Resultados de pesquisas sobre COVID-19 são temas de live promovida por hospital de Curitiba

 

 

 

Resultados de pesquisas sobre COVID-19 são temas de live promovida por hospital de Curitiba

Programa de lives apresentará à comunidade inovações em saúde e pesquisa

Os resultados de pesquisas realizadas com pacientes da COVID-19 serão temas de uma live exclusiva direcionada a médicos, professores e alunos do Grupo Marista, em Curitiba (PR). A ferramenta passa a integrar as ações de comunicação do Hospital Marcelino Champagnat, que lançará em breve um cronograma de assuntos para atualização de equipe médica e estudantes, além de temas relacionados à prevenção e cuidados com a saúde, voltados à população.

“Contamos com um corpo clínico que é referência em diversas especialidades, além de trabalho em pesquisa e inovação em diversos métodos clínicos e cirúrgicos. As lives serão um canal importante para compartilhamos conhecimento nesse momento tão delicado e beneficiando diversos públicos”, comenta o médico e gerente técnico do Hospital Marcelino Champagnat, Rogério de Fraga. A estreia do projeto conta com a apresentação dos resultados das pesquisas conduzidas pelo Centro de Ensino, Pesquisa e Inovação (CEPI) do Hospital Marcelino Champagnat e Hospital Universitário Cajuru. Desde março deste ano o setor iniciou estudos para compreender o comportamento no novo Coronavírus e sua atuação de forma sistêmica a partir de dados coletados de pacientes do Hospital Marcelino Champagnat.

Parte do grupo, formado por 11 profissionais entre pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e profissionais de saúde que atuam diretamente no tratamento de pacientes da COVID-19, apresentará os resultados parciais dos estudos e a aplicação na prática assistencial. “Nessas pesquisas buscamos entender quais são as células envolvidas em cada etapa da evolução da doença, os efeitos do vírus nos diferentes grupos de pacientes e a sequência de eventos que tem levado pacientes à morte. E agora a ideia é trazer para a comunidade do Grupo Marista todos os ganhos alcançados até o momento e o que ainda está sendo estudado”, comenta a coordenadora do CEPI e professora da PUCPR, Cristina Baena. Atualmente, o Centro de Estudos conta com 12 projetos em andamento.

A médica patologista e pesquisadora da PUCPR, Lucia de Noronha, apresentará os resultados dos achados anatomopatológicos e imuno-histoquímicos das coletas de biópsia pós morte, incluindo as análises referentes à presença de microtrombos (pequenos coágulos) e da membrana hialina nos vasos dos pulmões dos pacientes com COVID-19. Na sequência, a cirurgiã torácica, Anna Flávia Ribeiro dos Santos Miggiolaro, e o médico intensivista, Jarbas da Silva Motta Junior, falam sobre a aplicação prática desse conhecimento que passou a nortear os parâmetros de ventilação de pacientes que estão em respiradores e o uso de anticoagulantes, além da experiência na linha de frente do atendimento de pacientes graves.

Já a cardiologista e professora da PUCPR Camila Hartmann comentará as análises das biópsias de miocárdio, implicações da injúria endotelial e fibrose miocárdica no paciente internado. “A COVID-19 não tem um padrão, age e causa lesões de formas diferentes nos pacientes. Com esses estudos passamos a entender como a doença, além de causar pneumonia, passa a ser sistêmica, afetando vários órgãos do corpo, principalmente o sistema vascular, e como tratamentos propostos podem atuar em determinados pacientes”, completa Cristina.

Serviço:

Live Pesquisas sobre o comportamento e tratamento do novo Coronavírus

Data: 09 de julho (quinta-feira)

Público-alvo: corpo clínico do HUC e HMC e acadêmicos da Escola de Medicina da PUCPR.

Palestrantes

Cristina Pellegrino Baena: graduada em fisioterapia pela PUCPR, mestre em Ciências da Saúde pela Universidade Federal do Rio Grande e doutora em Ciências da Saúde pela PUCPR. Como pesquisadora de pós-doutorado trabalhou no Centro de Pesquisa Epidemiológica do Hospital Universitário da USP em projetos de epidemiologia cardiovascular. Atualmente é professora adjunta da Faculdade de Medicina da PUCPR e Coordenadora da Pós-Graduação em Ciências da Saúde (Mestrado e Doutorado) da PUCPR. Lidera o Centro de Ensino, Pesquisa e Inovação do Hospital Universitário Cajuru e o Hospital Marcelino Champagnat.

