Aplicativo Saúde Já usa inteligência artificial para tirar dúvidas sobre o coronavírus e monitorar sintomas dos pacientes

 

 

 

Aplicativo Saúde Já usa inteligência artificial para tirar dúvidas sobre o coronavírus e monitorar sintomas dos pacientes

Destaque da nova atualização é o acesso aos resultados de exames da Covid-19

O aplicativo Saúde Já Curitiba recebeu novas atualizações nesta semana, com um menu específico para informações sobre o coronavírus. Desenvolvida pelo Instituto das Cidades Inteligentes (ICI), a plataforma é usada para agendamentos de atendimentos nas Unidades Básicas de Saúde, porta de entrada do SUS no município, e já foi reconhecida internacionalmente.

Com o auxílio da inteligência artificial, o aplicativo Saúde Já Curitiba permite integração com um robô para monitorar os sintomas dos pacientes. Segundo o coordenador de Sistemas Gestão Saúde do ICI, Jefferson Vachowicz, responsável pelo projeto, o novo item apresenta três recursos. “Os usuários poderão tirar dúvidas relacionadas à Covid-19 a partir da integração com o Robô Laura, inteligência artificial que monitora os sintomas informados pelos pacientes e realiza orientações”, explica. Além disso, o cidadão terá acesso no aplicativo a boletins informativos disponibilizados pela Secretaria Municipal da Saúde.

O destaque da nova atualização é a área de resultados do exame da Covid-19. Segundo Jefferson, a consulta via app facilitará o acesso ao resultado. “É mais prático e rápido. Disponibilizar esse recurso online garante mais conforto ao cidadão, que não precisa sair de casa e se deslocar para um estabelecimento de saúde para aquisição do resultado, ainda mais em tempos de isolamento social por conta da pandemia”, conta.

O app Saúde Já Curitiba é gratuito e está disponível para download nas versões Android, iOS e web. Para acessar, basta informar o número do Cartão SUS (ou CPF) e a data de nascimento. Mais informações www.saudeja.curitiba.pr.gov.br.

 

 

 

Add a comment

VORAZ lança música e campanha de solidariedade

 

 

 

VORAZ lança música e campanha de solidariedade

“Moletom Azul” mexeu com os integrantes, que querem aquecer o coração e a vida de todas as pessoas

Um novo mundo. Essa frase pode parecer clichê, mas essa é a realidade em que vivemos hoje. Quando “tudo acabar”, a pandemia de COVID-19 vai trazer à tona o que temos de melhor. E uma dessas qualidades é a solidariedade. Mas, e quem pode juntar solidariedade e música? Essa é a banda VORAZ, que acaba de lançar a música “Moletom Azul”, produzida antes da pandemia. “A música tem como tema principal um moletom azul, que fez parte da história do casal e é uma peça chave dentro do relacionamento. Um som romântico e que combina com o inverno”, contam os integrantes da banda.

E a solidariedade, onde fica nessa história? Com a chegada do inverno, a banda parou e pensou “e quem não tem nem uma peça de roupa pra usar e se esquentar?”. “Nos demos conta de quantas pessoas poderiam não se identificar com a música, pois vivem uma realidade muito diferente, na rua e muitas vezes enfrentam o frio do inverno sem ninguém para ajudá-las”, comentam. Pensando nisso, junto ao lançamento da música, foi criada a “Campanha do agasalho VORAZ”, que tem como objetivo a arrecadação de agasalhos e fundos para que o som e a solidariedade chegue nas pessoas menos favorecidas, fazendo o bem.

CAMPANHA DO AGASALHO VORAZ

A doação de agasalhos poderá ser feita nos pontos de recolhimento divulgados pela banda através do www.instagram.com/vorazoficial. “Quem não tem uma peça de roupa para se desfazer, poderá doar na arrecadação online que será feita pela plataforma "Benfeitoria", onde compraremos peças de inverno em um brechó, que também faz parte da campanha de incentivar o pequeno comércio local”, explicam e complementam: “Em tempos de isolamento social e inverno a ideia do projeto é fazer um “círculo” de solidariedade e assim , mesmo a distância, as pessoas de rua possam se sentir abraçadas e cuidadas por outras pessoas. Dessa maneira, com a nossa união, poderemos tornar esse momento melhor com uma dose de boas ações.”

