Delivery de caixas d’água e materiais hidráulicos ganha força no meio digital

 

 

 

Delivery de caixas d’água e materiais hidráulicos ganha força no meio digital

Com equipe especializada, e-commerce oferece atendimento para quem está construindo ou reformando

Imagine a cena: você precisa trocar a caixa d'água de sua residência ou empresa, para garantir a qualidade da água consumida e contribuir para a saúde das pessoas com quem convive, porém não pode ir a uma loja física. A saída seria a compra pela internet, certo? Mas então vem a pergunta: qual o tipo de produto é mais adequado às minhas necessidades?

Para garantir esses e outros benefícios aos consumidores, o site H2O Solutions oferece atendimento especializado para quem quer adquirir caixa d'água, biodigestor, tanque, cisterna, torneira, filtro, purificador, refil e acessórios desse segmento. A loja virtual proporciona uma experiência diferenciada, que vai desde o apoio para encontrar o produto ideal, negociação de preço e formas de pagamento, até a entrega no local da obra.

Revendedora autorizada das marcas Acqualimp, Fortlev e Víqua, a empresa mantém um canal direto com as indústrias, permitindo assim ter uma equipe de vendas capacitada por meio de treinamento constante. O time qualificado consegue identificar a demanda do consumidor e recomendar soluções bem ajustadas ao projeto de cada um. E são esses profissionais que estão na linha de frente do atendimento online da H2O Solutions, orientando o consumidor em suas dúvidas e proporcionando uma compra consciente e cada vez mais eficaz.

A comodidade e a praticidade de comprar online e receber o produto em casa, sem pagar mais por isso, são facilidades que a H2O Solutions disponibiliza também para os clientes, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas. Outro diferencial é o pagamento, que pode ser feito de forma bem segura, por meio de boleto ou pelo cartão de crédito - esta opção em até 6 vezes sem juros.

Comprando com a H2O Solutions, o cliente tem ainda a possibilidade de retirar o produto na loja física que fica na Alameda Franca, 243, no Jardim Paulista, em São Paulo (SP). Nesse caso, basta agendar com o vendedor o melhor dia e horário para buscar a mercadoria. É o que a empresa chama de “hora certa”, diferencial que permite agilizar as entregas, especialmente em obras emergenciais.

O foco nas necessidades do cliente, somado aos produtos de qualidade vendidos por uma equipe capacitada, fez com que a empresa facilitasse ainda mais o acesso de produtos essenciais na construção ao consumidor. Por isso, durante o período da chamada quarentena, além do chat no site, é possível falar com a equipe comercial por telefone e/ou mensagens no WhatsApp. Os números são (11) 95822-6391, (19) 98924-4019 e (19) 99599-1747. O atendimento é de segunda a quinta-feira, das 8h às 18h; e na sexta-feira, das 8h às 17h.

Soluções

A H2O Solutions possui um portfólio completo quando o assunto é armazenamento e tratamento de água e saneamento básico com soluções das marcas Acqualimp, Fortlev e Viqua. Entre eles estão caixas d’água com litragens de 100L a 10.000 L, cisternas de 2.800L a 10.000L, tanques com litragens de 2.000L a 20.000L e biodigestores de 500L a 3.000L; acessórios como tampas para caixas d’água, válvula boia, filtros, purificadores de água e refis. E ainda conta com uma linha exclusiva de torneiras da marca Viqua, para cozinha, banheiro ou lavanderia.

Informações:

Loja: www.h2osolutions.com.br

Blog: www.h2osolutions.com.br/blog

Facebook: https://www.facebook.com/H2OSolutionsBrasil

Instagram: https://www.instagram.com/h2osolutions.com.br

Loja física (venda online com retirada no local): Alameda Franca, 243 - Jardim Paulista | CEP: 01422-001

São Paulo – SP | Telefone: (11) 4503-6727

 

 

 

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OMS alerta para o risco das lesões por pressão em pacientes internados

 

 

 

OMS alerta para o risco das lesões por pressão em pacientes internados

Os altos índices de internações e a superlotação de hospitais podem colaborar para o aumento de feridas conhecidas como “escaras”

Um dos principais indicadores para determinar a qualidade dos cuidados prestados nos serviços de saúde é a incidência de lesões por pressão, popularmente conhecidas como escaras, e que tendem a surgir em pacientes internados e acamados, cuja mobilidade fica prejudicada. Essa é uma realidade que assusta, já que, devido a pandemia de coronavírus, o número de internamentos cresce a cada dia.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), grande parte das lesões por pressão podem ser evitadas com a adoção de medidas simples, como cuidados com a pele e mudança na posição do paciente no leito.

