Prefeitura de São José dos Pinhais recebe doação de 200 testes rápidos para Covid-19

 

 

 

Prefeitura de São José dos Pinhais recebe doação de 200 testes rápidos para Covid-19

A Prefeitura de São José dos Pinhais (PR) recebeu a doação de 200 kits de testes rápidos para Covid-19 da empresa I.G. Transmissão e Distribuição de Energia, que tem um canteiro em obras na cidade.
A doação aconteceu no Departamento de Promoção e Vigilância. O diretor do departamento, Odevair Mathias recebeu os engenheiros Johnny Nagano e Daniel Bittencourt – responsáveis pelas instalações localizadas no bairro Contenda. A entrega dos kits ao representante da prefeitura ocorreu na sexta-feira, dia 03/07.

A empresa foi notificada pela Prefeitura de São José dos Pinhais quando dezenas de colaboradores foram identificados com coronavírus. Na ocasião a empresa teve suas atividades suspensas por 14 dias e precisou se adequar a diversas recomendações sanitárias.

“Nesse período prestamos assistência à empresa no sentido de orientar sobre como deveriam agir nos próximos dias, desde o isolamento dos colaboradores, até o layout e assepsia das instalações. A empresa foi monitorada, cumpriu todas as exigências impostas e voltou operar depois do período de suspensão de atividades, obedecendo as orientações”, disse Odevair Mathias, diretor do Departamento de Promoção e Vigilância.

O objetivo da doação dos kits, segundo a empresa, foi o de auxiliar a Secretaria Municipal de Saúde com insumos para que continue a realizar os exames e seja permitido identificar, antecipadamente, possíveis casos de contaminação pelo novo Coronavírus. “Queremos retribuir a atenção prestada à nossa equipe de colaboradores que atua na construção de linhas de transmissão de energia aqui no município”, explica o gerente do departamento de Segurança e Meio Ambiente da I.G.-TD, Silvio Cantieri.

Reforço nos protocolos de saúde

No mês de maio, parte dos colaboradores da empresa fez os testes rápidos com o apoio do município e alguns apresentaram resultados positivos. Para garantir a saúde dos trabalhadores e da população local, a I.G.-TD fez com que todos os colaboradores realizassem novos testes mais avançados, os chamados de RT-PCR.

Os colaboradores positivados foram isolados, cumpriram os protocolos de saúde e segurança e já se encontram aptos ao desempenho de suas atividades.

A empresa também reforçou ainda mais seus protocolos de segurança, higienizou e sanitizou as áreas de trabalho, reforçou a comunicação visual com informações sobre saúde e segurança, distribuiu máscaras e álcool gel a toda sua equipe. Entre os cuidados, a empresa também continua monitorar a temperatura corporal para proteção de seus colaboradores, aplica questionários para síndromes gripais e orienta sobre cuidados preventivos.

De acordo com o engenheiro Daniel Bittencourt, a situação também serviu como um aprendizado, já que as medidas de segurança sanitárias foram incorporadas pela empresa. “Fizemos as adequações necessárias e todo o trabalho de conscientização com os nossos colaboradores, já que o comportamento e os hábitos de cada um são essenciais para a prevenção”, disse.

 

 

 

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Uninter alcança sete mil alunos nos cursos gratuitos para auxiliar no combate a pandemia

 

 

 

Uninter alcança sete mil alunos nos cursos gratuitos para auxiliar no combate a pandemia

Iniciativa visa auxiliar população, comerciantes e profissionais da saúde

Mais de sete mil pessoas estão inscritas nos quatro cursos de extensão na área da saúde oferecidos gratuitamente pelo Centro Universitário Internacional Uninter. As aulas foram elaboradas pensando em todos os profissionais que não podem aderir ao isolamento social e estão diariamente arriscando suas vidas, na linha de frente do combate ao novo coronavírus.

“Acreditamos mais do que nunca que ter uma população esclarecida é um fator de auxílio na redução dos impactos causados pela pandemia, que já registra mais de 60 mil mortes só aqui no Brasil”, afirma Rodrigo Berté, diretor da Escola de Saúde, Meio Ambiente e Humanidades do Centro Universitário Internacional Uninter.

O diretor defende que facilitar o acesso a conteúdos sobre como criar mecanismos de prevenção, podem auxiliar, a longo prazo, no achatamento da curva da Covid-19.

Cada curso tem carga horária de 60 horas, é gratuito e dá direito a certificado. As inscrições podem ser realizadas pelo link: https://www.uninter.com/extensao/gratuitos/

Confira a relação de cursos e o que cada um aborda:

- “Boas práticas em domicílio: Prevenção e convivência com o Coronavírus e outros microrganismos” – Os participantes conhecerão quais as medidas e as ações que as pessoas devem realizar em suas casas para evitar a contaminação e disseminação do vírus e outros microrganismos.

