair em um sensacionalismo ou em uma cobertura desgastante, a imprensa, de uma forma geral, tem sido exemplar neste quesito. Não somente na cobertura, mas no acesso. Praticamente todos os principais portais de notícias e jornais do país abriram suas portas e bloqueios de assinatura para os cidadãos — um conteúdo livre e de qualidade para todos. Em outros casos, veículos rivais, que disputam leitores e consumidores de conteúdo, unificaram suas capas na campanha “juntos vamos derrotar o vírus: unidos pela informação e pela responsabilidade”.

A imprensa, que neste último ano foi alvo de uma brutal campanha de descrédito operada, sobretudo pelo discurso governamental, tem provado de forma geral que seu compromisso é com a sociedade. De forma uníssona, os jornais combatem a desinformação, promovem serviços públicos, incentivam o apoio mútuo, fortalecem os laços sociais, consultam especialistas das mais variadas áreas, confrontam gestores públicos e cobram iniciativas dos governantes. Enquanto alguns líderes promovem a discórdia, o discurso da imprensa tem pregado a solidariedade.

Em um momento sensível como este, em que a saúde pública e a economia estão em evidência, é fundamental que a sociedade mantenha fortalecida a imprensa — uma das únicas barreiras que impedem a desinformação e o agravamento do quadro de crise. Podemos destacar ao menos três formas de fazer isso. A primeira, aos que podem, é apoiar novas assinaturas ou ainda garantir a manutenção financeira dos veículos comerciais e alternativos. A informação de qualidade é cara, sobretudo quando precisamos que ela seja produzida de forma rápida e com conteúdo crítico.

A segunda forma de dar suporte à imprensa é multiplicar a informação. Ou seja, é replicar o conteúdo de qualidade, compartilhar nas redes sociais, debater e fazer com que circulem matérias de veículos consolidados e de respeito. Isso tem uma função dupla: de promover o nome do veículo e sua consolidação frente à sociedade e, em segundo aspecto, fazer com que os dados apurados atinjam um público maior. Quanto mais pessoas souberem sobre os malefícios de automedicação, quanto mais pessoas souberem os números de telefones das autoridades ou ainda sobre as formas de buscar auxílio financeiro de entes públicos, é melhor para todos.

A terceira forma é não dar mais trabalho para a imprensa, que já está sobrecarregada em apurar as mortes, o número de infectados e tornar públicos os atos governamentais. Nada do que façamos neste momento diz respeito a nós apenas. Sobretudo quando nossas decisões e manifestações são feitas em um dos principais espaços de diálogo e de formação de sentido na atualidade: as redes sociais digitais. Se não tem certeza da origem dos dados ou da informação recebida no celular ou nas suas redes, não passe adiante. Duvide de títulos que prometem informações que não existem em nenhum outro jornal, ou de “matérias” que prometam revelar “o que a imprensa não tem mostrado”. É muito capaz que a própria mensagem recebida seja o verdadeiro embuste.

O exercício de cidadania não está apenas em não compartilhar fake news, mas é também não tolerar desinformação sendo replicada por aí. Se encontrar mensagem falsa na internet, denuncie nos canais das redes sociais, procure nos jornais e agências de fact-checking a informação correta e veicule nos comentários ou nos grupos em que a desinformação foi compartilhada.

Se uma imprensa cínica e demagógica, como alertou um dos principais nomes do jornalismo estadunidense, Joseph Pulitzer, tende a formar um público tão vil quanto ela, por outro lado uma imprensa que tem atuado sob valores democráticos e pautada pelo interesse público deve ser reconhecida pelo exercício da cidadania que ela ajuda a promover. Não se trata de deixar de lado um olhar crítico sobre os jornais e as implicações de suas posturas frente à sociedade. Mas o de reconhecer sua legitimidade como instituição social na defesa dos interesses da população contra o autoritarismo, os abusos de poder e, sobretudo, contra a ignorância.