“As lesões por pressão surgem principalmente pela dificuldade em mover os pacientes e realizar a higiene correta. O surgimento das escaras também pode acontecer pelo atrito e pressão constante com o leito. A situação se agrava quando falamos de hospitais que estão trabalhando com a capacidade total dos leitos”, conta Antônio Rangel, enfermeiro e consultor da Vuelo Pharma. O especialista aponta que fatores de risco como doenças vasculares, obesidade, idade avançada, hipotensão, problemas de circulação, entre outros, podem potencializar o surgimento de lesões por pressão.

Infelizmente, o Brasil não possui dados precisos sobre este tipo de lesão, mas estudos internacionais apontam que o tratamento de cada lesão pode custar de 2 mil a 30 mil dólares, chegando em alguns casos a passar de um bilhão de dólares ao ano.

Para evitar lesões por pressão, além da mudança de decúbito (troca de posição do paciente no leito) a cada duas horas, é preciso proteger a pele das regiões que ficam em contato direto com a superfície do leito. “A aplicação de protetores cutâneos na pele é uma aliada na prevenção de escaras. O Spray de Barreira, por exemplo, forma uma película de silicone que impede o contato direto da pele com a superfície e, ainda, protege contra o excesso de umidade que pode causar irritações e feridas”, detalha Rangel.

A utilização de protetores cutâneos com tecnologia de ponta, como o Spray de Barreira, facilita o trabalho da equipe de enfermagem que acompanha os pacientes internados. Isso porque a efetividade do produto dura por até 72 horas e não é preciso removê-lo para uma nova aplicação. Segundo o especialista, qualquer pequena vermelhidão na pele já deve acender a luz de alerta, já que o caso pode evoluir para lesão em poucos dias, agravando o estado geral do paciente internado.

 

 

 

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Governos sacrificam a transparência pública durante a pandemia

 

 

 

Governos sacrificam a transparência pública durante a pandemia

Uma das regras básicas da boa gestão durante o gerenciamento de crise é garantir o fluxo de informações e a transparência pública nas decisões. Esconder dados e ocultar responsabilidades são medidas que agravam um cenário de omissão e de ilegalidades. Na prática, a teoria é outra, e um dos principais direitos do cidadão é infringido: o acesso à informação. Nesta época de pandemia, isso não é exclusividade do Brasil. À população, cabe vigiar, denunciar e contar com o apoio de instituições sólidas de defesa da democracia.

Aqui no país, no início das políticas de isolamento, a Lei de Acesso à Informação (LAI) foi vítima de uma interferência sem tamanho por parte do Governo Federal. Em março, o governo editou uma medida provisória suspendendo os prazos de retorno dos pedidos de informação, sobretudo em departamentos com funcionários em trabalho remoto por conta da Covid-19. O Ministério Público negava também o direito a contestar as decisões de negativas de informação. Pela lei, o prazo para responder um pedido de informação é de 20 dias, com possibilidade de prorrogação por mais 10 dias.

Mesmo com a digitalização de praticamente todo processo de gestão do governo, a medida permitia se apoiar no MP para negar toda e qualquer informação solicitada, inclusive sobre o andamento das ações para conter a pandemia. A regra proposta pelo governo colocava no “limbo” até pedidos que estavam pendentes de reposta, criando uma espécie de retorno padrão para todo questionamento. Seria uma volta ao paradigma da negativa à informação e da idade das trevas dos dados públicos. Contestada pela sociedade civil, a atitude do governo, barrada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) feria o direito à informação, à transparência e à publicidade.

