Cursos online e gratuitos promovem capacitação profissional no Paraná

Cursos online e gratuitos promovem capacitação profissional no Paraná

ICI oferece palestras com temas como saúde mental, segurança da informação e tendências da tecnologia

O Instituto das Cidades Inteligentes (ICI), em parceria com a Associação dos Deficientes Físicos do Paraná (ADFP-PR), vai promover cursos e palestras online sobre temas relacionados ao mercado de trabalho. O objetivo é incentivar a inclusão digital, social e profissional, iniciativa que integra o projeto social Trilha Digital do ICI, que completa um ano em setembro.

Com a chegada da pandemia da Covid-19, toda a estrutura de ensino foi adaptada para o meio online, o que possibilita a continuidade das atividades e também maior alcance de alunos. “Os cursos são abertos ao público e nosso objetivo é impactar o maior número de pessoas, entre associados da ADFP, seus familiares, amigos e apoiadores da associação”, comenta o gestor de responsabilidade social do ICI, Ozires de Oliveira. Antes da interrupção das atividades presenciais, sete treinamentos foram realizados na Associação. Foram 91 alunos atendidos e 599 horas de aula.

Todos os instrutores são colaboradores voluntários do ICI. Nessa nova etapa, serão oferecidas palestras com temas como: finanças domésticas, escolhas em meio à crise, tecnologia no mercado de trabalho, segurança de informação e privacidade digital, saúde mental, humanidade e tecnologia, desafios do trabalho remoto e tendências da tecnologia.

As palestras serão disponibilizadas no Facebook da ADFP e serão abertas ao público. Para quem quiser receber certificado de participação, basta realizar a inscrição pelo link https://bit.ly/2XfOJQK .

Confira a programação completa:

01/09 – O poder de nossas escolhas em meio à crise

09/09 – Segurança da informação e privacidade nos meios digitais

15/09 – Saúde mental – cuidando das nossas emoções

22/09 – Relação humanidade e tecnologia por uma nova perspectiva

29/09 – A importância da tecnologia no mercado de trabalho

06/10 – Tendências da tecnologia

13/10 – Os desafios do trabalho remoto

20/10 – Finanças domésticas

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Álcool gel pode causar queimaduras se não for usado corretamente

Álcool gel pode causar queimaduras se não for usado corretamente

Químicos explicam como utilizar o produto mais procurado durante a pandemia e evitar o “fogo invisível”

Dados da SBQ (Sociedade Brasileira de Queimaduras) mostram que, desde março, mais de 400 pessoas foram internadas com queimaduras relacionadas ao álcool 70% na sua forma gel ou líquida. Casos como esses eram inéditos até então.

O professor de Química do Colégio Marista Paranaense, José Rivellino Rocha, alerta que o álcool gel 70% é uma substância inflamável por conter etanol e é preciso ter cuidado ao utilizá-lo. “Quanto mais concentrada for a solução, mais inflamável o produto é. Em receitas que pedem bebidas alcóolicas para flambar por exemplo, vemos que com 30% de concentração alcóolica já é possível gerar chamas”, explica o professor Riva.

Ele esclarece que o risco existe enquanto o produto estiver úmido na pele. “Quando a pessoa passa o álcool gel nas mãos e o produto ainda não evaporou, a pele ainda está molhada, há risco. Se essa pessoa se aproximar de uma fonte de calor, como um isqueiro, fogão ou churrasqueira, vai pegar fogo”, revela. “O ideal é esperar o produto secar por completo, depois de alguns minutos, pois aí a probabilidade de pegar fogo é mínima”, conta professor Riva.

Ele chama a atenção também para versões caseiras e o uso do álcool vendido em postos de gasolina. “O etanol definitivamente não pode ser usado para limpeza das mãos, pois é altamente inflamável e nocivo à pele e à saúde. Mesmo receitas caseiras que indicam misturas e combinações não devem ser feitas com o combustível em nenhuma hipótese”. Em casa, ou quando houver acesso à água e sabão para higienizar as mãos é a melhor opção. O álcool gel pode ser usado para ocasiões em que se está fora de casa, por exemplo, conclui.

De olho na procedência

De acordo com o professor de Química do Colégio Marista Paranaense, Paulo Christoff, é importante sempre utilizar produtos de procedência confiável. “Produtos caseiros ou falsificados não são confiáveis, pois não podemos saber qual é a proporção de álcool contido ao certo, nem das outras substâncias que fazem parte do suposto álcool gel”, explica. “Apenas profissionais com formação técnica, como químicos ou farmacêuticos, por exemplo, podem ser os responsáveis técnicos pela produção de álcool gel realmente seguro e eficaz”, completa.