Alexsandro Ribeiro é professor nos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda do Centro Universitário Internacional Uninter

 

 

 

Add a comment

Voluntários atendem profissionais da saúde do Hospital do Idoso de Curitiba com meditação e técnica que usa o potencial terapêutico das mãos

 

 

 

 

Voluntários atendem profissionais da saúde do Hospital do Idoso de Curitiba com meditação e técnica que usa o potencial terapêutico das mãos

Através de parceria, equipe do Mãos Sem Fronteiras Brasil reforça ações da Prefeitura de Curitiba para suporte aos trabalhadores da linha de frente no atendimento aos casos de coronavírus na capital.

Um grupo de voluntários do Mãos Sem Fronteiras começou mais uma ação de ajuda aos profissionais de saúde que estão atuando no tratamento dos pacientes com suspeita ou confirmação de covid-19 no Paraná. A organização, que tem sede nacional em Curitiba, fez parceria com a direção do Hospital do Idoso Zilda Arns, que prevê a ajuda humanitária durante todo o período de enfrentamento do coronavírus na capital.

Voluntários capacitados para o atendimento ao público com o método do Mãos Sem Fronteiras, que inclui a meditação e uma técnica terapêutica chamada Estimulação Neural, vão atender os colaboradores da unidade às segundas e terças, das 10h às 21h. Ao todo, 10 voluntários vão se revezar nas aplicações da prática integrativa e sessões de meditação. O atendimento é oferecido a todos os colaboradores que quiserem receber as aplicações e participar da meditação, nos intervalos de trabalho, antes do início ou após o fim do expediente. O objetivo é fortalecer o sistema imunológico, equilibrar o sistema nervoso e prevenir picos de estresse, decorrentes do trabalho intenso de médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem.

O trabalho é coordenado pelos embaixadores do Mãos Sem Fronteiras Pela Paz no Mundo: Lilian Miranda (Brasil) e David Miramond (França), que veio ao país para reforçar as ações da organização no enfrentamento da pandemia. “É mais uma parceria da organização para dar apoio aos profissionais que estão sofrendo ou podem sofrer com uma carga excessiva de estresse, ocasionando ansiedade e fadiga emocional. Com as sessões, ajudamos a desacelerar pensamentos e descargas hormonais dos estados de alerta. O efeito imediato é a sensação de bem-estar. Depois do expediente, eles vão conseguir relaxar e dormir melhor, o que faz toda a diferença”, conta a embaixadora.

As equipes de voluntários fizeram treinamento específico para o atendimento com a prática integrativa nos hospitais e já estão atuando em outro centro médico: o Complexo Hospitalar do Trabalhador. O protocolo de emergência é rápido e seguro, para alcançar o maior número de profissionais, sem atrapalhar o ritmo dos atendimentos aos pacientes. "Os atendimentos levam de 10 a 20 minutos. É uma técnica simples, mas que tem resultados rápidos. Essa é a nossa maneira de contribuir com quem está socorrendo as pessoas. O objetivo dos voluntários é ajudar quem ajuda. Vamos fazer esse trabalho pelo tempo que for necessário, com muita energia e vontade de contribuir para que tudo fique bem ao fim da pandemia”, conclui a embaixadora.

 

 

 

Add a comment

Nova economia é opção de investimento para mulheres

 

 

 

Nova economia é opção de investimento para mulheres

Além de entrar em um mercado diferenciado, o público feminino pode empreender em uma startup criada e gerida por mulheres, o que aumenta o potencial investidor de outros empresas

Quando falamos em negócios, sabemos que o poder e a liderança feminina tem crescido exponencialmente. E muito por conta de oportunidades que elas buscam ou como renda extra ou por liberdade financeira, conforme aponta pesquisa realizada pelo Sebrae, no ano passado, mostrando que dos 54 milhões de empreendedores no Brasil, 24 milhões são do sexo feminino e que 44% delas são empreendedoras por necessidade.

Esta conveniência em se tornar independente faz com que as mulheres busquem alternativas rentáveis para que possam lucrar, bem como ter mais tempo para a família, já que a maioria, mesmo trabalhando fora, ainda é 100% responsável pelas responsabilidades do lar.