E olha que esta não é a primeira vez que a LAI e o acesso à informação sofrem tentativas de mudanças. Logo no início da gestão, pelas mãos do vice-presidente, o governo editou um decreto que permitia dar poderes a uma parcela significativa de comissionados para decretar sigilo em dados públicos. Na prática, pessoas com cargos com indicação política teriam o direito de determinar que um documento não poderia ser revelado. A medida, também derrubada diante da pressão da sociedade civil, colocaria em xeque uma das principais ferramentas da sociedade quando o assunto é transparência passiva.

E não estamos sozinhos nesta. Ao menos 18 países, dentre os quais o Brasil, Estados Unidos, El Salvador, França, Canadá, Paquistão e Montenegro integram uma lista produzida pela Global Right to Information Rating denunciando tentativas de suspensões ou alterações nas leis de acesso à informação. A instituição internacional não governamental que mapeia e fiscaliza a aplicação dos direitos à informação no mundo registrou ainda onze alterações de leis e inclusão de obstrução nos países.

Na prática, usando o discurso de estado de emergência, os países e estados decretaram a suspensão dos prazos das leis ou ainda a suspensão do atendimento aos pedidos de informação. O resultado disso é um quadro de generalizada negativa de dados à sociedade, sobretudo em um momento em que seria fundamental um quadro de transparência da administração pública, ainda mais quando são aprovados neste mesmo momento o alargamento das responsabilidades fiscais e orçamentos que dão maior liberdade para os entes públicos. A exceção abre espaço para a corrupção e violação de direitos como a transparência em gastos sem licitações e resultantes de orçamentos paralelos.

A participação da sociedade na gestão pública e o princípio da transparência são estruturas que foram se consolidando na democracia brasileira, e são direitos e ferramentas que não podem ser colocadas em xeque ou alteradas sem consultas públicas ou ainda ao sabor da temperatura da gestão pública. As medidas de cerceamento à Lei de Acesso à Informação no Brasil e nos outros países mostra que a fragilidade no direito aos dados e à transparência na gestão não é algo medido apenas pela idade da lei, se considerarmos que na lista da Global Right to Information Rating destacam-se países como os Estados Unidos, com larga história de ações pró-transparência.

Mas é dependente, de fato, do fator ativo dos cidadãos, que a partir de entidades sólidas da sociedade civil buscam reafirmar a cultura da transparência. É preciso estar alerta e defender o direito à informação, sempre!

Autor: Alexsandro Ribeiro é professor dos cursos de Publicidade e Jornalismo do Centro Universitário Internacional Uninter

 

 

 

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O Novo Ensino Médio e a quarentena: o que podemos aprender com tudo isso?

 

 

 

O Novo Ensino Médio e a quarentena: o que podemos aprender com tudo isso?

Claudia Saad*

A vida é verdadeiramente surpreendente! Talvez nesse último mês, isso tenha sido algo muito presente em nossos pensamentos. Surpresas podem ser boas - e nem sempre tão boas assim -, mas, para cada uma delas, acredito que a vida mostre pontos de melhoria que poderão nutrir novos conhecimentos, novas perspectivas e nos mostrar outras possibilidades… resta prestar atenção e buscar as lições que ela nos aponta.

E o ser humano? Ah... o ser humano!!! Este é incrivelmente poderoso na capacidade de adaptar-se e de buscar novos caminhos, traçar novas rotas e percorrer outras trilhas para chegar onde se precisa chegar. Isso tem sido muito forte nesses dias de quarentena, quando presenciamos as dificuldades, mas junto com elas, vem a energia para fazer de novo, com um novo olhar e jeitos novos. Ainda mais dinâmicos e criativos.

Criativos? Aí preciso fazer uma pausa para falar dos professores... o que dizer sobre esse profissional que se viu, da noite para o dia, longe da sala de aula e, mesmo assim, tendo que estar ao lado dos seus alunos para manter a rotina das aulas? Confesso que me encho de orgulho e gratidão! Professores de todos os cantos deste país têm feito esforços até então inimagináveis que, diante das diferentes estruturas, condições e realidades, tornam-se um cenário no mínimo desafiante, para não dizer preocupante. Estar com esses alunos, imprimindo um ritmo de aulas e estudos, se fazer presente e garantir que o processo de ensinar e de aprender não se perca. Isso tem sido simplesmente fantástico!

