A CooperaCom – Cooperativa de Comunicação e Desenvolvimento surge no mercado com a proposta de estimular a reinvenção

A CooperaCom – Cooperativa de Comunicação e Desenvolvimento surge no mercado com a proposta de estimular a reinvenção

Composta por uma equipe de profissionais multidisciplinares, a iniciativa nasce alinhada com o cooperativismo e reinvenção, que se mostram como tendências no atual panorama mundial

Nesta quarta-feira (15/07) é lançada a CooperaCom – Cooperativa de Comunicação e Desenvolvimento, uma sociedade regida pelos valores do cooperativismo e pelo estímulo à reinvenção dentro de diversas áreas da comunicação. Nessa mesma data entra no ar o site da cooperativa: www.cooperacom.com.br

O cooperativismo e a reinvenção são mais do que fatores que norteiam esta iniciativa. São tendências mundiais que se mostraram obrigatórias no atual panorama pelo qual a maioria das sociedades passam. Acontecimentos que exigem mudanças (sejam elas imediatas ou graduais) ocorrem de forma constante e demandam dos profissionais uma necessidade de se reinventar, para que assim acompanhem a velocidade das informações, se adaptem a diferentes realidades, absorvam rapidamente novas tecnologias e até estejam prontos para viver um novo conceito de normalidade. Isto é fundamental para continuar prestando serviços de qualidade – e realizá-los de forma cooperada faz parte deste processo de reinvenção.

Atuação

De caráter multidisciplinar, a CooperaCom atua em serviços de Comunicação e Desenvolvimento, com Produções Criativas, Serviços de Relações Públicas, Produção de Conteúdo, Marketing, Publicidade, Design, Assessoria em Gestão, Assessoria de Imprensa, Formação e Educação Corporativa (nas modalidades Presencial e EaD), Workshops, Entretenimento, Audiovisual, Eventos, Cultura, Esportes, Tecnologias Digitais, e Desenvolvimento e Gerenciamento de Projetos.

Primeiros projetos

A CooperaCom desenvolve uma série de projetos. São produtos e serviços identificados com o sufixo CooperaCom, seguido de uma palavra-chave referente ao campo de ação, em um jogo de palavras que faz referência ao trabalho cooperado e à dinâmica de repensar e agir envolvida nestes projetos. Entre eles está o CooperaCom Live, desenvolvido em cooperação com a Ocepar, que tem foco em eventos presenciais e on-line de formação e treinamento. Além de poder contribuir na formação de diversos profissionais Brasil afora, os conteúdos gerados no CooperaCom Live vão alimentar uma plataforma de streaming, que está em desenvolvimento.

A produção de conteúdo inovador e relevante é uma ferramenta fundamental nas mais variadas estratégias de comunicação e de marketing de todas as instituições. Diante disso, são desenvolvidos também outros produtos:

- O CooperaCom Omni para integração de canais de comunicação e produção de conteúdos customizados para clientes.

- O CooperaCom Ideias, que é uma solução completa de eventos presenciais e on-line que abordam os principais pilares de gestão coorporativa.

- O CooperaCom Cine, produto que é voltado ao entretenimento e à cultura.

Site:

www.cooperacom.com.br

Rede Sociais:

www.facebook.com/cooperacombrasil

www.instagram.com/cooperacombrasil

 

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Depressão infantil pode atrapalhar o aprendizado da criança

 

 

 

Depressão infantil pode atrapalhar o aprendizado da criança

Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga especialista em gestão escolar, fala sobre como os pais e professores podem ajudar nesses casos

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão é um transtorno mental que acomete mais de 350 milhões de pessoas em todo o mundo. Transtornos psiquiátricos, perda de um ente querido, crises na família e épocas de isolamento social, como a que estamos vivendo atualmente, são alguns dos fatores que podem desencadear o transtorno, seja em adultos ou crianças.

Apesar de raro, os casos de depressão infantil aumentam a cada dia. Dados revelados pela OMS mostram que esse transtorno é a principal causa da incapacidade em realizar tarefas simples do dia a dia entre jovens de 10 a 19 anos. Aqui no Brasil, estima-se que 1 a 3% da população entre 0 e 17 anos tenha algum quadro depressivo. E quem sofre com esse tipo transtorno pode desenvolver problemas nas mais diversas áreas da vida, como na escola, no trabalho ou no meio familiar.