Anna Flávia Ribeiro dos Santos Miggiolaro: graduada em Medicina pela Faculdade Evangélica do Paraná, com residência Médica em Cirurgia Geral, especialização na área de cirurgia torácica e endoscopia respiratória, mestrado em Ciências da Saúde pela PUCPR e doutoranda em Ciências da Saúde PUCPR. Atualmente é médica do Hospital Universitário Cajuru e do Hospital Marcelino Champagnat e conta com experiência em coordenação de pronto socorro, gestão médica, cirurgia, gestão da qualidade e gerenciamento de riscos assistenciais.

Camila Hartmann: graduada em medicina pela PUCPR, com especialização em clínica médica e cardiologia pela Santa Casa de Misericórdia de Curitiba e mestrado em ciências da saúde pela PUCPR. Possui título de especialista em cardiologia pela Associação Médica Brasileira (AMB) e Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), além de título na área de atuação em ergometria pelo Departamento de Ergometria, Exercício, Cardiologia Nuclear e Reabilitação Cardiovascular (DERC) da SBC. Instrutora em Suporte Avançado de Vida em Cardiologia - SAVC pela American Heart Association®️, desde novembro de 2013, atualmente é professora e coordenadora de Educação Continuada da Escola de Medicina da PUCPR e doutoranda em Ciências da Saúde. Médica cardiologista no Hospital Marcelino Champagnat. Tem experiência na área de medicina, com ênfase em educação médica, cardiologia, emergência, insuficiência cardíaca e ergometria.

Lucia de Noronha: Graduada em medicina pela Universidade Federal do Paraná, com residência médica e título de especialista em anatomia patológica, mestre e doutora em Medicina pela Universidade Federal do Paraná. Atualmente é professora titular do PPGCS da PUCPR na disciplina de Patologia Médica e bolsista produtividade do CNPQ. Possui experiência na área de anatomia patológica, com ênfase em patologia pediátrica e perinatal, atuando principalmente nos temas patologia básica, neoplasias, malformações, necrópsia e imunohistoquímica.

Jarbas da Silva Motta Junior: graduado em medicina pela Universidade do Vale do Itajaí e intensivista titulado pela AMIB. Atualmente é Coordenador da UTI do Hospital Marcelino Champagnat.

 

 

 

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STF reconhece profissão de optometrista

 

 

 

STF reconhece profissão de optometrista

A exemplo do que acontece no exterior, prescrição de lentes de grau não é mais exclusividade de médicos no Brasil

O Superior Tribunal Federal (STF) reconheceu recentemente o processo de inconstitucionalização dos decretos 20.931/1932 e 24.492/1934, que proibiam profissionais optometristas de constituírem consultórios e emitirem prescrições de óculos, acompanhando o entendimento da Lei n° 12.842/2013 de que a prescrição não é ato privativo de médico e recomendando que o Congresso regulamente de forma plena a profissão de optometrista, a fim de que a atuação dos profissionais tenha segurança jurídica. A decisão baseia-se principalmente no fato de os cursos superiores em Optometria no Brasil serem regulamentados pelo MEC desde 1996 e no fato da Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) já reconhecerem o papel do optometrista no atendimento da saúde visual.

Responsável pela avaliação primária da saúde visual e ocular da população, o optometrista é capaz de detectar alterações de acuidade visual, visão cromática, alterações na visão binocular e campo visual. O profissional trabalha na prevenção de doenças oculares e na correção e compensação de erros de refração, como a miopia, hipermetropia e astigmatismo. Trabalha ainda com a terapia visual, definindo e executando condutas terapêuticas não invasivas e não medicamentosas.

Embora ainda pouco conhecida no Brasil, a profissão de optometrista é muito comum em países como Itália, Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos, onde é reconhecida desde 1897, por exemplo. Nesses países, onde a cultura da saúde visual está bem estabelecida, as profissões do óptico, optometrista e médico oftalmologista trabalham de forma clara e complementar, cabendo ao optometrista o atendimento primário da população e o encaminhamento ao oftalmologista para casos de média e alta complexidade.

