A gerontologia no auxílio a idosos com depressão

A gerontologia no auxílio a idosos com depressão

O Brasil vem envelhecendo de forma rápida. Retornando alguns anos na história, vemos que a expectativa de vida ao nascer para homens era de 33,4 anos em 1910 e para mulheres era 34,6. Essa expectativa foi de 42,7 em 1940 para 52,4 em 1960, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Podemos dizer então, que uma pessoa de 42 anos em 1940 era considerada idosa, já hoje, chegar aos 100 anos não é uma novidade ou raridade.

Os agravamentos das condições de saúde geralmente trazem o idoso para mais perto de seus familiares, mas em um mundo tão globalizado e em um ritmo acelerado, mesmo a maioria dos idosos brasileiros ainda vivendo com seus familiares nem sempre estes aceitam ou estão aptos à função de cuidadores.

A depressão é um transtorno frequente na população idosa, que pode estar diretamente relacionada com o envelhecimento em si, quando a pessoa tem dificuldades em aceitar-se ou aceitar as transformações naturais decorrentes deste processo. Mas também há casos em que o problema já acompanha esse idoso e apenas se intensifica nessa nova fase da vida.

Podemos dizer que a depressão se caracteriza como um distúrbio de natureza multifatorial e que exerce forte impacto funcional no indivíduo, pois pode levar a uma menor disponibilidade para colocar em prática medidas essenciais para a manutenção de uma boa qualidade de vida, bem como controle de problemas de saúde, sendo considerada a enfermidade mental de maior prevalência em nível mundial.

Alguns dos fatores que podem desencadear a depressão em idosos são: a institucionalização que pode lhe causar sintomas depressivos como a tristeza, por ser separado de seus familiares; perdas de amigos e entes queridos ao longo de sua vida; afastamento da família por desentendimentos entre outros fatores; perda do papel social e mantenedor do lar com a chegada da aposentadoria; falecimento do cônjuge; dificuldade em se aceitar nessa fase da vida; baixa autoestima; preconceito; maus tratos; violência; solidão e isolamento social devido ao declínio das funções em diversos órgãos que pode impossibilitar o idoso de participar de festas, encontros e atividades diversas das quais antes fazia sem dificuldades.

O profissional da gerontologia tem um papel fundamental no auxílio a população idosa com relação a essa patologia, sendo considerada um dos fatores para o aumento dos índices de morbidade e mortalidade entre a população idosa. Este profissional deve promover um resgate a independência, autonomia e funcionalidade desses idosos e por consequência uma maior qualidade de vida.

Dentre as funções do profissional da gerontologia, estão o cuidado humanizado considerando aspectos biopsicossociais e espirituais do idoso; aconselhamento familiar a fim de manter fortes os laços afetivos que são essenciais para manter o equilíbrio e sensação de bem-estar e acolhimento; orientações a respeito de hábitos de vida saudáveis para prevenir, tratar e impedir a progressão de doenças crônicas como hipertensão e diabetes; suporte familiar e a cuidadores. É necessário que o profissional ressalte a importância de a família oferecer um ambiente saudável, livre de conflitos e que permita o idoso participar das tomadas de decisões do grupo familiar; e que realize as intervenções necessárias em todos os aspectos de atendimento ao idoso por meio da avaliação gerontológica, bem como fazer os encaminhamentos que forem necessários.

Autores:

Fabiana da Silva Prestes é professora do Curso de Tecnologia em Gerontologia – Cuidado ao Idoso do Centro Universitário Internacional Uninter

Andrew da Silva Alfaro é professor do Curso de Tecnologia em Gestão das Organizações do Terceiro Setor e Práticas Integrativas e Complementares (PICS) do Centro Universitário Internacional Uninter

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Doenças gastrointestinais: o que há por trás de sintomas comuns

 

 

 

Doenças gastrointestinais: o que há por trás de sintomas comuns

Receio de buscar atendimento médico e automedicação têm colocado a vida de pacientes em risco

Náuseas, diarreia, dores e desconforto abdominal, sintomas comumente tratados com automedicação ou receitas caseiras, podem, na verdade, estar relacionados a doenças graves. Foi o caso da assistente de atendimento Franciele Oliveira da Paz Silva, de 38 anos, que, em março deste ano, começou a sentir dores no estômago. Achando que se tratava de uma gastrite e com receio de buscar um pronto atendimento devido ao surgimento dos primeiros casos de COVID-19 em Curitiba (PR), a atendente preferiu recorrer a antiácidos e diversos remédios que amigos e parentes indicaram.