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Catuaí Maringá comemora o Dia dos Pais com ‘churrasco em casa’ e Caixa de Presentes

 

 

 

Catuaí Maringá comemora o Dia dos Pais com ‘churrasco em casa’ e Caixa de Presentes

Beer & Beef – Edição em Casa e Caixas de Presentes com itens selecionados marcam a data comemorativa este ano

Atento às mudanças de comportamento do consumidor impostas pela pandemia, o Dia dos Pais do Catuaí Maringá será diferente este ano. O shopping vai dividir a comemoração em duas ações: o Beer & Beef – Edição em Casa e a Caixa de Presentes, unindo gastronomia e o carinhoso gesto de presentear o pai nesta data especial.

O Beer & Beef – Edição em Casa irá oferecer às famílias uma caixa gourmet contendo todos os ingredientes necessários para que possam fazer juntos um churrasco em casa.

“O Beer & Beef foi muito bem recebido pelo público no ano passado e já se consolida como um evento anual em nosso calendário. Mas respeitando o momento delicado, as famílias vão ter a chance de ter o evento em suas casas, em um formato mais intimista para confraternizar o Dia dos Pais”, explica a gerente de marketing do Shopping Catuaí, Bianca Gonçalves.

A iniciativa é realizada em parceria com a empresa A Caixa de Receitas, que seleciona criteriosamente e disponibiliza os ingredientes em porções fracionadas para a receita, evitando qualquer desperdício. Além dos alimentos, a caixa contém dicas e técnicas personalizadas com o passo a passo para o preparo dos pratos. “Desta forma, até quem não tem muita familiaridade na cozinha, pode ser um chef e ter uma experiência gastronômica singulares em casa”, comenta Guilherme Oliveira, um dos idealizadores da empresa.

A Caixa Beer & Beef – Edição em Casa serve até quatro pessoas e é composta por:

- Short rib (600g);

- T-Bone (600g);

- Linguiça suína com queijo coalho Garcia Fiori (500g);

- Pão de alho em baguete com longa fermentação e creme de alho do Chef;

- Farofa do Chef (300g);

- Sal temperado do Chef (100g).

Para harmonizar com as carnes, a Caixa Beer & Beef oferece como adicional duas opções de cerveja artesanal com o rótulo da premiada Cervejaria Cathedral: Easy Larger e Serena Session. O growler descartável de 1 litro custa R$ 18 e R$ 22, respectivamente.

A pré-venda da Caixa Beer & Beef vai até o dia 5 de agosto no valor de R$ 169,90. Após essa data, será comercializada a R$ 189,90. Para solicitar, basta o cliente acessar o site www.diadospaiscatuai.com.br.

A retirada pode ser feita nos dias 6 e 7 de agosto no drive-thru do shopping, localizado no acesso D do estacionamento. Outra opção é a entrega por delivery nos dias 8 e 9 de agosto, com agendamento prévio pelo site.

Caixa de Presentes

A segunda ação da campanha Dia dos Pais do Catuaí Maringá é a Caixa de Presentes. O shopping reuniu um mix de 25 lojas, como VR, Reserva, Levi’s e Worship Skate Shop, e compôs kits com presentes exclusivos das marcas, sendo cada kit direcionado para um dos seguintes perfis: Casual, Moderno, Elegante, Básico e Jovem.

As caixas tem uma combinação de itens selecionados para os diferentes tipos de pais, com peças de vestuário, calçados, óculos, carteiras, cintos, acessórios em geral até produtos como caneca, carregador portátil para celular e tábua para churrasco.

As Caixas de Presentes custam a partir de R$ 106,50 e estarão disponíveis enquanto durarem os estoques.

Para conferir os itens de cada caixa, os clientes devem acessar a vitrine online em www.diadospaiscatuai.com.br. A retirada acontece diretamente na loja ou pelo drive-thru do shopping, entre os dias 3 e 7 de agosto.

Serviço:

O Catuaí Shopping Maringá adotou um rigoroso protocolo de segurança, com medidas de prevenção ao coronavírus, como a utilização de câmeras com sensor infravermelho capazes de identificar se uma ou mais pessoas ao mesmo tempo estão com febre, tapete higienizador de calçados nas entradas, automatização das cancelas do estacionamento para evitar acionamento manual, disponibilização de totens com álcool gel em pontos estratégicos e reforço na limpeza diária com água ozonizada, com maior poder sanitizante.

O horário de funcionamento do Catuaí Shopping é das 11h às 20h, de segunda à sexta-feira.

