Aprender brincando: dicas de atividades educativas e sobre finanças para fazer com crianças durante isolamento

 

 

 

Aprender brincando: dicas de atividades educativas e sobre finanças para fazer com crianças durante isolamento

Confira opções selecionadas por especialistas do Sicredi para ensinar educação financeira de maneira divertida e aumentar o repertório de brincadeiras

A pandemia do novo coronavírus e a consequentes medidas de isolamento social trazem um desafio extra para as famílias com crianças. Com a suspensão das aulas nas escolas é preciso criatividade para continuar reorganizando as agendas, além de adequar horários específicos para as atividades em família, os estudos e as brincadeiras.

Nesse período, a situação econômica também está alterando a rotina de muitas famílias brasileiras que buscam no planejamento e no corte de gastos extras uma alternativa. Especialistas garantem que é importante aprender a lidar com o dinheiro desde cedo. Por isso, e para ajudar as famílias que já esgotaram o repertório de atividades com as crianças, o Sicredi preparou algumas dicas de atividades de educação financeira e brincadeiras fáceis de fazer, que trazem conhecimento de maneira lúdica e divertida.

1 – Lições financeiras com a Turma da Mônica

Os desenhos animados são um sucesso entre a garotada, mas em tempos de isolamento social vale investir também em produções que agregam conhecimento. Dicas de educação financeira e sobre como economizar estão presente nos desenhos animados da Turma da Mônica feitos em parceria com o Sicredi. São três animações que trazem como tema central questões como: de onde vem o dinheiro, orçamento familiar e a recompensa de quem sabe administrar os gastos. Os desenhos animados podem ser assistidos no canal oficial do Sicredi no YouTube. “Desenvolvemos várias iniciativas de educação financeira porque acreditamos que os conceitos aprendidos na infância ficam por toda a vida. Uma criança que sabe de onde vêm os recursos e entende as relações de consumo, a importância do planejamento e do hábito de poupar terá mais chances de evitar dívidas no futuro”, explica o presidente nacional do Sicredi e da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock.

2 - Jogos de tabuleiro

Conhecidos entre crianças de várias gerações, os jogos de tabuleiro ajudam a reunir pessoas de várias idades que moram na mesma casa. Alguns jogos, como os tradicionais Monopoly e Banco Imobiliário, estimulam a capacidade de raciocínio e negociação dos participantes. Durante a partida, as crianças também podem aprender a planejar o uso de recursos e fazer investimentos. Como a brincadeira normalmente reúne jogadores de várias idades, os jogos também podem ser uma oportunidade para as crianças aprenderem as nuances do mundo dos negócios.

3 - Quiz e atividades na internet

Com o objetivo de ensinar educação financeira de uma maneira leve e divertida em diferentes plataformas, o Sicredi lançou um conteúdo especial sobre educação financeira também disponível na internet. A página traz opções de quiz, livro de atividades e desenhos para pintura. Os conteúdos podem ser trabalhados envolvendo adultos e crianças e promovem uma reflexão sobre planejamento financeiro. O projeto Tranformando.com.vc com a iniciativa “Fica em Casa” também reúne dicas e orientações de atividades para fazer com as crianças tornando a quarentena um momento de diversão e aprendizagem. “A melhor coisa que pode acontecer com uma criança é desenvolver todos os seus sentidos com música, dança, teatro, brincadeiras, jogos de montar, pinturas e desenhos. Todas essas atividades são importantes, pois desenvolvem a coordenação visomotora. Na brincadeira, as crianças também estão desenvolvendo atenção e concentração", explicou o mestre em Educação Marcos Meier, durante uma live transmitida pelo projeto Transformando.