MOLETOM AZUL

A música “Moletom Azul” foi produzida antes da pandemia e traz a história de um casal que tem como peça chave do relacionamento o moletom. Afinal, quem nunca “roubou” uma peça de seu amor para se sentir ainda mais pertinho dele? O single faz parte do EP que será lançado ainda neste ano e já está disponível em todas as plataformas digitais. Para escutar “Moletom Azul”, acesse: https://ditto.fm/voraz-moletomazul

Sobre a VORAZ

Formada em 2015 na cidade de Curitiba, a banda Voraz traz seus sons autorais disponíveis em todas as plataformas digitais, como Spotify, Deezer e Youtube, e vem conquistando seus sonhos e alçando voos cada vez maiores. O som chega cada vez mais longe e os números digitais crescem.

Em seu currículo, a banda traz premiações: em 2017, foi a campeã do Festival Expomusic, que os levaram a tocar na Expomusic 2017, em São Paulo. Também conquistaram a segunda colocação em um concurso do Midas, organizado por Rick Bonadio, desbancando mais de 500 bandas do Brasil. Já em 2019, a Voraz chegou a final brasileira do concurso mundial do Hard Rock. Também tocou com bandas nacionais, como Detonautas, Charlie Brown Junior, Raimundos, Armandinho, Criolo, Maneva, Um44k, Rael, Costa Gold, 3030, Conecrew, 1 kilo, Cyntia Luz, Haikass e Gabriel Elias; além de participações em televisão, estão RPC TV, Band TV, RIC Record e Rede Massa; e rádios, como Transamérica, Jovem Pan, Mundo Livre FM, Atlântida e MassaFM.

Para conhecer mais a Voraz, acesse os perfis da banda no facebook.com/oficialvoraz/; www.instagram.com/vorazoficial/; https://ditto.fm/voraz-moletomazul;

https://open.spotify.com/artist/54emVun9PakI9opV4aT5Jb;

https://www.deezer.com/br/artist/10052000;

https://www.youtube.com/channel/UCFXxbGnSOfNmc9xqX4fPsZQ 

 

 

 

Add a comment

Coronavírus: Hábitos de consumo e mudanças estruturais no mundo pós-COVID19

 

 

 

Coronavírus: Hábitos de consumo e mudanças estruturais no mundo pós-COVID19

Especialistas analisam os atuais hábitos de consumo e sugerem mudanças estruturais com foco no fortalecimento local

A crise que estamos enfrentando hoje devido ao novo coronavírus vai contra tudo o que foi construído nos últimos anos. Mercados globais paralisados, fronteiras fechadas e noções sociais e culturais em constante transformação. Diante das incertezas do cenário mundial, diversos questionamentos começam a surgir. Quando tudo isso passar, o mundo que encontraremos será o mesmo que tínhamos antes? Como nós, como sociedade e comércio, vamos reagir a isso? Quais os tipos de negócios que irão aflorar primeiro quando tudo voltar ao normal? Se até a forma como nos cumprimentamos mudou – os abraços e beijos deram lugar a acenos distantes –, o que serão dos outros hábitos culturais?

Para o empresário do segmento da alimentação José Araújo Netto, fundador das badaladas redes Porks – Porco & Chope e Mr. Hoppy, que contam com mais de 50 unidades espalhadas pelo país, a recuperação mais rápida só vai acontecer por meio da responsabilidade social e do sentimento de comunidade. “Este é um momento crucial na trajetória da população mundial, de pensarmos como comunidade e agirmos em prol de uma reabilitação conjunta”, diz o empresário. “É preciso pensar nos pequenos comerciantes do bairro e fazer com que o dinheiro continue circulando para que haja um crescimento compartilhado, não apenas individual”, afirma.