“Por duas semanas senti dores no estômago e tentei diversos remédios, até que a dor aumentou tanto que eu mal podia andar. Foi quando procurei atendimento médico, fui diagnosticada com colecistite aguda e imediatamente encaminhada para um hospital”, relata Franciele. No mesmo dia, ela passou por uma cirurgia que comumente demoraria 30 minutos, mas que, no seu caso, durou cerca de duas horas: a inflamação causada por cálculos na vesícula biliar tinha se agravado, necessitando de maior tempo de cirurgia e não foi possível retirar completamente a vesícula pelo quadro inflamatório grave que havia se instalado. “O cirurgião me alertou que, devido à gravidade a que meu quadro chegou, seria necessário acompanhamento e eventualmente nova cirurgia”, relata. Após 15 dias com dreno e um mês após a cirurgia, ela passou por novo procedimento, desta vez uma endoscopia (colangiografia endoscópica retrógrada), para retirada de cálculos residuais.

“É comum sentirmos azia, náuseas, diarreia, causadas por mudanças na alimentação, hábitos e até mesmo estresse. No entanto, os mesmos sintomas podem estar relacionados a doenças mais graves como colecistite e pancreatite”, relata o cirurgião e coordenador do serviço de cirurgias de emergência do Hospital Marcelino Champagnat, Wagner Sobottka. A colecistite é uma inflamação ou infecção causada pela obstrução do ducto que transporta a bile vinda da vesícula biliar. Já a pancreatite aguda é uma inflamação súbita do pâncreas, geralmente causada também por cálculos biliares, porém mais grave e com maior risco de complicações e de morte, se não tratada em tempo.

Principal causa de cirurgias abdominais de emergência, a apendicite aguda geralmente é causada por um fecalito, pequena pedra formada por fezes, que obstrui o apêndice e causa infecção. A demora no tratamento da doença pode causar quadro severo de infecção, podendo, inclusive, evoluir para sepse e morte. Os sintomas geralmente iniciam com uma dor na parte superior do abdômen, que depois migra para o umbigo e para o lado inferior direito.

Apesar dos sintomas comuns, alguns cuidados podem ser tomados. Pacientes com pedra na vesícula devem seguir as recomendações médicas e buscar atendimento ao sentirem dores. Pessoas com histórico familiar de câncer em região abdominal devem fazer exames mais frequentes e pessoas acima de 50 anos, realizar endoscopia e colonoscopia periodicamente. “É importante evitar a automedicação, pois pode mascarar sintomas de doenças mais graves. Tendo sintomas, mesmo leves, e não melhorando em algumas horas, é necessário buscar o médico de confiança ou serviço de emergência, mesmo sem apresentar febre”, recomenda Wagner.

 

 

 

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Shoppings Curitiba e Estação miram no mercado digital e investem em Delivery Center

Shoppings Curitiba e Estação miram no mercado digital e investem em Delivery Center

Plataforma integra lojistas físicos, marketplaces e shoppings com centrais de distribuição e entregam o produto no mesmo dia da compra ao cliente

O distanciamento social imposto pela pandemia do novo Coronavírus estimulou transformações em todos os setores da sociedade. O varejo, por exemplo, tem se reinventando para ajustar ao novo comportamento do consumidor e, consequentemente, amenizar o impacto causado nos negócios. Em Curitiba, os Shopping Estação e o Shopping Curitiba reformularam a tradicional forma de vender, focada na loja física, e acelerou o processo de digitalização de seus lojistas. A última novidade foi a implantação da plataforma Delivery Center, uma plataforma completa focada nas vendas on-line.