De acordo com Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga especialista em gestão escolar, uma criança pode ficar tão deprimida quanto um adulto, o que muda é a forma como é interpretado este comportamento. “Pais e professores devem estar sempre atentos ao comportamento e as emoções da criança”, afirma. Ouvir as histórias, perguntar como foi o dia e tentar entender a mudança repentina de humor e atitudes são algumas das dicas para resolver o problema da melhor maneira possível.

No caso das aulas virtuais, crianças com quadro depressivo necessitam de uma ajuda extra para encontrar o prazer em estudar. “O professor deve estar atento ao que acontece durante a aula, dando atenção e incentivando cada um de acordo com suas necessidades”, explica. Para Ana Regina, a atuação da equipe pedagógica também é de suma importância em todo esse processo. “O trabalho com essa criança tem que ser em conjunto. Precisamos articular para que ela se sinta confortável em todas as áreas, assim como estar atentos aos efeitos que esse trabalho vem causando. Só assim vamos conseguir possibilitar a recuperação efetiva da criança com depressão”, detalha.

Para os pais e responsáveis, as medidas são as mesmas: ter um olhar mais carinhoso e cauteloso, a fim de ajudar a criança no desenvolvimento de seu autoconceito em relação aos outros. “As crianças precisam de muita atenção. Elogie e incentive quando ela estiver fazendo alguma coisa. Ela precisa entender que é importante, que tem pessoas que gostam dela, que a respeitam e querem seu bem”, completa a especialista.

 

 

 

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Novidade no Restaurante Velho Oriente

 

 

 

Novidade no Restaurante Velho Oriente

Vivemos uma época de incertezas, inseguranças e aprendizados. Nos readequando diariamente com total segurança para esse novo normal que certamente surgirá em breve. Mas neste tempo em que o distanciamento social é obrigatório, nos vimos capazes de criar novas maneiras de nos aproximar de quem gostamos.

E foi pensando em estar próximo de nossos clientes neste momento, que a restauranteur Vaneska Berçani retoma o delivery no almoço de segunda a sexta-feira com as marmitas porcionadas em quantidades ideais para um almoço, além de todo o cardápio.

“O bacana dessa retomada das marmitas, que fazem tanto sucesso, é que com esse “novo normal” e o fechamento provisório dos salões dos restaurantes, o almoço delivery volta a ser um facilitador seguro para muitas pessoas nessa fase em que vivemos”, explica Vaneska.

Vale dizer que o cliente personaliza a marmita e pode escolher: uma salada + uma proteína + um acompanhamento variam de R$ 24,90 até R$ 34,50 dependendo da proteína escolhida.

Além do valor, o Velho Oriente destaca ainda a preocupação com o meio ambiente com embalagens bio compostáveis, feitas de bagaço de cana de açúcar. “Estamos cada vez mais pensando no futuro e essa ideia do consumo consciente para as embalagens de delivery é algo que nos orgulha muito, ainda mais neste momento. Essas marmitas no lixo comum se decompõem muito rápido como matéria orgânica e assim não causam mal ao meio ambiente”, diz a empresária Vaneska.

Outra novidade será o horário: o delivery de almoço começa às 11h e vai direto até às 23h, ou seja, o Velho Oriente irá lhe atender com a melhor gastronomia árabe no horário da sua fome, em qualquer hora do dia. “Afinal, facilitar a vida com sabor e toda segurança de quem está em casa ou no escritório é nosso objetivo neste momento em que vivemos”, finaliza.

Velho Oriente:

Endereço: Avenida Água Verde, 1551 - Água Verde

(41) 3343-2007

Delivery:

Segunda a sexta: das 11h às 23h

Sábados: das 11h30 às 15h30 / 17h30h às 23h.

Já aos domingos: das 11h30 às 15h30.

Estacionamento Próprio

www.velhooriente.com.br

Facebook @velhoorientecuritiba e Instagram @velhooriente

 

 

 

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Vindas do Uruguai, oliveiras bicentenárias são destaque de empreendimento em Londrina

Vindas do Uruguai, oliveiras bicentenárias são destaque de empreendimento em Londrina

Simbolizando força e vitalidade, espécies com mais de dois séculos de vida foram trazidas pelo Grupo A.Yoshii

Frutíferas, baixas e com tronco retorcido, as oliveiras têm diversos significados espirituais em diversas religiões, como grega, judaica e cristã. Os gregos, por exemplo, as enxergam como símbolo de vitalidade e força, e a espécie frutífera também é conhecida pela longevidade. Para eles, mesmo que queime ou corte uma oliveira, ela é capaz de brotar novamente de suas raízes. Por esses motivos, essas árvores representam também perseverança e fidelidade.