Nos últimos anos, grande parte da população dirigia seus esforços de compra para as grandes redes de comércio, que conseguem vender barato, com qualidade e relativamente perto, entretanto não fazem o comércio local girar. Para Araújo Netto, campanhas como “compre do pequeno”, que já estão circulando na internet, são essenciais para que os danos da crise sejam reduzidos gradualmente. “O empreendedor sabe que vai enfrentar dificuldades e que terá que se reinventar para sair da crise, mas este é o momento do consumidor ser inteligente a ponto de fazer parte dessa transformação, não pode ser mais um simples receptor”, explica. “A partir do momento que o consumidor deixa claro o que precisa e se mostra disposto a pagar um pouco mais, o pequeno comerciante pode retribuir, aumentando a qualidade e gerando benefícios a sua comunidade local”, diz.

Para Horacio Coutinho Junior, consultor de Negócios e Marketing em San Diego (EUA), o momento exige mudanças em termos de estratégia empresarial. “Para se reinventar, é preciso ter personalidade de marca. Não adianta fingir que se preocupa com o bairro, mas não se envolver com a comunidade”, diz. “É momento do dono de restaurante entender que não vende comida, mas sim uma experiência. Afinal, se fosse só pela comida, o serviço de entrega por delivery deveria servir”, conta.

De acordo com o especialista, nessa nova construção de coletivos e interesses em comum, será preciso reduzir a polarização do comércio para que a renda seja melhor distribuída localmente. “A questão não pode mais ser ganhar dinheiro só pelo dinheiro em si, mas sim para fortalecer a comunidade em que seu comércio está inserido”, afirma. Para Coutinho Junior, os empresários estão pensando em resolver seus problemas com uma mentalidade anterior à crise, mas que não será suficiente para o mundo pós-pandemia. “Dinheiro sem construção social leva ao caos que vivemos hoje”, complementa o consultor.

Embora ainda existam muitos desafios pela frente para chegarmos a este modelo de sociedade proposto, o atual momento nos permite pensar qual rumo queremos dar para nossas vidas. “Se a resposta encontrada for uma mudança de ritmo, com mais tempo para a família e mais qualidade de vida, esta crise ainda pode trazer resultados positivos para o futuro”, completa Araújo Netto.

 

 

 

Add a comment

Lockdown e liberdade de locomoção

 

 

 

Lockdown e liberdade de locomoção

Palavras repetidas à exaustão e fora de contexto perdem seu significado. A palavra da moda agora – e que muitas vezes tem sido empregada erroneamente e esvaziada de seu sentido original – é lockdown. O termo pode ser traduzido como “confinamento” e tem sentido diferente dos conceitos de “isolamento social” e de “quarentena”.

Quarentena, segundo a Lei 13.979/2020, é restrição de atividades ou separação de pessoas suspeitas de contaminação das pessoas que não estejam doentes, ou de bagagens, contêineres, animais, meios de transporte ou mercadorias suspeitos de contaminação, de maneira a evitar a possível propagação de doenças. É, portanto, medida de prevenção de contágio. Após exposição a COVID-19 recomenda-se 14 dias de quarentena, pois esse é prazo máximo de incubação do vírus.

Isolamento social, por sua vez, é a separação de pessoas doentes ou já contaminadas, ou de bagagens, meios de transporte, mercadorias ou encomendas postais afetadas, de outros, de maneira a evitar a contaminação ou a propagação do coronavírus. Pode ser feito em casa, ou, em casos mais graves, no hospital.

Por fim, o lockdown deve ser hoje traduzido como o confinamento forçado pelo Estado, da população em casa, um isolamento social rígido, em que há o cerceamento da liberdade de locomoção dos indivíduos, sendo permitido deslocamento, via de regra, apenas para desempenho de atividades essenciais ou compra de itens básicos. Assim, o lockdown se trata de cercear o direito de ir e vir, Direito Fundamental protegido pela Constituição Federal que, em seu art. 5º afirma ser livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens.