A solução, desenvolvida pela startup brasileira Delivery Center com base em um modelo de negócio já consolidado no mercado chinês, vai muito além de uma simples compra digital. É um ecossistema que promove a multicanalidade ao integrar lojistas físicos, marketplaces e shoppings com centrais de distribuição em locais estratégicos para fazer a entrega rápida.

“Essa estrutura faz com que o cliente tenha uma experiência garantida, com a entrega do produto no mesmo dia e em alguns casos em uma hora, com toda a segurança, comodidade e tranquilidade que o momento atual exige”, detalha Raphaela Zattar, gerente de Marketing do shopping Estação.

Além de ter uma adesão descomplicada, o Delivery Center centraliza os multicanais de venda em uma única plataforma, com a vantagem de ter um ecossistema que fornece desde tecnologia e consultoria até expertise logística. Tudo para auxiliar o lojista no contato com seu público e garantir agilidade em seu serviço de delivery.

“Essa integração gera economia de escala, rapidez nas entregas e uma relação de parceria entre aplicativos e lojistas. A chegada do Delivery Center representa um importante passo para o varejo de Curitiba e atende ao consumidor que busca praticidade e agilidade.”, completa Luciano Abe, superintendente do Shopping Curitiba.

Na prática, os shoppings passam a ter uma central de entregas, chamada de QG Delivery Center, que recebe o pedido do canal de venda do lojista – site, WhatsApp, drive-thru, app – e o envia a um profissional shopper, que retira o produto na loja. Em paralelo o sistema define a melhor rota para entregador parceiro. Logo em seguida, o item é direcionado à central Delivery Center no shopping, na qual passa por conferência, é embalado e disponibilizado para entrega imediata.

A plataforma Delivery Center já foi implantada em quatorze empreendimentos da brMalls e também está integrada em diferentes sites e marketplaces – como Mercado Livre, Ifood, Rappi, Google e B2W, que possui a Americanas.com, Shoptime e Submarino em seu portfólio. Neles o consumidor pode sinalizar, no ato da compra, a opção de entrega expressa. Lojas como Puket e Moncloa, no shopping Curitiba, e Samsung, L’Occitanne Au Brésil e Lupo, no Shopping Estação, já aderiram ao sistema.

Incremento nos negócios

A brMalls foi uma das pioneiras a investir nessa solução e bons resultados estão sendo conquistados. Em maio, os shoppings da companhia atingiram cerca de 100 mil pedidos via Delivery Center. Dentre os canais conectados ao ecossistema, o WhatsApp foi o grande vendedor das empresas no período, responsável por 12% das compras do segmento de produtos.

Gabriel Carmo, head de business do Delivery Center, acredita que essa evolução de digitalização dos lojistas é um processo natural, visto que hoje temos soluções e tecnologias que desmistificaram todo esse processo. “Estar presente em plataformas de vendas on-line abre um leque de possibilidades, pois é um público consumidor que já existe e está apenas esperando por oportunidades. Em geral, lojistas que aderem a esse universo digital conseguem um complemento importante no faturamento mensal”, explica.

O serviço é uma alternativa importante para os lojistas durante o período de isolamento social e isso se vê nos números. Entre os meses de abril e maio, houve um crescimento médio de 190% no total de vendas e de 2300% quando considerado apenas o segmento de produtos, na comparação com os meses de janeiro e fevereiro de 2020. No mesmo período, o número de novas lojas que aderiram à solução omnichannel, estratégia que integra diferentes canais de comunicação com o objetivo de estreitar a relação entre on-line e off-line, saltou 1500% nos shoppings da brMalls localizados no Rio de Janeiro, Niterói, São Paulo, Barueri, São Bernardo do Campo e Curitiba.

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Brincar sozinho estimula a criatividade e a imaginação das crianças

Brincar sozinho estimula a criatividade e a imaginação das crianças

É importante momentos de diversão entre pais e filhos, mas é essencial dar espaço para a criança brincar sozinha para o seu desenvolvimento social e afetivo

Brincar é uma das atividades mais importantes para o desenvolvimento cognitivo, emocional, físico e social de qualquer criança. Brincar é imaginar um mundo com diversas estórias e personagens, como super-heróis, princesas, monstros e muito mais. E brincar sozinho é essencial para a evolução das crianças e os pais não devem se sentir culpados se não participarem das brincadeiras dos pequenos.