4 - Exploração em Casa

Nessa atividade é possível estimular a curiosidade das crianças. Para brincar basta provocar a formação de uma “Pergunta Exploratória”. É preciso incentivar a criança a encontrar, dentro de casa, algum tema que que ela gostaria de saber as respostas. Use pontos estratégicos da casa, como a cozinha ou a sala, para estimular a descoberta. Definida a pergunta, a criança pode partir para a “Expedição Investigativa” desbravando o ambiente que ela pretende explorar e com as questões que podem ser respondidas pelos adultos, com os conhecimentos já obtidos, ou também com ajuda das tecnologias ou outras formas de pesquisa. A atividade pode ser concluída com a criança conversando sobre tudo que aprendeu com a exploração. A brincadeira é inspirada no Programa A União Faz a Vida, principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi. “A metodologia propõe uma aprendizagem participativa tendo o diálogo como premissa básica. O programa já impactou mais de 2 milhões de crianças e adolescentes em todo o país”, afirma a assessora de Desenvolvimento do cooperativismo da Central Sicredi PR/SP/RJ, Alyne Lemes.

5 - Imaginação para comprar e vender

Pais e filhos podem se divertir juntos com uma loja, um restaurante ou um supermercado fictício. Vale usar a imaginação e revezar para escolher qual participante vai comprar ou vender os produtos. Com a brincadeira é possível estimular a capacidade de raciocínio e negociação, treinar a habilidade de calcular e ainda auxiliar na reflexão sobre preço dos produtos e a compra consciente.

 

 

 

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Futuro alcança a escola e educação inovadora ressignifica o cenário atual

 

 

 

Futuro alcança a escola e educação inovadora ressignifica o cenário atual

O sistema de ensino brasileiro foi surpreendido pela suspensão das aulas presenciais em todas as escolas do país devido à pandemia de Covid-19. Professores e gestores educacionais precisaram buscar alternativas para superar os desafios, se reinventar e quebrar paradigmas para continuar a ensinar os alunos. A adoção de ferramentas tecnológicas tem sido o caminho para que o processo ensino/aprendizagem continue acontecendo, mesmo que à distância. As aulas gravadas e on-line, envio de conteúdos por aplicativo, videoconferências e o uso de mídias sociais passaram a ser exigência para as instituições de ensino.

A pesquisa divulgada pelo Instituto Península, fundado em 2010, e que tem como foco a melhoria da qualidade da educação brasileira, revela que 83% dos professores das redes públicas e particulares, não se sentem preparados para ensinar virtualmente e que 55% ainda não receberam treinamento ou orientação para ministrar aulas a distância.

Escola do Futuro

Se para a maior parte das escolas brasileiras a transformação digital chegou de repente, para o Colégio Amplação de Curitiba, conta a diretora Gisele Mantovani Pinheiro, a adaptação ao ensino remoto se deu de maneira tranquila. “A inovação está no nosso DNA. Há 8 anos, praticamos metodologias ativas, como o ensino híbrido e as aulas invertidas, onde o professor é mediador e o aluno, autônomo e protagonista de sua jornada de aprendizagem. Também substituímos o material didático docente físico (livros) pelo digital (tablets)”, observa Gisele. Ela relata que a reinvenção do setor educacional foi um olhar visionário do colégio, que é considerado a ‘escola do futuro’, por estar engajada no conceito de educação inovadora.

Gisele acredita que a educação brasileira já clamava por uma transformação conceitual e tecnológica, a exemplo da realidade das escolas de primeiro mundo. “A experiência da Finlândia é nossa inspiração e referência em gestão educacional moderna”, sublinha. A diretora explica que esse país nórdico está constantemente investindo na evolução de seu sistema educacional, e figura sempre nas primeiras posições em avaliações internacionais que medem o nível de aprendizado dos alunos.

“A pandemia, o distanciamento social e o ensino remoto reforçaram a necessidade de uma educação inovadora, ampla, assertiva e significativa, que não se conecta mais com a ‘velha escola’”. Ela frisa que as instituições públicas ou particulares que investem no novo não encontraram muitas dificuldades de adaptação em ações emergenciais como, por exemplo, o período de distanciamento social imposto ao Brasil.

