Projeto de Lei quer proibir penas alternativas para motorista embriagado

 

 

 

Projeto de Lei quer proibir penas alternativas para motorista embriagado

Em 2019 o consumo de álcool foi responsável por 8% dos acidentes nas rodovias federais no Brasil

Um projeto de Lei iniciado no Senado Federal e que agora aguarda votação na Câmara Federal quer intensificar as penalidades aos motoristas que conduzem sob efeito de álcool e causam acidentes, provocando prejuízos à vida e à saúde de pedestres e outros condutores e também à segurança pública. Mesmo que com o passar dos anos o país tenha investido na criação de leis mais rígidas nesse tema, como no caso da Lei Seca (Lei 11.705/2008), a combinação álcool e direção ainda representa um número bastante expressivo de acidentes. Apenas em 2019, conforme levantamento da PRF, o consumo de álcool foi responsável por mais de 8% dos acidentes nas rodovias. .

Segundo a Agência Senado, o Projeto de Lei 600/2019 quer proibir a aplicação de penas alternativas para o motorista que cometer crime de trânsito de homicídio culposo e lesão corporal culposa praticados sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que cause dependência. “O poder público e o processo legislativo falham quando não aprimoram os mecanismos de incentivo à educação no trânsito e quando não mantêm na prisão alguém que viola o principal bem jurídico: a vida humana. Tenho muita convicção de que isso será um divisor de águas. Acabar com a impunidade no trânsito é absolutamente necessário”, diz o senador Fabiano Contarato, autor da proposta.

Atualmente, na maioria dos casos, quem é flagrado embriagado ou com sinais de embriaguez ao volante não vai para a prisão. O motorista paga multa de R$ 2.934,70 e tem o direito de dirigir suspenso por 12 meses (art. 165, CTB). Também poderá ser responsabilizado criminalmente, a depender da quantidade de álcool no organismo ou do conjunto de sinais de alteração da capacidade psicomotora, mas a pena de detenção de 6 meses a 3 anos admite que seja arbitrada fiança no momento do flagrante e, ao final do processo, a substituição por prestação de serviços (art. 306, CTB).
Já para quem dirigir alcoolizado e provocar morte ou lesão grave ou gravíssima, não há mais a possibilidade de pagar fiança de imediato. O ato deixa de ser um crime autônomo para ser forma qualificada do homicídio culposo ou lesão corporal culposa; entretanto, ainda que tenha uma pena maior do que para aquele que não está sob influência de álcool, o fato de ser culposo continua admitindo a substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos, conforme artigo 44 do Código Penal. E é justamente por este motivo que o PL pretende alterar a legislação, a fim de garantir maior punição para tais casos.

Julyver Modesto de Araujo, mestre em Direito, consultor e professor de legislação de trânsito e comentarista do CTB Digital, destaca que este PL tem como objetivo corrigir um problema atual: “ao estabelecer que a influência de álcool constitui elemento da forma qualificada de homicídio ou lesão corporal culposos, sempre será obrigatória a substituição de pena privativa de liberdade por restritiva de direitos”, diz.

O especialista explica que a combinação das condutas de “dirigir sob influência de álcool” e “matar alguém, na direção de veículo”, que constituem crimes autônomos (respectivamente, artigos 306 e 302 do CTB) tem sido tratada, nos últimos anos, de várias formas, merecendo destaque as seguintes alterações já feitas no Código de Trânsito Brasileiro:

de 2006 a 2008, o fato de o condutor estar sob influência de álcool constituía causa de aumento de pena (de um terço à metade) nos crimes de homicídio culposo e lesão corporal culposa. Tal inciso foi incluído pela Lei n. 11.275/06 e revogado pela Lei n. 11.705/08; e