Podendo ser cultivada por milênios, oliveiras carregam histórias nas raízes, troncos, folhas e frutos. Historiadores dizem que a oliveira mais antiga do mundo está em Portugal, na região de Mouriscas, e, por meio de estudos científicos, foi certificada por possuir mais de 3.350 anos.

Recentemente, a cidade de Londrina (PR), recebeu dois pés de oliveiras bicentenárias, que foram importadas do Uruguai, para marcar a reestruturação do showroom da construtora A.Yoshii. Com 200 e 300 anos, as árvores, que também têm uma simbologia especial para a empresa, estão plantadas na entrada do empreendimento, localizado na Gleba Palhano - um dos bairros mais nobres da cidade.

Agregado ao conceito de “gentileza urbana”, o ambiente em que as árvores estão cultivadas é cercado por vegetação e proporciona espaço contemplar a paisagem. O agrônomo paisagista da iO Paisagismo, que realizou o projeto do showroom da construtora, Ivan Pona, afirma que as oliveiras bicentenárias assumiram o protagonismo e se tornam o foco do projeto. “Sentimos harmonia na proporção e respeito entre a arquitetura e paisagismo. Juntos, fizemos a construção de uma história, que possibilita narrar a marca da construtora e representar a perenidade, solidez e inovação inerentes à A.Yoshii”, explica.

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A hora do home office: como as empresas estão se preparando para o período pós-pandemia?

 

 

 

A hora do home office: como as empresas estão se preparando para o período pós-pandemia?

Uma das características do profissional do futuro é a flexibilidade do trabalho, priorizando resultados ao cumprimento de horários

O home office surgiu como uma das alternativas mais seguras para proteger os trabalhadores e reduzir as chances de disseminação do novo coronavírus. Entretanto, essa mudança súbita na rotina de trabalho fez com que empresas e funcionários tivessem de se adaptar rapidamente, deixando o escritório e transferindo suas atividades para dentro de casa. Nessa corrida rumo à revolução tecnológica, quem sai ganhando são as empresas que, mesmo antes da pandemia, já ofereciam regimes de trabalho semipresencial ou contavam com estratégias voltadas ao teletrabalho.

Exemplo disso é o ISAE Escola de Negócios, instituição curitibana que está realizando projetos piloto de teletrabalho desde o último mês de março para testar o novo modelo e entender as necessidades dos funcionários. Luciana Grande, Coordenadora de Pessoas e Cultura do ISAE, que trabalha de casa desde a adoção das medidas pela instituição de ensino, já sentiu diferença nos resultados. “Não é porque meu horário oficial de trabalho é das 9h às 18h que eu sou produtiva apenas nesse espaço de tempo. Podemos ser produtivos em diversos outros horários, cabendo a cada um escolher o melhor momento para se dedicas as suas atividades”, diz a especialista.

A profissional de recursos humanos acredita que o home office veio para ficar, principalmente no caso de profissões que não exigem um espaço físico para a realização das tarefas, como o setor administrativo, comercial, marketing, desenvolvimento de produtos, finanças e TI. Por outro lado, funções relacionadas aos serviços de zeladoria, portaria e manutenção, por exemplo, devem ser eliminadas em muitas empresas. Entretanto, Luciana relembra a criação urgente de leis específicas que regulamentem o teletrabalho. “A flexibilização do trabalho já é algo que vem sendo discutido há tempos e deve ser o foco principal na transformação de nossas leis trabalhistas”, afirma. Entretanto, apesar de necessária, a flexibilização do trabalho vem gerando receio por parte dos empresários, que alegam ‘perda do controle sobre os funcionários’.

“As leis trabalhistas brasileiras atuais ainda são muito pautadas no controle. Sair da competitividade rumo à colaboração pode ser algo positivo para essa construção de confiança entre chefes e funcionários”, diz. Para isso, a especialista sugere uma mudança estrutural na delegação de funções, trocando a cobrança pelo horário de trabalho por uma valorização de entregas e resultados. “Trabalho é o que eu faço e não onde eu estou”, complementa. Essa mudança reflete, também, em uma redução de gastos por parte da empresa, que não precisará mais despender dinheiro com aluguel de salas, manutenção e limpeza. “Neste caso, é papel do empresário oferecer todos os materiais necessários para que o colaborador possa desenvolver suas atividades com qualidade, desde mesas e cadeiras adequadas até aparelhos eletrônicos e conexão com à internet”, completa Luciana.

 

 

 

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