Estima-se que, no mundo, 314 milhões de pessoas apresentem dificuldade visual. Já no Brasil, cerca de 14,5% da população apresenta alguma deficiência e, destes, 48,1% são deficientes visuais. Ou seja, quase 12 milhões de pessoas têm comprometimento parcial ou total da visão no País. A OMS relata que 75% de toda a cegueira é tratável ou evitável e que a optometria é a primeira barreira para evitar a cegueira. “Não há um volume de oftalmologistas suficiente para suprir as necessidades de atendimento à saúde ocular da população. Um paciente que chega hoje a uma Unidade Básica de Saúde é atendido por um clínico geral e, se necessário, encaminhado para um atendimento especializado, o que deve demorar de seis meses a dois anos, isso se existir esse tipo de atendimento na região onde mora”, revela o vice-presidente do Conselho Regional de Óptica e Optometria do Paraná, Franklin Kerber.

Atualmente, pelo menos 100 profissionais se formam por ano nos cinco cursos de nível superior disponíveis no Brasil, número que tende a crescer a decisão do STF. Criado há 21 anos, o curso superior em Optometria, ofertado na Universidade de Contestado, em Canoinhas (SC), já mudou a realidade da população local: mais de 26 mil atendimentos foram realizados, zerando as filas de espera da população. “É mais fácil e rápido formar optometristas para oferecer o atendimento primário necessário da população e, assim, reduzir os índices de problemas oculares no País”, comenta Kerber.

Sobre o Conselho Regional de Óptica e Optometria do Paraná

Representante dos profissionais técnicos em óptica e dos profissionais optometristas, o Conselho Regional de Óptica e Optometria do Paraná (CROO/PR) tem como foco o desenvolvimento da saúde visual da população paranaense, por meio do desenvolvimento das profissões dos optometristas e técnicos em ótica.

 

 

 

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Seis tendências para profissões do futuro

 

 

 

Seis tendências para profissões do futuro

Pesquisa aponta que mercado de trabalho exigirá pessoas com alto grau de formação

O McKinsey Global Institute (MGI) realiza pesquisas sobre os impactos da pandemia do novo coronavírus nos empregos e profissões. Segundo os estudos, a Europa vinha apresentando os melhores resultados de emprego e renda até a chegada da doença. No atual contexto pandêmico, a queda de emprego e renda local varia entre 18% e 30%, com maior incidência em atividades que exigem habilidades físicas e manuais, impactando diretamente os trabalhadores menos instruídos, jovens e homens que podem ter suas funções substituídas pela automação. Estes têm maior probabilidade de perder o emprego.

“Em outras palavras, ser jovem e ter menos que o ensino médio, significa ficar mais tempo sem poder ingressar no mercado de trabalho automatizado, focado no uso intensivo de tecnologias digitais”, explica Elton Schneider, diretor da Escola Superior de Negócios do Centro Universitário Internacional Uninter.

Schneider explica que o trabalho administrativo ou de escritório, será realizado a distância, muito provavelmente nas casas, pela internet; as pessoas que trabalharão em atividades físicas nas empresas, terão alto grau de formação, conhecimento e domínio de tecnologia, altas habilidades matemáticas e estatísticas para o trabalho com big data. “Os trabalhadores da indústria terão como conhecimento básico exigido, os conhecimentos em computação, robótica e mecatrônica como bases cientifico tecnológicas, ao mesmo tempo em que, precisarão de altas habilidades cognitivas, sócio emocionais, de treinamento e desenvolvimento humano, bem como, a capacidade de gerenciar projetos e equipes a distância”, afirma.

A MGI prevê um crescimento de 39% na procura por profissionais com conhecimento tecnológico no período pós-pandemia. “Engenheiros de produção, computação, eletrônica, mecatrônica, analistas de sistemas e outros mais que já estavam em falta, vão continuar em falta”, explica o diretor da Uninter. Para pessoas com habilidades em gerenciamento de equipes e projetos, treinamento e desenvolvimento, o crescimento será de 30%. Pessoas com altas habilidades cognitivas, capacidade de aprender com tecnologia, domínio de matemática e estatística, 28%.