de 2014 a 2016, a ocorrência de morte causada por condutor com alteração da capacidade psicomotora passou a ser tratada como uma forma qualificada do homicídio culposo (sem a mesma menção no crime de lesão corporal culposa) pela Lei n. 12.971/14, o qual, entretanto, foi revogado pela Lei n. 13.281/16 (estranhamente, porém, esta forma qualificada apenas ‘mudava’ a pena privativa de liberdade: em vez de Detenção de 2 a 4 anos, para Reclusão de 2 a 4 anos, mas sem aumento na dosimetria);

a partir de 19 de abril de 2018, quando entrou em vigor a Lei n. 13.546/17, a influência de álcool voltou a constituir qualificadora dos crimes de homicídio e lesão corporal culposos (para lesões graves ou gravíssimas).

Agora, em 2020, o Projeto de Lei 600/2019 foi aprovado no início do ano em votação final pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal e aguarda a análise da Câmara dos Deputados.

Para Luiz Gustavo Campos, diretor e especialista em trânsito da Perkons, segurança nas ruas e vias depende de ações e atitudes plurais. “Assim como acontece em outros campos e necessidades de uma sociedade, no trânsito também carecemos de mais informação, educação, conscientização, tecnologia e leis que efetivamente funcionem. Aliando esses pilares não há dúvidas de que o número de mortes no trânsito reduzirá drasticamente”, argumenta. “Falando especificamente do pilar legislação, temos bons exemplos vindos de países como Japão, Austrália, Holanda e Alemanha, que mantêm legislações bastante rigorosas em relação ao consumo de álcool e acidentes no trânsito o que, aliado aos demais pilares, tem contribuído para salvar vidas e diminuir a impunidade”, comenta.

 

 

 

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Imunidade alta e check-up em dia: armas para fortalecer a saúde

 

 

 

Imunidade alta e check-up em dia: armas para fortalecer a saúde

Especialistas dão dicas para cuidar da saúde em tempos de pandemia

A palavra imunidade nunca esteve tão presente nas conversas em família, nos questionamentos com os médicos e na mídia. Ainda sem vacina para a COVID-19, manter a imunidade alta é uma importante arma para se proteger contra a doença, além, é claro, dos cuidados essenciais como uso de máscara, higiene frequente das mãos e distanciamento social.

O sistema imunológico envolve células de defesa e moléculas que reconhecem um antígeno e promovem a interação entre essas células e tecidos para agirem na destruição ou inativação do agente agressor e também promover a cicatrização. Segundo a cardiologista e coordenadora do serviço de check-up do Hospital Marcelino Champagnat, Aline Alexandra Ianoni Moraes, a imunidade começa pelo epitélio. “Assim como nossa pele muda ao longo da vida, nosso sistema imune é igualmente mais frágil em determinadas fases. No recém-nascido a pele não é tão bem desenvolvida. Já no idoso é mais sensível”, comenta a médica. Gestantes também têm redução na atividade imune, como em uma tentativa da natureza evitar que o corpo da mãe reaja contra o feto.

Outros fatores também colaboram para baixar a imunidade. Hábitos como tabagismo, consumo de drogas e álcool são alguns deles, mas podem ser evitados. Já a quimioterapia e medicamentos como corticoides tratam doenças, porém deixam o organismo suscetível a infecções. Sono inadequado e estresse também pioram a imunidade, por isso terapias são grandes aliadas da saúde mental e física também.

O clima frio, vilão para doenças que vão desde resfriados até infartos, também afeta a imunidade. O aumento da concentração de partículas poluentes no ar e a maior circulação de vírus aliados à dificuldade das vias aéreas em mobilizar secreções ajudam a desencadear alergias, crises de asma e tornam o organismo mais vulnerável.

“Hábitos saudáveis são a melhor forma de manter a imunidade adequada”, comenta a endocrinologista do Hospital Marcelino Champagnat, Maria Fernanda Ozorio de Almeida. Atividade física moderada e alimentação rica em frutas, legumes, verduras e grãos integrais fortalecem o organismo, mas vale o alerta: “É importante ficar atento às receitas caseiras que circulam entre familiares e redes sociais. Não é uma colher de mel com alho ou suco de limão com própolis que, isoladamente, vai garantir a saúde ou prevenir determinada doença”.