Fluência digital

Gisele pontua que, com certeza, a pandemia transformou o sistema educacional. Todas as instituições de ensino tiveram que avançar para a educação do Século XXI, buscar estratégias e se reinventar. “Para o Colégio Amplação, que já seguia pelo caminho da fluência digital, migrar para o ensino remoto foi um passo descomplicado, quase que natural”, enfatiza a diretora. “Foi uma continuidade do trabalho presencial, porque as atividades escolares já são trabalhadas com recursos digitais, metodologias ativas e ferramentas tecnológicas aplicadas à educação diariamente”. Por isso, no início da suspensão das aulas físicas, o Amplação foi uma das primeiras escolas a levar conteúdo aos alunos por meio de aulas on-line ao vivo, e gravadas em estúdio, com envolvimento de mais de 1.000 alunos e professores.

Avaliação da aprendizagem

Outro fator deve ser considerado pelas escolas, ressalta Gisele -“Todo o processo de ensino e aprendizagem, exige a avaliação contínua e indispensável à mensuração da evolução de cada aluno, e a comprovação de sua efetividade nas variadas metodologias de ensino adotadas pelo professor”. Para ela, surge, então, a oportunidade de repensar antigas práticas e testar todas as possibilidades que possam funcionar para um ambiente virtual, inclusive, as avaliações. “É preciso levar em consideração que para este cenário não existe um modelo pronto, mas sim inúmeras maneiras de fazer o ensino remoto acontecer”.

A avaliação deve se dar em um movimento contínuo e diversificado, utilizando as mais variadas metodologias que vêm ao encontro do DNA de cada escola, e as inúmeras ferramentas tecnológicas que o sistema de ensino oferece. No Colégio Amplação estão sendo utilizadas como formas de avaliar os alunos neste período de distanciamento social e home office, as plataformas Google Forms, Socrative, Kahoot, Seesaw e Plickers.

Ainda no processo de avaliação, a diretora do Amplação destaca que o colégio também utiliza a aula invertida, que é quando o professor passa um tema ao aluno, que estuda ou pesquisa este tema, e em vídeo conferência explica o que aprendeu. Gisele acrescenta ainda, que essa metodologia estimula a habilidades como - saber ouvir, respeitar a opinião do outro e também desenvolve a autonomia e o protagonismo.

Educação inovadora

Gisele conceitua que a educação inovadora é mais humana, colaborativa, instigante e participativa. “A educação do século XXI promove o conhecimento por meio de práticas tecnológicas inovadoras e experiências educacionais diferenciadas, sem abrir mão do acolhimento e da afetividade, onde o desenvolvimento socioemocional tem tanta importância, quanto as salas de aula modernas ou as metodologias ativas”.

 

 

 

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Qualidade do produto é essencial para vida útil dos totens para higienização

 

 

 

Qualidade do produto é essencial para vida útil dos totens para higienização

Nano4You alerta para qualidade do álcool em gel disponível em totens e gabinetes para higienização das mãos

Com as academias em funcionamento, comércio abrindo, bares e restaurantes voltando a quase normalidade, os estabelecimentos precisaram se adaptar as regras governamentais para o pleno atendimento, entre elas o distanciamento social e a disponibilidade integral de álcool em gel para os clientes e funcionários.

Uma das saídas adotadas pelas empresas é a instalação de totens ou gabinetes com álcool em gel, que permite ao usuário fazer a higiene das mãos de forma prática e segura: basta pressionar o pedal de acionamento e uma porção do desinfetante é disponibilizada para esterilização, sem qualquer contato manual com o equipamento. Para o diretor científico da Nano4You, Fabiano Polak, além da solução ser inovadora e prática para as empresas, resta o cuidado na aquisição correta do produto a ser utilizado, para que a vida útil do totem ou gabinete seja maior. “Conforme o álcool em gel adquirido, se não utilizado um gel específico para a dispensa, pode gerar desperdício ou acúmulo de produto”, alerta.