O termo Nova Economia, calcado em 1990, é relativamente novo por ter ganhado mais força no último ano e com ele surgem novas empresas, com novos negócios e, geralmente, voltado para clientes diferentes, ou nichados. E esta é uma boa aposta para quem quer empreender com segurança.

A startup da Nova Economia

No boom de startups surgiram uma infinidade de serviços que auxiliam as empresas a mais produtivas e lucrativas. Este é o caso da Just Virtual Real, fundada em 2015 pela curitibana e especialista em atendimento remoto, Camile Just. Nesta época, ainda como gerente de uma loja em um shopping, a empreendedora buscava ter mais flexibilidade de horário para cuidar de outras obrigações de sua vida, momento no qual se deparou com um serviço muito conhecido e utilizado, principalmente, nos Estados Unidos: a assistência remota.

Com isso, e após estudos de mercado, Camile fundou a sua empresa, uma plataforma que conecta assistentes remotas com os clientes, e começou a prestar serviços para pequenos e novos empreendedores, apoiando em tarefas mais complicadas como processos administrativos, financeiros, comerciais, de relacionamentos, controle de fluxo de caixa, ligações para clientes, agendamento de reunião, prospecção, pesquisas, entre outros.

“Quando iniciei com a Just, a alta demanda e o compartilhamento de tarefas com profissionais qualificados, permitiu que pudéssemos oferecer um custo muito mais vantajoso para os empresários. Ao contar com nosso serviço de assistência remota, o negócio ganha com atendimento próximo, rápido e ainda sem preocupações já que o nosso trabalho é resolver qualquer dificuldade que a tarefa possa exigir”, revela a CEO.

Como primeira apoiadora da comunidade Women In Blockchain Brasil, rede de apoio e cooperação para inclusão da mulher na nova economia, em 2019, Camile abriu sua empresa para que novas assistentes, já que sua demanda crescia consideravelmente. Ela formatou o modelo de negócio, desenvolvendo a descrição da profissão e identificando as dores que seus serviços solucionariam para o cliente, além de ter criado o curso online Como Ser Assistente Virtual, em 2017, para formar e preparar assistentes remotas para o mercado de trabalho.

Com isso, as assistentes formadas e certificadas pela Just Virtual Real, além de entrarem na vitrine para clientes da empresa, possuem total liberdade para conquistar clientes por conta própria, podendo aumentar suas margens de lucro.

Mais segurança

Segundo estudo do Kauffman Fellows Research Center, startups geridas pelo sexo feminino, ou com pelo menos uma mulher, têm 21% mais chances de receber investimentos, se comparados aquelas formada somente por homens.

Este dado fortalece o posicionamento que uma startup com mulheres em seu quadro societário se torna mais segura, já que tem maior potencial de receber aportes financeiros para crescer. Hoje, a Just Virtual Real é composta por cinco sócias que cuidam de setores diferentes do negócio, potencializando sua força de mercado.

“Hoje em dia, em especial mulheres que não podem sair de casa para trabalhar por diversas razões e até mesmo pessoas que não conseguem recolocação no mercado de trabalho por falta de qualificação podem se introduzir em uma nova área com um curso rápido online e, por meio de nossa certificação, ficam disponíveis para serem conectadas com clientes. Temos diversas casos de mulheres que mudaram suas vidas por conta deste novo negócio”, finaliza Camile.

 

 

 

Add a comment

Maratona do Rio promove lives com dicas de especialistas

 

 

 

Maratona do Rio promove lives com dicas de especialistas

Entre os temas abordados estão alimentação no período de quarentena e os riscos de lesões nas atividades físicas

Cada vez mais sucesso nas redes sociais da Maratona do Rio (@maratonadoriooficial), o time de especialistas e embaixadores do evento vem se revezando para participar de uma série de lives com dicas para atletas profissionais e amadores. Os temas desta semana prometem chamar a atenção de quem está se preparando para a próxima edição do evento – que acontece nos dias 11 e 12 de outubro – e para quem está preocupado em manter a forma durante o período de quarentena.