- “Boas Práticas na manipulação de alimentos” – Aborda diferentes itens exigidos pela legislação atual para os serviços de alimentação e auxilia os profissionais na elaboração ou atualização do seu Manual de Boas Práticas de Manipulação de alimentos, manual este, exigido pela Vigilância Sanitária.

- “Emergências Respiratórias: Ventilação Artificial” – Tem como foco atualizar acadêmicos e profissionais da área da saúde (fisioterapeutas, médicos e enfermeiros) dos conhecimentos necessários ao manejo do paciente em situação de emergência das vias aéreas.

- “Boas Práticas Farmacêuticas frente a Pandemia do Coronavírus” – tem como objetivo demonstrar aos farmacêuticos, práticas que podem ser adotadas para minimizar o risco de transmissão do coronavírus e também repassar orientações sobre a doença.

Produção e doação de álcool

Além de disponibilizar os cursos para a sociedade, os professores da Escola Superior de Saúde, Biociência, Meio Ambiente e Humanidades da instituição se reuniram em abril, para produzir álcool 70% no laboratório de microbiologia. Foram preparados frascos exclusivos para doação. Também já foram doadas máscaras para funcionários da Secretaria da Saúde e para a Guarda Municipal.

 

 

 

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Coronavírus e autismo: como preservar as crianças neste período pandêmico

 

 

 

Coronavírus e autismo: como preservar as crianças neste período pandêmico

A psicopedagoga e especialista em educação especial, Ana Regina Caminha Braga, dá dicas para famílias que precisam manter as terapias realizadas com os autistas dentro de casa

A chegada do novo coronavírus ao Brasil lançou um desafio extra aos pais e responsáveis que precisam lidar com crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Como agir e manter uma rotina de cuidados específicos dentro de casa? Devido à medida restritiva de isolamento social, grande parte das famílias se encontram sem alternativas para complementar a rotina dos pequenos, que antes tinham uma agenda cheia com atividades escolares e terapias presenciais.

Esta falta de rotina pode refletir em instabilidade emocional e agressividade cada vez com mais frequência em crianças autistas. Entretanto, apesar de parecer que estamos vivendo um momento de crise e instabilidade, é possível levar esse período de forma equilibrada e saudável. De acordo com Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga e especialista em educação especial, saber usar a criatividade e se reinventar é essencial para que pais e responsáveis consigam manter o tratamento das crianças. Quando falamos sobre confinamento, o ideal é que as famílias tentem seguir a rotina do autista o máximo possível, criando atividades similares àquelas vivenciadas em situações normais.

“Faça um cronograma de todas as tarefas a serem desenvolvidas durante o dia, siga corretamente o calendário. Todo ser humano necessita de rotina para cultivar uma mente saudável, principalmente as crianças autistas”, explica a especialista. Isso serve, também, para terapias e acompanhamentos com profissionais. Sempre que possível, os pais e responsáveis devem manter os atendimentos de forma online, a fim de receber as devolutivas terapêuticas para prosseguir o tratamento em casa. “Se a criança faz uso de medicamento, é ainda mais importante que ela mantenha contato com o médico para verificar a dosagem e a evolução da criança”, aponta a psicopedagoga.

De acordo com a especialista, oferecer um ou dois brinquedos diferentes, para que a criança possa explorá-los de forma significativa, é muito importante para continuar o desenvolvimento psicológico do autista em casa. “Caso a criança desregule, é possível utilizar um pedaço de tecido para brincar com ela sem verbalizar e deixá-la à vontade. A criança senta no tecido e você pode segurar duas pontas do tecido e puxá-la com movimentos pelo ambiente em que esteja”, complementa Ana Regina. Apesar das dificuldades, o mais importante em um momento de isolamento social é manter a criança regulada e estável, a fim de preservar a saúde psicológica dela e da família. Como última orientação, a psicopedagoga aconselha os responsáveis a se atentar aos gestos e movimentos das crianças de forma consciente e sem culpabilidade. “É possível vermos autistas com dificuldade para se comunicar e se expressar da forma verbal. Por isso, é relevante que os pais tenham um olhar diferenciado, atento e ainda mais carinhoso com eles neste momento”, finaliza a especialista.

 

 

 

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Programa capacita oficinas de imigrantes latino-americanos para a produção de máscaras em larga escala e seguindo normativas

 

 

 

Programa capacita oficinas de imigrantes latino-americanos para a produção de máscaras em larga escala e seguindo normativas

Tecendo Sonhos reuniu entidades como ABNT e Anvisa para apoiar o setor com informações técnicas; rede de oficinas tem capacidade para produzir 33 mil máscaras por dia

Com o suporte do Programa Tecendo Sonhos, da Aliança Empreendedora, uma rede de 37 oficinas de São Paulo, formadas por imigrantes latino-americanos – da Bolívia e Chile –, se preparam para o “novo normal”, a partir da pandemia da Covid-19. Se de um lado, devido às medidas de isolamento social, tiveram suas demandas suspensas pelas empresas da cadeia, agravando uma situação econômica já muito delicada. Do outro lado, foram surpreendidas com uma nova demanda: a confecção de máscaras de uso não profissional.