O uso de vitamina D também ganhou destaque como forma de prevenir doenças, inclusive sendo indicada por muitas pessoas como segredo para combater o novo coronavírus. No entanto, o ideal é dosar os níveis de vitamina D no sangue antes de iniciar a suplementação, que deve ser sempre guiada por um médico ou nutricionista. Níveis elevados de vitamina D podem causar intoxicação, aumentando o nível de cálcio no sangue, levando ao mau funcionamento dos rins e colocando a saúde do paciente em risco. Zinco, selênio e vitaminas A, B e C também podem ser suplementadas, desde que com indicação médica.

Ter ciência do seu estado geral de saúde também é uma forma de prevenir e tratar precocemente eventuais doenças. Realizar um check-up periodicamente, preferencialmente com o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar, pode melhorar significativamente a saúde geral do paciente. “Com as opções de check-ups oferecidas no Hospital, é possível fazer uma avaliação minuciosa da saúde em apenas algumas horas de consultas e exames e sair com uma orientação completa”, comenta a cardiologista. Durante a avaliação, são realizados exames de sangue, de imagem e cardíacos e o paciente passa por consultas com médicos generalistas, especialistas, nutricionistas, fisioterapeutas e psicólogos, de acordo com seu perfil.

 

 

 

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Quando não formos capazes de mudar uma situação, devemos mudar a nós mesmos

 

 

 

Quando não formos capazes de mudar uma situação, devemos mudar a nós mesmos

David Forli Inocente*

Em tempos difíceis e incertos como o que estamos vivendo, num período desafiador para todos, com perdas de muitas naturezas, o legado do psicanalista Viktor Frankl deve ser relembrado para nos fazer refletir sobre como estamos nos comportando durante essa pandemia. Psiquiatra austríaco, conhecido como o pai da logoterapia - que explora o sentido existencial do indivíduo e a dimensão espiritual da existência, Frankl foi muito importante na construção de inúmeras bases da psicologia moderna. Ele já era psiquiatra quando foi capturado na Segunda Guerra Mundial, ficou três anos confinado, passou por quatro campos de concentração e viu sua família - mãe, pai, irmãos e esposa - ser morta durante a guerra.

Sua obra máxima é "Em busca de sentido", escrita para descrever sua própria experiência. Quando Frankl foi levado para o campo de concentração, ele já se interessava por esse tema do sentido da vida e da maneira como esse sentido poderia impactar no crescimento das pessoas e sua maneira de viver. Esse livro traz uma mensagem muito importante, poderosa: ali, Frankl afirma que sobrevive ao campo de concentração não aquele que é mais forte, nem aquele que tem as melhores condições de saúde, mas aquele que tem um motivo para lutar. O profissional destaca que não é o frio que mata, nem a fome, nem a doença, mas sim não ter um sentido, uma razão pela qual lutar, uma visão de um futuro em que se queira viver.

A pergunta que fica para todos que lêem a obra de Frankl é: como foi possível para este homem - depois de perder toda a sua família, vendo todos os seus valores serem destruídos, sofrendo com a fome, o frio, a violência, e sabendo que poderia ser o próximo a morrer - conseguiu encontrar um sentido na vida que o permitisse enxergar que valia a pena continuar vivendo? Mesmo tendo vivido as piores experiências e passado por episódios inimagináveis, Frankl defende que o espírito do homem pode se elevar acima das piores circunstâncias. Em um dos trechos do livro, ele diz: "O que faz necessário aqui é uma reviravolta em toda a colocação da pergunta pelo sentido da vida. Precisamos ensinar às pessoas em desespero que, a rigor, nunca e jamais importa o que nós ainda temos a esperar da vida, mas sim, exclusivamente, o que vida espera de nós". Ou seja, quando não formos capazes de mudar uma situação, devemos mudar a nós mesmos.