Outro fator a ser avaliado é, além da procedência do produto, o custo x benefício com a aquisição do álcool em gel. “Não basta simplesmente adquirir o totem e não avaliar o custo do produto para o correto abastecimento do módulo”, salienta Polak. Segundo o diretor, a prática da higienização já está sendo incorporada pelo brasileiro, e os comércios não poderão deixar de oferecer a segurança ao consumidor. “Vale ressaltar que a procedência e o registro do produto devem ser de conhecimento do consumidor, pois como é notório, muitas fábricas no Brasil são clandestinas e ou oferecem o álcool abaixo de 60% que configura em crime”, alerta Polak.

A Nano4You, desde 2007 vem desenvolvendo e trazendo a nanotecnologia para o Brasil. Entre uma das linhas que a empresa oferece ao mercado está a Ecolar, uma linha completa de soluções em álcool 70%, chancelado pelo Tecpar, tanto para residências como para espaços comerciais. “Como a indústria possui toda uma linha de produção, o consumidor pode ter a certeza da continuidade da entrega do produto, bem como a qualidade dele e preço adequado”, afirma Polak.

Hoje a linha da Nano4You possui o maior portfolio brasileiro para higienização com álcool 70%, desde o comum álcool de limpeza, álcool em gel, álcool em aerossol (novidade do mercado) e linha wipes (panos umedecidos). Somente durante o isolamento social, a indústria já fez a doação de mais de 4 mil litros para diversas instituições do Paraná.

 

 

 

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Os planos de saúde e a Covid-19: o momento não permite improvisos

 

 

 

Os planos de saúde e a Covid-19: o momento não permite improvisos

*Gabriel Schulman

A Covid-19 atinge a todos e promove uma turbulência que reverbera nas esferas da saúde, social, econômica e jurídica. O termo pandemia se tornou uma palavra de uso cotidiano e a incerteza nos acompanha. Apesar das controvérsias nos mais variados campos, há razoável consenso de que o cenário é complexo e soluções improvisadas não dão conta dos problemas que estão postos.

Em relação aos planos de saúde, as repercussões abarcam a dificuldade de pagamento, extinção do contrato por atraso nas mensalidades, reajustes e tratamentos. Nesse sentido, o projeto de lei n. 1117/2020, em trâmite na Câmara dos Deputados, propõe a alteração da Lei dos Planos de Saúde para, “enquanto durarem os efeitos do Estado de Calamidade Pública”, vedar o reajuste das mensalidades, bem como proibir o cancelamento de contratos por atrasos de até 90 dias.

O projeto de lei, em resumo, transfere integralmente às operadoras o impacto da Covid-19, sem avaliação de custos ou riscos. Em contraste com a importância do tema, o projeto não apresentou nenhum estudo técnico ou cálculo de impacto. Como se fosse possível resolver um problema dessa magnitude em um passe de mágica, a iniciativa legislativa não levou em conta o caixa das operadoras, nem o impacto da natural redução dos clientes na crise. Ignorou também a diversidade de porte das operadoras.

Outra questão relevante está na má redação do art. 15-B, que aqui transcrevo: “As empresas Operadoras de Planos de Assistência à Saúde ficam proibidas, pelo prazo de noventa dias, de procederem à suspensão ou rescisão unilateral dos contratos dos Planos Privados de Assistência à Saúde, em virtude do não-pagamento das mensalidades pelos consumidores, enquanto durarem os efeitos do Estado de Calamidade Pública (...)”.

A truncada redação permite duas interpretações. Na primeira compreensão, a operadora estaria obrigada a manter as coberturas, mesmo sem receber por 90 dias. Esse prazo poderia ser invocado mesmo com o fim do distanciamento social, já que o critério da lei é “enquanto durarem os efeitos” do coronavírus, sem especificar quais. Deixa-se a operadora sem parâmetros, e sem receber.