É possível que haja restrição a Direitos Fundamentais em duas hipóteses, segundo a Constituição: decretação de estado de defesa ou de estado de sítio. Frise-se que, no Brasil, se decretou apenas estado de calamidade pública. Assim, em princípio, atos dos Poderes Executivos de Estados e municípios cerceando a locomoção são inconstitucionais. O STF, contudo, decidiu recentemente que Estados e Municípios podem restringir a locomoção das pessoas – ou seja, decretar lockdown – sem o aval do Governo Federal. Trata-se, portanto, de uma discussão que envolve o embate entre direitos fundamentais: direito à saúde, direito de ir e vir e, principalmente, direito à liberdade.

No entanto, em tempos de pandemia é de se lembrar que o interesse coletivo deve prevalecer ao individual, afinal o Estado é o maior responsável pela vida, que uma vez perdida, não há lockdown, quarentena ou isolamento que possa restabelecê-la.

Autoras:

Débora Veneral é advogada e diretora da Escola Superior de Gestão Pública, Política, Jurídica e Segurança do Centro Universitário Internacional Uninter.

Karla Knihs é advogada e professora do Curso de Direito do Centro Universitário Internacional Uninter.

 

 

 

Add a comment

Em caso de dor súbita ou intensa, não deixe de buscar o pronto-socorro

 

 

 

Em caso de dor súbita ou intensa, não deixe de buscar o pronto-socorro

Idosos precisam de mais atenção, pois podem apresentar agravamento rápido de quadros de desnutrição e desidratação; avaliação médica imediata pode evitar complicações e sequelas

Dores de cabeça, no peito ou abdominais, em especial aquelas que aparecem de repente e com alta intensidade, demandam avaliação e acompanhamento imediato. “Se o paciente apresentar algum sintoma súbito como esses, precisa procurar um serviço de urgência e emergência imediatamente para que o médico descarte doenças mais graves, como Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou infarto agudo do miocárdio”, aponta a coordenadora do Pronto-Socorro (PS) do Hospital Santa Cruz, Dra. Alessandra Gaio (CRM-PR 15.500).

Deixar para ir ao médico no dia seguinte ou se automedicar e esperar os sintomas passarem pode ser bastante prejudicial para o bem-estar e a recuperação do paciente. “Percebemos que a procura pelo Pronto-Socorro diminuiu desde o início da pandemia do novo coronavírus, o que pode ser perigoso. Em caso de patologias mais graves, esse retardo em procurar auxílio médico pode resultar em sequelas, complicações e até mesmo óbito”, completa a médica.

O cuidado precisa ser redobrado quando o paciente tem mais de 60 anos e já apresenta doenças comuns ao processo de envelhecimento. “Os idosos fazem desidratação e desnutrição muito rapidamente, por isso, ao menor sinal ou sintoma diferente, devem ser levados ao pronto-socorro”, enfatiza Dra. Alessandra. Quadros de pneumonia, infecção urinária ou dores causadas por quedas domésticas estão entre os quadros mais preocupantes para essa faixa etária.

Fluxo de atendimento

Dentro do PS, o sistema de triagem aplicado pelo Hospital Santa Cruz favorece o suporte de emergência a pacientes graves e reduz o tempo de permanência na sala de espera. “Na prática, existem duas filas de atendimento, uma para casos mais graves, de dor intensa ou ocorrências de neuro e cardiologia, e outra para casos considerados sem alto nível de gravidade. São filas paralelas com médicos específicos que permitem que o atendimento flua de forma muito mais rápida e eficiente”, explica Dra. Alessandra.

Para garantir a segurança de todos durante o período de pandemia, o Hospital Santa Cruz desenvolveu protocolos diferenciados para os casos suspeitos ou confirmados de Covid-19. “A avaliação de qualquer sintoma respiratório é feita no ambulatório modular instalado no estacionamento do prédio, com acesso pela Av. do Batel, e distante do pronto-socorro convencional. Também adequamos as escalas de trabalho e temos equipes exclusivas para cada área”, explica o gerente médico, Dr. Rafael Moraes (CRM-PR 39.909).

 

 

 

Add a comment

Subcategorias

X

Buscar artigos