Nesta terça-feira (7), às 19h, a fisioterapeuta Nanci Roff, junto com a embaixadora da prova de 10k, Camila Costa, fará uma live na qual debatem sobre os riscos das lesões nas atividades físicas. A especialista ressaltará alongamentos, qualidade dos tênis e responderá perguntas dos seguidores em tempo real. Já a Embaixadora vai relembrar momentos difíceis que enfrentou durante as maratonas passadas e contar como está se preparando, em casa, para a Maratona do Rio 2020.

Já na quinta-feira (9), a nutricionista Roberta Lima e a psicóloga Vanessa Protasio abordarão o tema “Alimentação no período de quarentena: Vontade x Escolhas”. A proposta da live é convidar os seguidores para refletirem sobre o que estão ingerindo neste momento em que a maioria está se exercitando menos. Para deixar a conversa ainda mais dinâmica, os seguidores podem postar suas dúvidas e sugerir pautas para serem trabalhadas diariamente pelos especialistas e embaixadores da prova.

O time de especialistas da Maratona do Rio é formado por André Leta e Ademir Paulino (educadores físicos), Sérgio Maurício (ortopedista), Roberta Lima (nutricionista), Vanessa Protasio (psicóloga), Fabiula Schwartz (cardiologista) e Nanci Roff (fisioterapeuta). Já os embaixadores são: a jornalista Fernanda Gentil, o atleta paralímpico Vinícius Bellator e os influenciadores Camila Costa, Babi Beluco, Ygor Fonseca e Rafa Arlotta

 

 

 

Add a comment

Encomendas de ceias de Páscoa com menu completo no Vanille Café Colonial

 

 

 

Encomendas de ceias de Páscoa com menu completo no Vanille Café Colonial

Serão duas opções de ceias, para retirada no local; pedidos devem ser feitos até sexta-feira

Não será por conta da quarentena que a Páscoa vai passar batido. Para o almoço do domingo de Páscoa, o Vanille Café Colonial, no Caminho do Vinho, em São José dos Pinhais, estará com duas deliciosas opções de ceias de Páscoa, para retirada no local. As encomendas podem ser feitas até o dia 10 de abril, sexta-feira, mediante sinal de depósito para confirmação do pedido. A retirada pode ser feita no sábado, dia 11, à tarde, ou no domingo, dia 12, pela manhã.

A primeira opção de ceia de almoço de Páscoa é a Paleta de Porco Assada na Cachaça com Batatas Doce acompanhada de salpicão e farofa com bacon. Já na segunda opção de ceia, o menu conta com Sobrecoxas de Frango assadas (12 unidades) acompanhadas de batata assada ou gratinada, maionese e farofa com bacon. Nos dois menus haverá uma sobremesa, a escolher: tortas Alemã, Limão, Banoffe ou pudim de leite.

As encomendas podem ser feitas pelos telefones (41) 3107-7555 ou 3635-1548, ou ainda pelo WhatsApp (41) 99117-8222.

Serviço:

Ceia de Almoço de Páscoa Vanille Café Colonial, no Caminho do Vinho

Encomendas até dia 10/04, mediante pagamento de sinal de 50% via depósito

Para retirada no local, no sábado (11/04) à tarde, ou domingo (12/04) pela manhã

Encomendas pelos telefones: (41) 3107-7555 ou 3635-1548, ou ainda pelo WhatsApp (41) 99117-8222

Menu Ceia de Páscoa Vanille Café Colonial

Opção 01: Paleta de Porco Assada na Cachaça com Batatas Doce acompanhada de salpicão e farofa com bacon, sobremesa a escolher (tortas Alemã, Limão, Banoff ou pudim de leite), serve aproximadamente 6 pessoas: R$ 260,00

Opção 02: Sobrecoxas de Frango assadas (12 unidades) acompanhadas de batata assada ou gratinada, maionese e farofa, com sobremesa a escolher (tortas Alemã, Limão, Banoff ou pudim de leite), serve aproximadamente 6 pessoas: R$230,00

 

 

 

Add a comment

Subcategorias

X

Buscar artigos