Hospital Cardiológico Costantini realiza seminários on-line e gratuitos nos dias 12 e 13 de agosto

 

 

 

 

 

 

 

Hospital Cardiológico Costantini realiza seminários on-line e gratuitos nos dias 12 e 13 de agosto

Nos dias 12 e 13 de agosto, o Hospital Cardiológico Costantini realiza dois seminários gratuitos e on-line. O primeiro, na quarta-feira, aborda o tema Fisioterapia na Covid-19, enquanto o segundo, na quinta-feira, fala sobre Atividade Física e Covid-19. As palestras terão início às 19h e contarão com a presença de profissionais da instituição, fisioterapeutas e médicos do esporte. Os eventos são voltados para profissionais da área da saúde e para a comunidade, em geral. Passa assistir, basta acessar o endereço icostantini.com.br nos horários de início. Não é preciso realizar inscrição prévia.

Serviço 1:

Seminário Informativo de Fisioterapia na Covid-19

• Data: 12/08/2020 (quarta-feira);

• Horário: 19h às 21h30;

• Local: on-line - icostantini.com.br;

• Gratuito.

PROGRAMAÇÃO:

• 18h55-19h – Abertura;

• 19h-19h30 – Ventilação mecânica não invasiva: devo ou não utilizar no tratamento da Covid-19? (Fst. Dr. Giulliano Gardenghi);

• 19h30-20h – Estratégias de mobilização precoce em pacientes com Covid-19. Como fazer? (Fst. Dr. Daniel da Cunha Ribeiro);

• 20h-20h30 – Fisioterapia pós-Covid-19. O que há de evidência? (Prof. Dr. Rafael Michel de Macedo);

• 20h30-21h – Discussão.

Serviço 2:

Seminário Informativo de Atividade Física e Covid-19

• Data: 13/08/2020 (quinta-feira);

• Horário: 19h às 21h30;

• Local: on-line - icostantini.com.br;

• Gratuito.

PROGRAMAÇÃO:

• 18h55-19h – Abertura;

• 19h-19h30 – É possível mensurar o impacto da inatividade física durante a pandemia? (Prof. Dr. Paulo Cesar Barauce Bento);

• 19h30-20h – Como retornar de forma segura aos treinamentos em academia? (Dr. Fernando Antonio Willington);

• 20h-20h30 – Quais os benefícios da atividade física no enfrentamento da pandemia de Covid-19? (Prof. Dr. Rafael Michel de Macedo);

• 20h30-21h – Discussão.

 

 

 

 

 

 

 

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Trabalhar com os pais dá certo? Filhos contam experiências de como é dividir a profissão com os familiares

 

 

 

Trabalhar com os pais dá certo? Filhos contam experiências de como é dividir a profissão com os familiares

Da inspiração profissional ao envolvimento no dia a dia, é preciso saber separar o pessoal do profissional e manter a convivência saudável no trabalho e em casa

O Dia dos Pais, celebrado este ano em 9 de agosto, é uma data para homenagear e agradecer aos pais por tudo o que eles representam. Muitas famílias se reúnem nesse dia para comemorar, porém, existem filhos que estão com seus pais todos os dias e não é somente em casa, mas em ambiente profissional, já que decidiram seguir carreiras semelhantes.

Os advogados Ângela, Daniel e Marcia Glomb lembram que seu pai, José Lúcio Glomb, sempre foi a principal inspiração profissional deles e que o Direito do Trabalho sempre esteve presente, mesmo na infância. “Todos nós somos advogados trabalhistas fortemente influenciados por meu pai. Nos inspiramos nele como profissional e também como pessoa, e hoje trabalhamos todos juntos. Tivemos contato com outras áreas, porque vivíamos no escritório desde pequenos, já que nossa mãe também é uma grande advogada. Engana-se quem pensa que podemos ter mais flexibilidade por conta disso. Pelo contrário, meu pai nos exige tanto quanto exige dos outros colaboradores, ou até mais, e é por este e outros motivos que levamos tão a sério nossa profissão”, conta Marcia.

Welinton e Enrico Milani, pai e filho, são sócios e juntos tocam a Vapza, indústria de alimentos embalados a vácuo e cozidos a vapor. Enrico conta que a rotina de trabalho dos dois é complementar, pois a parte operacional da indústria, atualmente, faz parte do seu rol de atividades, porém, tudo sempre é analisado cuidadosamente em conjunto. “Tivemos fases. No início era mais difícil, mas sempre procuramos resolver tudo da melhor maneira possível, um aprendendo com o outro”. Ele, que também é pai, acredita que o maior legado que pode deixar para seus filhos é que eles trabalhem, tenham disciplina, ética e respeitem uns aos outros. O CEO também fala do seu pai com carinho ao dizer que uma das características que mais admira é a bondade: “meu pai gosta muito de ajudar as pessoas, amigos, colaboradores e a família. Aprendi muito com ele ao longo desses anos e ainda aprendo. Com certeza este é um dos seus grandes legados”, diz Enrico.