Neste período de isolamento, em que as crianças estão em casa por conta da COVID-19, os pais podem incentivar os filhos a brincarem sozinhos e a desenvolverem sua imaginação. “Reforço que o principal trabalho da criança é brincar. E um dos aspectos essenciais das brincadeiras é que elas estimulam a imaginação, isto é, constroem uma realidade, se inserem nela e vivem intensamente”, afirma o psicólogo da Clínica de Terapia Cognitiva AMI, Ary Maoski.

“No primeiro ano de vida, a criança faz brincadeiras sozinhas explorando e manipulando objetos, propiciando o desenvolvimento dos seus órgãos sensoriais motores. Após esta etapa, a criança começa a construir coisas com objetos e brinquedos e começa a perceber que é capaz de interferir, criando coisas novas, seja na sua imaginação ou na realidade concreta”, explica o psicólogo. Maoski também ressalta que, conforme a criança amadurece, ela entra em um “mundo do faz de conta”, onde experimenta objetos, como “usar parte de um brinquedo para ‘fazer de conta’ que está penteando os cabelos ou está comendo algo com uma colher de brinquedo”.

Como os pais devem incentivar as crianças a brincarem sozinhas

Primeiramente, estimular a criança a brincar sozinha não significa largar a mesma em um canto e abandoná-la em um mundo imaginário. A supervisão e o acompanhamento dos pais ainda é importante. Caso o pequeno tenha alguma dificuldade em iniciar a brincadeira, os pais podem se envolver nas atividades iniciais e ir se distanciando aos poucos.

“Se a criança não tem vontade de brincar, se repete seguidas vezes, consideramos que seja adequado realizar acompanhamento e uma avaliação do que pode estar ocorrendo. Entender o momento pelo qual a criança está passando, reforçar os laços afetivos e estimular seu aprendizado é o nosso desafio como pais”, complementa Ary, psicólogo da Terapia AMI.

Para desenvolver a criatividade, o ideal é substituir brinquedos tecnológicos (vídeo games, tablet, TV) por objetos que podem ser usados de diferentes formas, como peças de montar. Outro ponto importante é criar um espaço para as brincadeiras, em um local seguro e com um adulto por perto, com brinquedos apropriados para a idade da criança, para que ela tenha autonomia e brinque de forma independente. É importante nunca interromper quando a criança estiver brincando sozinha, pois é neste momento que ela está imaginando, exercitando a criatividade, a autonomia e aperfeiçoando diversas habilidades, inclusive a de resolver problemas.

Principais benefícios do brincar sozinho

De acordo com Ary Maoski, psicólogo da Terapia AMI, existem inúmeros benefícios das crianças brincarem sozinhas, entre os principais estão:

- Apoia o desenvolvimento das funções executivas, tais como planejamento, organização, controle, tomada de decisão, memória operacional, entre outros (importantes funções para a vida adulta);

- Fortalece a autoestima, pois a criança percebe que consegue realizar atividades por conta própria, dando um sentido de autonomia e independência;

- Ajuda a desenvolver a identidade pessoal;

- Aprende a lidar positivamente com a solidão;

- Incentiva a imaginação e a criatividade;

- Explora o ambiente a sua volta.

Sobre a Terapia AMI: clínica de terapia cognitiva, localizada em Curitiba, que reúne tecnologia de ponta e uma equipe multidisciplinar super capacitada para atender pessoas de todas as idades. São profissionais como psicólogos, neuropsicólogos, psicopedagogos, fisioterapeutas, musicistas, fonoaudiólogos, psicomotricistas, terapeutas ocupacionais e arte terapeutas que oferecem programas a fim de atingir ao máximo o potencial de cada paciente, considerando suas habilidades e limitações, sejam elas oriundas de uma situação momentânea ou de algum transtorno comportamental. Com protocolos personalizados, os tratamentos podem ser feitos com psicoterapia, fonoaudiologia, terapias em grupo, cão-terapia e atividades lúdicas, além de atendimentos no contra turno escolar ou focados na alfabetização. As salas da clínica contam com uma área para visualização para que pais e/ou responsáveis possam acompanhar os atendimentos e a evolução dos pacientes sem invadir a privacidade dos mesmos nem interferir no trabalho dos terapeutas. www.terapiaami.com.br