As áreas com potencial de empregos estarão voltadas aos profissionais com alto grau de formação, ou seja, graduação, pós-graduação, dupla graduação, para o desenvolvimento de novas habilidades. De acordo com Schneider, as profissões atuais de engenheiro, administrador, contador, jornalista e professor não irão desaparecer, mas exigirão dos profissionais que estão no mercado novas competências:

1 – Competências digitais: não se trata de saber usar Excel, Word e Power Point, mas de saber usar a tecnologia e seu potencial para automatizar processos, realizar reuniões virtuais, produzir conteúdo virtual, gerir equipes virtuais, se comunicar por áudio, vídeo e texto.

2 – Habilidades de comunicação virtual: se a comunicação já era importante antes, imagine agora que além da escrita, será preciso domínio de técnicas de oratória para áudio e vídeo, domínio de captura e edição de imagens, da produção de animações e de material gráfico para o seu negócio visando o comércio e relacionamento virtual;

3 – Automação e digitalização dos negócios: cada vez mais as empresas serão automatizadas e virtuais, em termos de processos, de produtos, de serviços e principalmente de atendimento ao cliente, via sites de e-commerce, chat boots de atendimento, aplicativos de inteligência artificial, não precisamos ser desenvolvedores, mas precisamos ser bons selecionadores de tecnologias que permitirão a criação de negócios virtualizados;

4 – Aprendizagem ao longo da vida, para a vida: embora seja um tema discutido há bastante tempo, vive-se em época de transformação digital, aprender sempre e durante toda vida, tornar-se-á uma necessidade. Não existem mais profissões eternas, nem empregos eternos, existe a eterna mudança;

5 – Desenvolvimento de Equipes Virtuais SEAMA – (Sócio / Emocional / Afetivas / Motivadas / Aprendentes): se gerenciar equipes já era desafiante, agora torna-se um dos 13 trabalhos de Hércules (aumentou um), uma equipe precisará mais que atingir metas de desempenho, necessitará de apoio em suas relações sociais, em suas emoções em relação ao emprego, ao trabalho, com outras pessoas e a família. Mesmo em casa, o ser humano precisa de afeto e carinho daqueles que trabalham e comungam dos mesmos objetivos e sonhos; a motivação será impactada por um ou todos estes fatores ao mesmo tempo, isto tudo sem falar, que a aprendizagem se fará necessária a toda hora e a todo o tempo;

6 – Áreas do conhecimento que o profissional precisa conhecer: Inteligência Artificial – AI, Internet das Coisas – IOT, Big Data, Business Inteligence – BI, Blockchain, Indústria 4.0, Automação, Gestão Eletrônica de Documentos – GED, Marketing Digital, E-Commerce, Omnichannel, Compliance, Global Trading, Coaching, entre outros.

De acordo com o estudo da MGI, um dos maiores efeitos da transformação digital virá na modificação da forma como são realizadas as atividades e trabalhos, na forma como se exercem as profissões. “As funções não deixarão de existir, vamos fazer mais, vamos fazer diferente, as máquinas serão responsáveis por muito do que fazemos atualmente, precisamos utilizar o tempo liberado para atividades de maior valor agregado, de maior inteligência aplicada, para atividades de maior relacionamento interpessoal, para fazermos aquilo que somos realmente bons, não para a digitação de pedidos, de textos, de ordens, para a conferência de atividades executadas por outros, mas para o uso da inteligência em larga escala”, finaliza Schneider.

Os empregadores também terão dificuldades de encontrar novos trabalhadores com as habilidades necessárias e em remunerar este novo profissional, em entender que agora estão contratando não apenas mão-de-obra para suas empresas, mas que estarão contratando inteligência, criatividade e inovação em um único contrato de trabalho.

 

 

 

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Campanha promove doação de fraldas geriátricas ao Hospital de Clínicas

 

 

 

Campanha promove doação de fraldas geriátricas ao Hospital de Clínicas

São necessárias de 16 mil fraldas geriátricas por mês utilizadas pelos pacientes e profissionais de saúde na linha de frente contra a Covid-19

O Hospital de Clínicas da UFPR precisa fraldas geriátricas nos tamanhos G e GG utilizadas pelos seus pacientes idosos e acamados. Com a pandemia, a necessidade aumentou devido ao uso também pelos profissionais de saúde que atuam na linha de frente contra a Covid-19. Diante disso, os Amigos do HC promovem uma campanha de arrecadação para suprir a demanda mensal por fraldas geriátricas no HC.