Catuaí Shopping Maringá

Av. Colombo, 9161

Tel. (44) 3123-5000

www.catuaimaringa.com.br

www.facebook.com/catuaimaringa

 

 

 

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MDGP apresenta apartamento modelo no Arbo Cabral

 

 

 

MDGP apresenta apartamento modelo no Arbo Cabral

Com as obras do Arbo Cabral em fase de finalização, a MDGP apresenta como será entregue o apartamento aos futuros moradores. O objetivo é mostrar em um espaço humanizado como é o padrão da construção e seus acabamentos aos clientes que têm interesse em adquirir as últimas unidades do prédio de alto padrão. No apartamento modelo, o cliente poderá viver uma experiência do seu novo lar e explorar os diferenciais construtivos em detalhes. Além disso, vão estar disponíveis esquadrias, paredes duplas, piso, paredes com revestimento termo acústico, padrão de porta, louças e metais, sistema de automação, banheiros decorados, paisagismo na varanda e iluminação. Também será disponibilizado no showroom informações do funcionamento da aspiração central nos apartamentos.

Com conceito único e assinado por grandes nomes da arquitetura, como os arquitetos José Smolka e Fernanda Cassou e o escritório de paisagismo Burle Marx, o Arbo Cabral conta com varandas triangulares, com árvores e canteiros verdes nas 21 unidades do empreendimento. O prédio também tem apartamentos de 240 metros quadrados privativos, com uma unidade por andar e flexibilidade de acomodar 3 ou 4 suítes. A previsão de entrega é até dezembro de 2020. O empreendimento está localizado na rua São Pedro, n. 84, no bairro Cabral. Mais informações, acesse www.mdgp.com.br ou agende uma visita pelo (41) 99901-3391.

A MDGP - Incorporadora com mais de 10 anos de atuação em Curitiba, reúne profissionais experientes e com vontade de empreender de forma moderna e diferenciada, tem à sua frente o engenheiro civil Marlus Doria, com 28 anos de experiência no mercado imobiliário. Em suas parcerias, conta com a participação da Aurora Centennial, grupo centenário de origem familiar que opera no Brasil, Estados Unidos e Europa e atua nos setores da indústria da madeira, construção civil, tecnologia e incorporação imobiliária. Saiba mais sobre a MDGP e seus lançamentos acessando www.mdgp.com.br.

 

 

 

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Saúde: um mercado imperfeito

 

 

 

Saúde: um mercado imperfeito

Por José Pio Martins*

Para a Organização Mundial de Saúde (OMS), a saúde é “o estado de completo bem estar físico, mental e social, e não a simples ausência de doença ou enfermidade” e nossa Constituição Federal dispõe, no artigo 196, que a “saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”.

Essas definições de saúde são, na verdade, objetivos amplos a serem perseguidos, enquanto a manutenção e recuperação (ou não) da saúde pessoal é uma consequência da assistência à qual todos têm direito. Para os economistas existe uma “economia da saúde”, um mercado composto dos bens materiais (hospitais, unidades de saúde, máquinas, equipamentos, aparelhos, medicamentos etc.) e dos serviços prestados por médicos e os demais profissionais da área da saúde.

Um dos principais desafios enfrentados pelo SUS, cuja lei completa 30 anos em setembro próximo, é o de ser único e universal. Um sistema público nacional e único de saúde é chamado de universalismo, isto é, um serviço público pago pelo orçamento fiscal, à disposição de toda a população. Embora sujeito aos males inerentes às estruturais governamentais, como ineficiência e corrupção, um sistema público é conceitualmente meritório, humanitário e defendido por muitos, inclusive vários economistas liberais, sob certos argumentos.

O primeiro argumento é o do interesse público, defensável sempre que seja necessária uma superestrutura pública capaz de prover segurança e proteção contra ameaças e fontes de sofrimento que superam a capacidade individual de solução, como agressões externas, catástrofes naturais, pandemias, colapsos de abastecimento etc. Nesses casos, a sociedade consente em abrir mão de uma parcela de sua liberdade para submeter-se a um poder instituído destinado a atender às necessidades decorrentes do flagelo coletivo.

O segundo argumento é a repercussão coletiva. Neste caso específico, é a existência dos elementos que tornam o capital humano eficiente, produtivo e capaz de aumentar o produto/hora de trabalho ao ponto de construir uma nação economicamente rica, socialmente desenvolvida, sem pobreza e sem miséria. Os dois principais elementos já identificados pelos estudos econômicos nos últimos 300 anos, com expressiva repercussão coletiva, são a educação e o padrão de saúde da população.