Olhando para esse trabalho e para as reações que muitos têm dado diante desta quarentena, gostaria de fazer um paralelo com um outro grande desafio posto para as escolas: O Novo Ensino Médio. Pensar em como vamos nos organizar enquanto escola para implementar esse novo formato e atender nossos jovens. O Novo Ensino Médio traz em seu escopo uma mudança significativa de estrutura em termos de carga horária, organização das aulas, dinâmica de trabalho, etc. Desafios que, tenho certeza, já foram motivos de tirar o sono de alguns de nós, educadores. E por que ele se mostra um desafio? O que ele terá de tão novo? “Thinking outside the box”, que significa pensar de forma inovadora, criativa e além dos padrões convencionais. Que nesse caso, significa pensar em um novo formato de aula, uma nova postura de professor e de aluno, em novos espaços, com novas formas de ensinar e de aprender...

Se a escola e seus professores conseguiram, em tão pouco tempo, encontrar uma solução pra os novos tempos devido às medidas de isolamento social, por que o Novo Ensino Médio iria nos assustar, já que que podemos planejar e estruturar com mais tranquilidade a sua implementação? Diante desse cenário, se essa era uma grande preocupação, e não deixou de ser, olhar para o que as escolas estão fazendo hoje, nos traz a certeza que é possível sim! Que nossa escola e nossos professores estão preparados, sim! Não há dúvida que precisamos de muito mais, precisamos organizar esse processo de forma estruturada e organizada para ir além do que estamos entregando em tempos de pandemia para nossos alunos. Mas é visível a caminhada que estamos percorrendo. É visível e louvável. E aí com ela, uma nova certeza: nada será mais do mesmo jeito. A escola não será mais a mesma. Nossos professores e alunos já não mais os mesmos. Já somos melhores!

*Claudia Saad é coordenadora pedagógica Regional do Sistema Positivo de Ensino

 

 

 

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Assaí amplia presença no digital e lança hotsite com informações para que todos comprem com segurança

 

 

 

Assaí amplia presença no digital e lança hotsite com informações para que todos comprem com segurança

Com parte da população em casa e reduzindo ao mínimo seu deslocamento como medida de prevenção ao novo coronavírus, marcas que tradicionalmente apostam em mídia Out of Home estão ampliando sua presença no digital. O Assaí Atacadista, por exemplo, lançou neste mês em seus perfis nas redes sociais a campanha "Por Você", cujo objetivo é oferecer informações para que o consumidor se mantenha informado sobre a Covid-19 e possa se abastecer de forma segura, conhecendo todas as medidas de segurança adotadas pela rede e seguindo as orientações corretas no momento da compra.

As peças da campanha mostram colaboradores Assaí protegidos com máscaras, valorizando o importante papel desempenhado por esses profissionais nesse período, e direcionam os consumidores para o hotsite da ação - https://www.assai.com.br/porvoce.

O portal reúne todas as iniciativas adotadas nas lojas da rede para conter a disseminação do vírus, como reforço na higienização dos carrinhos de compra, a sinalização da distância recomendada entre clientes nas filas e a distribuição de álcool em gel e equipamentos de proteção individual para colaboradores, além de dicas para empreendedores e consumidores - para esse último público, as recomendações foram divididas em etapas: antes, durante e depois das compras.

No site, é possível ainda consultar o horário de funcionamento de cada unidade e os benefícios oferecidos nesse período, como o parcelamento das compras.

"Nesse momento, é fundamental estreitarmos a nossa comunicação com os nossos clientes, nos fazendo presentes onde eles estão: nas redes sociais. Por isso, criamos uma campanha que prioriza a transparência de nossas ações e focada em três pilares - Segurança, Saúde do Colaborador e Solidariedade. Queremos contribuir para que a sociedade tenha acesso à informação e possa se proteger do vírus. Seguindo corretamente as recomendações, todos podem se abastecer com mais segurança", afirma Marly Lopes, Diretora de Marketing do Assaí Atacadista.

Canais oficiais do Assaí:

Facebook: https://www.facebook.com/assaiatacadistaoficial

Twitter: https://twitter.com/assaioficial

Instagram: https://www.instagram.com/assaiatacadistaoficial/

Youtube: https://www.youtube.com/user/assaioficial

Site: https://www.assai.com.br/

 

 

 

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