Uma segunda leitura, ainda mais preocupante, é no sentido de que as pessoas e empresas poderiam simplesmente não pagar o plano de saúde “enquanto durarem os efeitos do Estado de Calamidade Pública”. Exemplifico: uma empresa que demore um ano para recuperar seu volume de vendas poderia ficar todo esse período sem pagar, já que os efeitos ainda estão presentes. Ambos os cenários são inviáveis.

Em qualquer das interpretações, o projeto autoriza a suspensão total do pagamento da mensalidade do plano, por ao menos 90 dias, sem prever nenhuma contraprestação ou garantia às operadoras; nem mesmo retirou-se do benefício os planos odontológicos, os quais sequer guardam relação com a Covid-19.

A finalidade do projeto de lei de “garantir a manutenção dos contratos de Assistência Privada à Saúde” é um desejo comum a todos. As soluções, contudo, não podem se resumir a criar uma enorme bola de neve de dívidas, que terminará por extinguir os contratos de plano de saúde, seja porque as pessoas não conseguirão pagar seus débitos, seja porque as operadoras deixarão de existir.

*Gabriel Schulman, doutor em Direito pela UERJ, advogado Sócio de Trajano Neto e Paciornik, professor da Escola de Direito e Ciências Sociais da Universidade Positivo

 

 

 

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Há burocracia que vem para o bem

 

 

 

Há burocracia que vem para o bem

Um regulamento fixo e quase inflexível, determinada rotina e hierarquia com linhas de autoridade e responsabilidade bem demarcadas são características marcantes de uma sociedade burocrática.

Estudos realizados pelo Banco Mundial em 2019, apontou que o Brasil é um dos países mais burocráticos do mundo, sobretudo nas questões relacionadas à abertura de novos negócios. Estamos em pé de igualdade com países como Paraguai, Argentina, Irã e Senegal.

Para alguns especialistas, a burocracia atrasa o crescimento econômico, dificulta a redução de pobreza e reduz o avanço científico. Por outro lado – e sempre há um outro lado – em alguns setores da sociedade a burocracia se faz condição necessária. Um exemplo prático deste aspecto está relacionado aos instrumentos de proteção ambiental.

O licenciamento ambiental, por exemplo, é um importantíssimo instrumento de exigência legal e que tem por finalidade o indispensável controle sobre as atividades humanas que interferem nas condições ambientais.

Qualquer empreendimento ou atividade que se utiliza de recursos naturais ou que possa causar algum tipo de degradação ao meio ambiente está sujeito à esta lei. Portanto, para que esse serviço ou empreendimento possa se instalar e operar suas atividades, deve haver a autorização dos órgãos ambientais competentes por meio desse documento (licenciamento ambiental).

Não é tarefa simples a emissão de uma licença ambiental. É um processo demorado pois, há diversas etapas a serem cumpridas pelo empreendedor antes de poder funcionar. O documento deve trazer um diagnóstico ambiental preciso e completo que analisa impactos e suas medidas compensatórias no caso do descumprimento de um dos aspectos.

Talvez por isso muito empreendedores e líderes políticos denominem licenciamento ambiental como ato burocrático. De fato, o é. Porém, tem sua razão de ser: proteção dos nossos recursos naturais.

Este instrumento, traz uma segurança (legal) para a biodiversidade brasileira que é uma das mais importantes e complexas do mundo. Vale salientar que a fala do Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles quando diz que se deve “ir passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas” é muito perigosa para o meio ambiente brasileiro pois, se por um lado simplificar normas pode ser positivo para o empreendedorismo, por outro, pode ser muito danoso ao meio ambiente.

As “mudanças” e “simplificações” das normas de proteção ambiental – não somente o licenciamento - devem ser transparentes e discutidas amplamente com a sociedade civil por meio de audiências públicas com o objetivo de garantir um meio ambiente ecologicamente equilibrado à todos os cidadão brasileiros, cujo direito está garantido no artigo 225 da Constituição Federal.

Rodrigo Silva é biólogo, doutor em Ciências e coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental do Centro Universitário Internacional Uninter

 

 

 

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