Então, temos aqui considerações econômicas a favor da implantação de um sistema nacional de saúde capaz de manter bom padrão de saúde para todos, além das considerações humanitárias e as vinculadas à solidariedade humana. Quando o interesse econômico casa com o amor ao próximo, temos o casamento perfeito. Ou seja, um sistema de saúde pública de qualidade tem a capacidade de atender ao interesse econômico e, simultaneamente, cumprir o imperativo de solidariedade social e amor ao próximo.

O terceiro argumento a favor de um sistema universal de saúde vem das falhas de mercado. Em todo mercado há pelo menos quatro atores: o produtor, o consumidor, o produto e o preço. Nas economias livres, é no embate de interesses antagônicos entre comprador e vendedor (quando há muitos produtores e muitos consumidores, de forma a não haver dependência um do outro), que aparecem as vantagens da livre concorrência e as transações satisfazem os dois lados.

Sem esses atributos, o mercado apresenta falhas que prejudicam a competição e a soberania do consumidor, resultando em transações menos eficientes e distorções na formação de preços. Nesses casos, justificam-se intervenções governamentais e alguma regulação. O setor da saúde é um mercado que apresenta certas falhas, no sentido econômico da palavra, algumas das quais estão a seguir.

• Necessidade não mercantil. A assistência médica, uma cirurgia, um procedimento terapêutico e os serviços médicos de modo geral não são opcionais, porquanto o consumidor não é totalmente autônomo. Em geral, a necessidade de atendimento é uma imposição das doenças, acidentes e anomalias físicas ou mentais, em grande parte fora do controle individual. Eu tenho escolha entre comprar ou não comprar um sapato ou um carro. Mas, se sofro um acidente ou problema qualquer em meu organismo, não tenho escolha: necessito de um atendimento médico ou pereço.

• Os Produtos não são comparáveis. Se quero comprar um camisa, tenho centenas de opções, modelos, preços e fornecedores. Minha liberdade de escolha é ampla. Mas se sofro um infarto e somente uma ponte de safena me salva, não tenho tempo nem opção de modelos. Minha liberdade de escolha é quase nenhuma, nem deve haver uma ponte de safena para pobre e outra para rico. Como produto, as cirurgias são padronizadas (ou pelo menos deveriam ser).

• Reduzida autonomia do consumidor. Para comprar um carro, pesquiso, visito lojas, pergunto, avalio e decido com autonomia. Agora imagine que você esteja em viagem e sofre um acidente. Alguém chama uma ambulância e você é entregue ao primeiro hospital que há, nas mãos do médico de plantão. Não há escolha. Essa é uma das razões pelas quais os cursos de Medicina devem ser regulados e fiscalizados com rigor. Você somente descobre quem o atendeu quando sair da anestesia pós-operatória (se sair).

• Concorrência imperfeita ou inexistente. O Brasil tem 5.570 municípios, somente 1.427 têm acima de 25 mil habitantes. Portanto, são 4.143 cidades com menos de 25 mil, sendo que 1.200 têm menos de 5.000 habitantes. Isto é, na maior parte do país, as opções de escolha são poucas ou quase nulas. O consumidor (chamado apropriadamente de paciente) não tem saída. Não se pode julgar o mercado da saúde de toda uma nação pela lógica das cidades grande.

• Consumo do serviço simultâneo à produção. O serviço de saúde é produzido no exato momento em que é consumido. Não há cirurgias de safena em estoque para você comprar quando seu coração falhar. Não é você que decide quando seu coração vai entrar em colapso. Claro, seus hábitos podem indicar para onde você está indo com sua saúde, como também há cirurgias e procedimentos de emergência, urgência e os meramente eletivos.

• Formação de preço deficiente. Pelas características citadas, e outras mais, a formação de preço nos serviços de saúde é deficiente. Não é um mercado competitivo nos moldes dos bens e serviços de consumo opcional. Nem nos planos de saúde a formação de preço é simples. Há o médico, o paciente, o serviço e o preço. Só há um problema: o pagador não é o cliente (paciente), é a operadora do plano. Então, surge aqui um quinto ator nesse mercado, o que dispensa o embate entre cliente e fornecedor, permite abusos e desperdícios, obrigando as operadoras a terem enormes equipes de auditoria.

O Brasil está longe de ter somente o SUS como sistema único e universal e poder dispensar outras soluções de mercado, como os planos individuais ou empresariais. Mas algo tem que mudar. O coronavírus teve a virtude de mostrar as virtudes e os vícios do sistema.

* José Pio Martins é economista e reitor da Universidade Positivo

 

 

 

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