O uso de fraldas geriátricas é necessário aos profissionais que trabalham na UTI Covid do Hospital de Clínicas para evitar o descarte de equipamentos de proteção individual (EPI’s), como aventais, luvas e máscaras, materiais escassos e essências no enfrentamento ao Coronavírus. O plantão tem duração 6 horas e as fraldas geriátricas permitem evitar o desperdício dos EPI’s.

Para participar da campanha sem sair da casa, é possível doar qualquer valor em dinheiro destinado integralmente à aquisição de fraldas geriátricas. Cada unidade de fralda geriátrica custa cerca de R$ 1,60. Para ajudar, é possível realizar uma doação online pelo hotsite da campanha (https://amigosdohc.org.br/project/doacao-fraldas-geriatricas/) ou fazer uma transferência ou depósito bancário no valor de quantas unidades desejar doar.

Se preferir, o doador pode entregar pacotes de fraldas geriátricas no próprio Hospital de Clínicas. Para isso, é preciso passar por uma das tendas de Controle de Entrada, localizadas em frente ao HC, para aferição da temperatura, lembrando sempre do uso de máscara, do distanciamento social e de evitar aglomerações.

Para transação bancária:

Banco: Itaú (341)

Agência: 4122

Conta Corrente: 17762-1

Associação dos Amigos do HC

CNPJ: 79.689.643/0001-00

Para doação online:

Acesse o hotsite da campanha: https://amigosdohc.org.br/project/doacao-fraldas-geriatricas/

Pontos de coleta:

As doações podem ser entregues no Hall da Administração e no Prédio da Administração (entrada de visitantes) do Hospital de Clínicas.

Endereço: Rua General Carneiro, 181 – Alto da Glória.

 

 

 

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Empório faz promoção de pizzas veganas no Dia Mundial da Pizza

 

 

 

Empório faz promoção de pizzas veganas no Dia Mundial da Pizza

Na próxima sexta-feira (10/07) é o Dia Mundial da Pizza e, para comemorar esta data, o Ugami Mercado preparou uma promoção especial para os veganos. As pizzas de marca própria estarão com 20% de desconto durante todo o dia, ou enquanto durarem os estoques.

No Ugami é possível encontrar quatro sabores de pizzas 100% veganas, são eles Marguerita, Palmito, Calabresa e também uma opção doce, de Chocolate com Queijo. O queijo vegano é feito à base de batata e a massa da pizza é semi integral.

As pizzas são de tamanho individual e vendidas congeladas, para assar no forno de casa. Todas elas estarão com 20% de desconto no próximo dia 10, em comemoração a data!

Valores:

Marguerita: De R$13,90 por R$11,12

Chocolate com Queijo: De R$14,90 por R$11,92

Palmito: De R$14,90 por R$11,92

Calabresa: De 14,90 por R$11,92

Deixe sua sexta-feira ainda mais especial e saborosa! Peça pelo whatsapp (41) 98811-5298 ou pelo aplicativo!

Sobre o Ugami Mercado Natural

Desde junho de 2018, o Mercado Ugami, localizado no Alto da XV em Curitiba, se dispôs a oferecer aos seus clientes mais opções de produtos veganos. Um grande diferencial do mercado é a variedade de produtos. É possível encontrar pizzas veganas congeladas (três opções salgadas e uma doce), chocolates veganos, carne de jaca, diversas opções de frios, como salame, bacon, calabresa, mortadela, presunto e mais de 10 opções de queijos como feta, brie, gorgonzola, provolone, prato, entre outros. Além da linha de alimentos, o Ugami conta também com produtos de limpeza, cosméticos, acessórios sustentáveis e até uma linha pet vegana. A loja ainda oferece opções sem lactose, sem glúten e fitness.

Serviço:

Ugami Mercado Natural

Endereço: Av. Senador Souza Naves, 274. Curitiba

Site: www.ugami.com.br

Instagram: @ugami.mercado

 

 

 

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