Em condições de trabalho dignas, esse coletivo que envolve cerca de 165 imigrantes, tem capacidade diária para produzir aproximadamente 33.000 máscaras de TNT descartável de proteção. O primeiro passo foi buscar informações técnicas para a produção correta dessas máscaras, destinadas a um mercado em larga escala.

Nesse contexto, o programa Tecendo Sonhos reuniu organizações normativas para coletar informações técnicas e levar uma orientação correta sobre a produção de máscaras. Participaram do grupo: Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), Associação Brasileira Das Indústrias De Não Tecidos E Tecidos Técnicos (Abint) Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Centro de Vigilância Sanitária (CVS) e Estilistas Brasileiros. Foram realizadas diversas ações e pesquisas para que o conteúdo discutido entre as entidades chegasse ao público final de forma didática e correta, como uma live que abordou as diferenças na produção de máscaras cirúrgicas e máscaras de uso não profissional.

“Devemos unir forças nestes momentos de crise. Ninguém é uma ilha. Mais cabeças pensando em uma solução é melhor”, afirma Maria Adelina Pereira, integrante da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

As informações reunidas resultaram em uma capacitação on-line e gratuita. O material está sendo encaminhado para as oficinas e pode também ser acessado pelo link. Inicialmente são três conteúdos em espanhol (língua da maioria dos imigrantes): Orientações para a confecção de máscaras, Oportunidades para quem trabalha com costura durante a pandemia e Cuidados com a higiene. Além disso, encontros virtuais entre essas instituições e oficinas, estão sendo realizados mensalmente. Todo material pode ser acessado gratuitamente na plataforma www.tecendosonhos.org.br.

“É de enorme importância desenvolver conteúdo acessível e didático para os microempreendedores e organizações que trabalham com esta produção. Informação é o caminho, é a ferramenta. Ações como a live discutem informações que muitas vezes ficam difíceis de entender em um documento como uma norma”, afirma Pereira.

Grandes marcas buscam o projeto

“Estamos diante de uma demanda de mercado enorme. As grandes empresas estão retornando ao trabalho e vão precisar oferecer máscaras para seus colaboradores. Grandes marcas, já nos procuraram, buscando indicação de oficinas de costura para a confecção de máscaras”, explica Cristina Filizzola, diretora da filial São Paulo da Aliança Empreendedora e responsável pelo projeto Tecendo Sonho.

“Como a demanda produtiva é elevada, criamos um grupo de trabalho para distribuir a produção entre as oficinas”, explica Cristina. Atualmente as 37 oficinas vinculadas ao programa trabalham de forma independente, mas com esta nova demanda de produção se uniram em um grupo associativo para comercializarem juntas, intitulado Rede Costurando Sonhos.

Sobre o Tecendo Sonhos

Desde 2014, o programa Tecendo Sonhos promove relações de trabalho dignas na cadeia têxtil da cidade de São Paulo e consumo consciente. Para isso, integra micro e pequenos empreendedores, organizações sociais, governo, pesquisadores e tecnologias. Há quatro anos, o Tecendo Sonhos é realizado pela Aliança Empreendedora, organização social que apoia negócios inclusivos e projetos para microempreendedores de baixa renda, com o apoio do OIT, Instituto C&A, Inditex/ZARA e Mastercard Center for Inclusive Growth. Para mais informações: https://aliancaempreendedora.org.br/tecendosonhos/

 

Sobre a Aliança Empreendedora

Nosso trabalho consiste em apoiar empresas, organizações sociais e governos a desenvolver modelos de negócios inclusivos e projetos de apoio a microempreendedores de baixa renda, ampliando o acesso a conhecimento, redes, mercados e crédito para que desenvolvam ou iniciem seus empreendimentos. Geramos novas oportunidades de negócios, trabalho e renda através do empreendedorismo, promovendo inclusão e desenvolvimento econômico e social. Para mais informações: http://aliancaempreendedora.org.br/

 

 

 

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O sacrifício dos jovens

 

 

 

O sacrifício dos jovens

Daniel Medeiros*

Mais de cem dias depois, a pandemia vai produzindo uma cauda longa de desarranjos que se fará sentir por muitos anos e esses efeitos vão atingir, principalmente, os mais jovens. É fato que o vírus também mata jovens mas, como sabemos, as vítimas preferenciais são os mais velhos que já carregam em si alguns arautos do mundo-além, que os médicos chamam, sem nenhum respeito aos eufemismos, de comorbidades.