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Liderança na pandemia: os gestores também precisam de direcionamentos

 

 

 

Liderança na pandemia: os gestores também precisam de direcionamentos

*Ozires Oliveira

O grau de incerteza que estamos vivenciando atualmente pode ser considerado o principal desafio dos gestores no ambiente corporativo. Naturalmente, os nossos colaboradores buscam, em essência, fazer parte de uma equipe colaborativa e que, sobretudo, seja conduzida pelos princípios da liderança ética e inspiradora.

Porém, é importante evidenciar que mesmo as lideranças enfrentam sérias dificuldades do ponto de vista prático, pois, muitas vezes, não são capacitados para a gestão remota. A responsabilidade pelas entregas, o esforço para manter a comunicação, o autogerenciamento, os dilemas pessoais e a preocupação com os membros da equipe podem, em alguns casos, representar obstáculos que o impedem de avaliar o cenário empresarial de maneira adequada.

Neste sentido, torna-se cada vez mais evidente que não priorizar a gestão de pessoas pode de alguma forma aprofundar a crise de liderança que algumas corporações enfrentam. Tendo em conta que a construção de modelos de avaliação e feedback ocorrem ao longo do tempo, em situações de crise podemos colher bons frutos e encontrar mais rapidamente um ponto de equilíbrio no desempenho do grupo.

Na contramão deste mesmo raciocínio, aqueles que não tiveram foco no estabelecimento de uma relação de confiança e troca mútua certamente terão maiores dificuldades de se adaptar e responder corretamente aos anseios da equipe e da alta direção. É fato que os desafios são imperativos e que as incertezas permeiam todos os âmbitos da nossa vida, no entanto, é extremamente relevante exercitar habilidades como a paciência, resiliência, flexibilidade e capacidade de rápida adaptação.

Empresas têm objetivos organizacionais distintos, desta forma não podemos cair no engano de supor que as mesmas ações e condutas são de eficácia universal. Muitas vezes, encontramos diferentes realidades em setores de uma mesma empresa, o que reforça a necessidade de avaliação caso a caso.

Um dos grandes medidores de desempenho e também termômetro de uma empresa é o feedback, processo em que gestores e colaboradores se reúnem para, juntos, entenderem o cenário da instituição e buscarem soluções para questões individuais e coletivas. Porém, muitos gestores têm enfrentado dificuldades para estabelecer o processo de feedback durante o distanciamento social. Para isso, algumas dicas úteis na estruturação e condução do diálogo são:

1) Estabeleça uma agenda de feedback com base em prioridades;

2) Procure avaliar bem o melhor horário para estabelecer conexão com o colaborador. O trabalho remoto impôs desafios que muitas vezes alteram a rotina das pessoas. Seja generoso e flexível no agendamento;

3) Considere a possibilidade de falhas técnicas, encare isso de maneira natural. Caso não tenha um plano B, sempre é possível reagendar;

4) A dica de ouro é, antes de mais nada, procurar descontrair e entender como o seu colaborador está se sentindo, como está a sua motivação;

5) A preocupação genuína com a saúde do colaborador e da empresa certamente é marca dos líderes inovadores, portanto, seja você mesmo. Mobilize os seus conhecimentos, pratique a escuta ativa e estabeleça conexão com o seu interlocutor;

6) O principal objetivo do feedback é contribuir para a melhoria do desempenho e crescimento pessoal e corporativo. Dissemine esta cultura e aos poucos o “dar e receber feedback” se tornará um processo prazeroso, ainda que seja na telinha do computador.

*Ozires Pereira de Oliveira é gerente de Serviços no Instituto das Cidades Inteligentes

 

 

 

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