Aos seus pacientes, Frankl insistia sempre com a pergunta: qual é a razão da sua existência que pode fazer esse problema que você enfrenta se tornar menor para você? E o que isso tudo nos ensina nesse momento de pandemia? Estamos todos aprisionados, vivendo um momento muito difícil, que nos paralisa. Pensar na obra e vida de Viktor Frankl nos leva a refletir: o que queremos para nossas vidas e como queremos estar quando essa pandemia acabar? Como estamos usando nosso tempo nesse período? É um momento para nos conectarmos com amigos, colegas, familiares distantes. Um momento para reconstruirmos as bases das nossas necessidades humanas mais profundas, para nos prepararmos, estudando, fazendo cursos e nos aprofundando em temas que nos interessem. Essa pandemia vai acabar e quando ela passar, o ideal é que tenhamos usado esse tempo, não apenas para sobreviver, mas também para sermos melhores do que éramos antes.

* David Forli Inocente é diretor geral de Pós-Graduação e Educação Continuada da Universidade Positivo

 

 

 

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Brasileiros se tornam mais exigentes com serviços de saúde durante a pandemia

Brasileiros se tornam mais exigentes com serviços de saúde durante a pandemia

Empresas do setor de saúde precisam inovar e se adaptar ao novo cenário, com pacientes mais antenados em relação aos assuntos da área

Avaliação mais criteriosa das consultas, maior preocupação com a saúde e cobrança de melhoria dos serviços públicos estão entre as principais mudanças esperadas no comportamento do brasileiro após a pandemia do novo coronavírus. Foi o que mostrou a live Now How, realizada pelo Sebrae e pela consultoria de inovação curitibana IN.SIGHT na última quinta-feira (16/07), com profissionais que são referências no mercado da saúde.

De acordo com André Santolaya, gerente de operações de vendas e marketing global para diagnósticos da Siemens Healthcare NY e um dos participantes da live, o contexto de pandemia fez com que o brasileiro passasse a se interessar mais sobre assuntos de saúde. “Hoje os brasileiros estão mais familiarizados com termos médicos, científicos e estão pesquisando cada vez mais sobre o assunto. Agora, as pessoas entre 15 e 40 anos, que não se preocupavam tanto com a qualidade do plano de saúde, quantidade de leitos em hospitais e investimentos públicos na saúde, estão ficando mais antenadas sobre o assunto”, afirma André.

Por causa dessa mudança de comportamento, o contexto pós-pandemia será marcado por um alto nível de exigência por parte dos pacientes. “Os consumidores vão exigir um atendimento de qualidade. As pessoas se tornaram mais rígidas e vão ficar atentas a qualquer erro em exames ou diagnósticos e vão buscar uma relação de confiança com os profissionais da saúde”, diz André.

Em um cenário de alta exigência por parte dos pacientes, é preciso que as empresas do setor da saúde inovem e estabeleçam uma relação de confiança e credibilidade com os clientes. Esse foi o contexto trazido ao longo do painel também por Matthias Schupp, CEO da Neodent. A empresa paranaense que é referência em implantes odontológicos e alinhadores transparentes preparou um guia de como o dentista deve adaptar o consultório para oferecer segurança aos profissionais e pacientes durante o atendimento à saúde clínica e odontológica.

De acordo com Matthias Schupp, o projeto foi uma forma de evitar que o brasileiro parasse de buscar os serviços de saúde por medo do coronavírus. “O guia é uma forma de resgatar a confiança do brasileiro na saúde, para que o paciente se sinta seguro ao visitar um dentista, sem medo de ser contaminado. A proposta é tão efetiva e necessária, que foi adaptada em nível internacional e traduzida para diversos idiomas”, diz Matthias.