Jovens são, também, a grande maioria dos médicos e enfermeiros que estão na linha de frente, os rostos marcados pelo cansaço e pelas tiras das máscaras, dobrando turno, ficando longe das famílias, expondo-se ao risco da contaminação, salvando senhores e senhoras, avôs e avós, homens e mulheres que já vão pelo terceiro cavalo, já meio mancos e com o pelo mortiço. Esses jovens são nossos heróis contemporâneos. Às vezes, vejo-os de capas voando para ir para o trabalho e lanço acenos emocionados.

Os mais novinhos, quanto a esses, o sacrifício é o do tédio, dos longos dias em casa em frente ao computador, ao celular ou à televisão, entre os jogos eletrônicos, séries em série e as aulas remotas de professores desajeitados tentando fazer cara de normalidade, quando não arriscam um discurso de otimismo mal ensaiado. Os adolescentes, então, bem na fase da explosão dos hormônios, são os mais inquietos. Deles que saem, algumas vezes, a frase escondida embaixo de sete pedras: “por que eu tenho que ficar aqui se eu não sou grupo de risco?” E os mais velhos olham pra eles e respondem: “é por vocês - que também correm riscos - mas é principalmente pelos outros, por aqueles que não têm resistência para esse tipo de doença”.

Os dias passam, os efeitos desastrosos vão se acumulando - como as ruínas aos pés do anjo de Benjamin - e os jovens vão ficando cada vez mais cansados e irritadiços. "Agora é o vestibular que ninguém mais sabe a data ou se vai acontecer”. "A formatura que já foi paga e agora nem meu diploma posso pegar". "A minha viagem de intercâmbio, tudo pronto e só falta não me deixarem ir porque aqui tá cheio de gente doente”. "O meu emprego, já estava tudo acertado”. "O meu negócio, investi tudo o que eu tinha”… o presente, tão rico de acontecimentos, suspenso por uma doença que atinge principalmente gente que já está doente que, afinal de contas, veja só… "já eu, jovem, estou perdendo tanta coisa". Esses pensamentos terríveis vão ganhando densidade e se espalham como nuvens de gafanhotos, dos grandes centros às pequenas cidades do país.

Numa quinta feira, no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, um primeiro sinal explícito de revolta. Na verdade, muitas outras já vinham se multiplicando pelas cidades, nas festas clandestinas, encontros em praças e parques, pressão pela abertura de academias, encontros dos amigos em casa - "pouca gente, só umas oito, dez pessoas, todo mundo estava se cuidando"… Mas no Leblon, aquelas imagens, o burburinho, as cantorias e quando os fiscais chegaram, os protestos ritmados do “ninguém vai embora”. Era um basta na paciência daquela gente bronzeada querendo mostrar o seu valor. Vida é pra quem pode, pareciam querer dizer.

A pandemia continua e não dá sinais claros de arrefecimento. A cada dia, mais empregos somem, empresas somem, prazos estouram e dívidas se acumulam. Tudo isso vai se contrapondo às vidas que somem e então muitos, nem todos exatamente jovens, mas principalmente jovens - evoé Carlas, Bias e Saras - amedrontam, com seu vigor e disposição em forçar o normal, e nós, na zona vermelha do risco, apavorados com as imagens de tubos e macas e valas, dizemos a essas pessoas, com calma e cuidado, como quem fala a um cão que mostra os dentes para nós diante do portão: “escuta, logo vai passar, nem é tão ruim assim, vocês levarão muito tempo para se tornarem velhos e verão que, apesar das rugas, nosso tempo ainda é hoje e um dia tem 24 horas para todo mundo; essa loucura democrática, essa distribuição perfeita, todos temos direito, entende? Não há hora preferencial para a vida de quem não viveu tanto e quem já viveu mais horas não ganha bônus nem desconto, não há o que negociar. É só um respiro após o outro. Acalmem-se. Leiam um bom livro ou melhor, escrevam um, contando dos dias que vocês ajudaram muitas pessoas a ficarem vivas. Um dia, na velhice de vocês, seus filhos e netos ficarão orgulhosos desse ato de gentileza e humanidade. Afinal, os empregos voltarão, as dívidas serão negociadas, os dias de tédio logo serão esquecidos nas areias quentes de uma praia em uma tarde de verão. Mas essas histórias de paciência e sacrifício, de espera e cuidado pelos outros, isso ficará para sempre”.

Somos feitos dessa carne e desses ossos de solidariedade e compaixão. Precisamos apenas nos lembrar disso. Como já disse o poeta que era um rapaz, sem dinheiro no bolso: “ amar e mudar as coisas me interessa mais”.

* Daniel Medeiros é doutor em Educação Histórica e professor no Curso Positivo

 

 

 

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