Os médicos Dr. Paulo Cesar e Dr. Leonardo Andriguetto compartilham o sobrenome e também a sala de cirurgia. Pai e filho, os dois são cirurgiões gerais do Hospital Santa Cruz e atuam, lado a lado, há mais de 10 anos. "É bom ter alguém mais experiente te orientando, mostrando os detalhes da profissão e da especialidade. Hoje fazemos os mesmos procedimentos e um auxilia o outro. Somos colegas de profissão”, conta Dr. Leonardo.

Sergio de Souza Assumpção, atua na área de construção civil há 31 anos e, desde 2016, está na Pride Construtora e Incorporadora como gerente de suprimentos, administração e pesquisa, e qualidade. Seu filho, Guilherme Lipinski Assumpção, iniciou a carreira na empresa em 2018, como estagiário, e hoje é auxiliar de engenharia. Ele relata que trabalhar ao lado do pai resultou em uma melhoria no relacionamento profissional e pessoal. “Passamos a conversar mais, a ficarmos ainda mais tempo juntos e respeitar cada um o limite do outro. Com o passar do tempo, ele fez questão de me mostrar que eu havia conseguido o cargo por merecimento e por meu profissionalismo. Sou muito grato ao “Sergião” por ter me instruído e por ter me conduzido até aqui”, comenta Guilherme.

Convivência saudável

A psicóloga da Paraná Clínicas, Ana Paula Zanardi, explica que é importante estabelecer uma rotina de trabalho e funções bem definidas para que tanto os pais, quanto os filhos, possam separar o profissional do pessoal. “É muito válido que a rotina entre as funções de casa e as funções laborais não se misturem. Assuntos de trabalho devem ser abordados no ambiente de trabalho e assuntos familiares em casa. Esse fator combinado à comunicação, ao respeito e à privacidade são fundamentais para deixar a convivência mais fácil e assertiva”, afirma.

A especialista também dá dicas de como resolver dificuldades respeitando os limites familiares e profissionais. “O melhor modo de encontrar uma solução é se comunicar de forma respeitosa e empática, com cada membro envolvido falando sua percepção sobre o caso e seus sentimentos. Se a dificuldade é em casa, o certo é abordar em casa, assim como deve ser com os problemas do trabalho apenas quando ambos estiverem no expediente. As questões a serem resolvidas devem ser tratadas de forma individual e não pública”, esclarece Ana Paula.

Ela finaliza afirmando que atividades prazerosas em família melhoram a convivência em qualquer âmbito. “É importante propor momentos especiais, como refeições, brincadeiras, entretenimento em família. Isso melhora o relacionamento em casa e pode se entender para o ambiente profissional”, conclui a psicóloga.

 

 

 

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Fundador da mLabs ensina empreendedores a vender mais usando as redes sociais

 

 

 

Fundador da mLabs ensina empreendedores a vender mais usando as redes sociais

Rafael Kiso participa de live promovida pela startup vhsys, na quinta-feira, dia 6

Para ensinar os empreendedores de pequenos e médios negócios a vender mais por meio das redes sociais, a startup vhsys promove uma live nesta quinta-feira (6), às 17h, com Rafael Kiso, fundador e CMO da mLabs, plataforma líder de gestão de mídias sociais no Brasil, com mais de 150 mil clientes. Para participar, basta se inscrever por meio deste formulário. No dia da transmissão, os inscritos receberão um link para a live.

Entre os assuntos a serem abordados estão o uso das redes sociais como ferramenta de venda, estratégias de divulgação, fortalecimento da marca, conexão com clientes para aumentar as vendas e o futuro das redes sociais durante e após a pandemia do novo coronavírus.
Referência em startups e economia criativa e especialista em Marketing Digital e Gestão da Inovação, Rafael Kiso tem mais de 20 anos de carreira no mercado digital e foi eleito Melhor Profissional de Planejamento Digital pela ABRADi em 2017.

O bate-papo será conduzido pelo coordenador de branding da Add a comment

Aprenda a estimular a autonomia das crianças desde cedo

 

 

 

Aprenda a estimular a autonomia das crianças desde cedo

Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga especialista em gestão escolar, fala sobre como os pais e responsáveis podem auxiliar no processo de aprendizagem da criança

Errar é uma atitude comum do ser humano. Entretanto, somos cobrados desde cedo a não cometermos falhas ao longo da vida. E é esta insegurança frente aos erros que pode atrapalhar o desenvolvimento da autonomia durante a infância. Está na hora de refletir: quantas vezes você já não fez algo no lugar de seu filho e, portanto, interferiu no seu processo de aprendizagem?