As principais mudanças nos consultórios odontológicos foram no agendamento das consultas e nos procedimentos de triagem. O paciente passa por um processo de desinfecção, medição da temperatura e vai direto para a consulta, sem a necessidade de ficar na sala de espera com outras pessoas.

Tecnologia

Outra mudança que se tornará realidade no cenário pós-pandemia é o uso cada vez maior da tecnologia e as empresas que já conseguiram se estabelecer no meio digital estão alcançando melhores resultados. Matthias afirma que a migração para um mundo mais digital começou logo no início da pandemia. “Em março nós decidimos mudar o foco e fizemos webinars para estarmos presentes no meio online. Estou seguro que a nova realidade vai ser diferente. O contato pessoal, o olho no olho nunca vai acabar. Nunca vai passar a ser 100% digital. Mas a digitalização de diagnóstico e os atendimentos online devem continuar no setor da saúde e estão sendo cada vez mais aceitos pela população”, declara Matthias.

A live fez parte do evento online Now How, com o objetivo de entender e mapear as principais mudanças em diversos setores após a pandemia. O bate-papo completo com os especialistas pode ser acessado no canal do Sebrae Digital no YouTube.

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Curso gratuito aponta estratégias para enfrentar pandemia, emoções e luto

 

 

 

Curso gratuito aponta estratégias para enfrentar pandemia, emoções e luto

Universidade Positivo lança curso inédito para ajudar na superação do isolamento social, perdas e todas as restrições que o Covid-19 tem imposto

Com o objetivo de ensinar estratégias psicológicas para enfrentar este momento, a Universidade Positivo lançou o curso "Os Efeitos da Pandemia e a Saúde Mental". Com quatro encontros semanais, o conteúdo é aberto a toda a comunidade e 100% gratuito, em plataforma virtual.

As aulas iniciam dia 5 de agosto e acontecem todas as quartas-feiras, das 19h30 às 20h30. "Estamos distanciados fisicamente uns dos outros, o contato social passou a ser muito mais virtual e até os rituais de despedida seguem restrições e uma nova dinâmica para evitar a propagação do vírus. Com tudo isso acontecendo lá fora, é comum sentir medo, insegurança, estresse, ansiedade e tantas outras emoções que se misturam", afirma Mariana Bayer, mestre em “Aconselhamento em Luto, Perdas e Trauma” pela Universidade de Barcelona (Espanha) e uma das professoras do curso.

De acordo com Paula Leverone, mestre em “Migrações Internacionais, Saúde e Bem-Estar” com ênfase em Luto Migratório pela Universidade de Sevilha (Espanha), o impacto psicológico da pandemia já está trazendo conseqüências para a saúde mental das pessoas e destacando ainda mais a necessidade de atenção e cuidado para essa questão. "Em quatro aulas, vamos abordar juntos esses temas e conhecer estratégias para enfrentar esse momento", conta a professora.

A primeira aula fala sobre todas as perdas que vieram com a pandemia. A segunda, mais especificamente sobre o luto. No dia 19, a aula fala sobre emoções e reações e, no último encontro, traz estratégias de enfrentamento em situações de crise. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até 30 de julho pelo link https://universidade.up.edu.br/up_skills/os-efeitos-da-pandemia-e-a-saude-mental/. Mais informações pelo telefone (41) 3068-7800 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Serviço:

Curso "Os Efeitos da Pandemia e a Saúde Mental"

05/08 - 19h30 às 20h30 - A pandemia do Covid-19 e as perdas

12/08 - 19h30 às 20h30 - Coletividade e Luto

19/08 - 19h30 às 20h30 - As emoções e as reações frente à pandemia

26/08 - 19h30 às 20h30 - Estratégias de enfrentamento em situações de crise

Inscrições gratuitas no link https://universidade.up.edu.br/up_skills/os-efeitos-da-pandemia-e-a-saude-mental/

Mais informações: (41) 3068-7800 ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

 

 

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