De acordo com Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga especialista em educação infantil e gestão escolar, essa superproteção pode, em algum momento, acabar atrapalhando o desenvolvimento da criança como pessoa. “Hoje é uma criança, amanhã será um adulto. Ele precisa dessa autonomia no dia a dia pra realizar as suas tarefas, para errar e acertar sua caminhada”, diz. “É essencial que os pais e responsáveis saibam lidar com as falhas da criança da melhor maneira, sem a condenar, para que ela não fique com medo de encarar novas experiências”, complementa a especialista.

Para os pais, esse processo de aprendizagem e de ganho de autonomia pode representar um verdadeiro desafio. Mas para que a criança cresça independente e capaz de resolver os problemas da vida, é preciso que os responsáveis proporcionem as condições adequadas para que o pequeno aprenda com os próprios erros. Encaixar um brinquedo, escolher a fruta do lanche, escovar os dentes e arrumar a barra da calça, por exemplo, são tarefas simples que devem ser incentivadas às crianças.

“Uma dica importante é ensiná-las desde cedo a ter responsabilidade sobre seus atos, para que sempre que façam algo errado, sejam responsáveis por assumi-los”, conta. Segundo a especialista, refletir com os pequenos sobre os erros cometidos no passado também é uma alternativa, pois ajuda a criança a visualizar as lições aprendidas na prática. “Cabe aos pais e responsáveis incentivar seus filhos a sempre melhorarem, para que tomem decisões corretas. Afinal, é errando que se aprende”, completa Ana Regina Caminha Braga.

 

 

 

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Uma iminência do perigo

 

 

 

Uma iminência do perigo

Ao conduzir um veículo vamos nos defrontar com perigos iminentes no itinerário que fazemos, estamos à mercê das condições adversas do trânsito, entretanto, o grande problema são as combinações de um ou mais fatores que contribuem para o aumento de risco como exemplo: via, condutor, luz, calor, frio, trânsito, tempo.

Quem nunca passou por uma condição adversa de tempo, como por exemplo de neblina ou cerração? O problema poderá se agravar mais com a possibilidade de queimadas e fumaça ao longo da via. O grande problema é que não se sabe o que encontraremos dentro dela ou sobre o tamanho da sua extensão.

O Código de Trânsito Brasileiro Lei 9.503/97, no Capítulo III – Das Normas Gerais de Circulação e Conduta, enfatiza: “o condutor deverá, a todo momento, ter domínio de seu veículo, dirigindo-o com atenção e cuidados indispensáveis à segurança do trânsito”.

Transitar sob fumaça densa, além da iminência de possíveis acidentes, poderá causar irritação nos olhos, falta de visibilidade e problemas de respiração no condutor, principalmente nos motociclistas que ficam expostos diretamente.

Sendo inevitável transitar nessas condições combinadas de neblina e fumaça, reduza a velocidade antes de entrar em uma nuvem, mantenha a luz baixa ligada, nunca pare dentro da cortina de fumaça, evite frear bruscamente e procure sair o quanto antes.

É imprescindível dirigir com os cuidados indispensáveis para a segurança no trânsito, mantendo seu olhar proximal ao mesmo tempo longe e completo enquanto conduz. Isso inclui manter uma distância de segurança lateral e frontal dos demais veículos.

Ao presenciar um acidente de trânsito, preste socorro à vítima, no entanto, primeiro a sua segurança. Pare em um local seguro, sinalize com o pisca-alerta, triângulo, sinalizadores se possível, galhos de árvores, para que não aconteça novos acidentes.

A resolução do Contran nº 36/98 regulamenta o dever do condutor em “acionar as luzes de advertência do veículo (pisca-alerta) e colocar o triângulo de sinalização, ou equipamento similar, a no mínimo 30 metros da traseira do veículo”.

Deixar de sinalizar o local conforme regulamentado, além de expor a riscos a integridade das pessoas, caracteriza infração de trânsito.

Uma grande dica para quem não estiver ajudando a prestar os primeiros socorros como, por exemplo, curiosos, fotógrafos e cineastas amadores da imprensa marrom é evitar caminhar sobre a pista, a menos que queira ser a próxima vítima. A preocupação é real com os atropelamentos e os acidentes, devemos considerar em primeira instância a segurança, praticando diariamente o uso correto da direção defensiva.

Assim, ressalta-se cada vez mais a necessidade de uma educação para o trânsito de forma real e presente em nosso cotidiano, por meio da mídia, em nosso local de trabalho, no meio educacional, nas campanhas educativas permanentes por parte dos órgãos de Segurança Pública, ONGs e outros, no sentido de que o trânsito seguro se torne uma realidade constante em nosso pensar e agir, poupando a vida de muitos que desejam apenas chegar ao seu destino.

O texto foi escrito em decorrência do grave acidente ocorrido na BR 277, Em Curitiba (PR), no domingo 02/08/2020, contabilizando oito mortos.

Autores:

Valdilson Aparecido Lopes e Gerson Luiz Buczenko são professores do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Trânsito e Mobilidade Urbana do Centro Universitário Internacional Uninter

 

 

 

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